05
janeiro

Polo de Confecções contará com publicação mensal sobre a conjuntura econômica do setor


O Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções em Pernambuco (NTCPE), com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, lançará nesta quinta-feira (06), o Índice de Confiança do Empresário do Setor Têxtil e Confecções de Pernambuco (ICETEC).

A publicação, disponível no site do NTCPE (www.ntcpe.org.br), será mensal e tem o objetivo de disponibilizar aos associados e ao público em geral informações imprescindíveis sobre a conjuntura econômica atual do setor.

Neste primeiro número, o documento traz a relevância do indicador, a conjuntura econômica em que o setor está inserido e a metodologia utilizada para aferição do índice. Segundo a publicação, o entendimento da realidade do ambiente econômico em que uma empresa está inserida é fundamental para a execução das decisões mais acertadas que garantirão sua permanência ou ascensão no mercado.

Neste sentido, o ICETEC visa apresentar alguns indicadores relevantes para constatação da situação econômica atual para empresas integrantes do setor têxtil e de confecções. Inicia-se a análise a partir de um quadro geral nacional, partindo então para considerações em nível estadual, garantindo assim, possibilidade de comparações e interpretações das diferentes realidades enfrentadas pelo setor.

O presidente do NTCPE, Wamberto Barbosa, reforça que a publicação representa uma nova fase da discussão do desempenho econômico setorial dos segmentos têxtil e de confecções de Pernambuco.

“A expectativa é a de que, com este relatório, possamos colaborar com o desenvolvimento regional e incentivar a participação de empresários, gestores, poder público e sociedade civil organizada”, acredita.

Hoje, o Polo Têxtil e de Confecções concentra uma das principais atividades econômicas do Agreste pernambucano, com faturamento anual de R$ 5,6 bilhões. Cerca de 26 municípios em Pernambuco se dedicam à produção têxtil e de confeccionados, com mais de 350 milhões de peças fabricadas somente em solo pernambucano. Juntas, as cidades ocupam mais de 350 mil trabalhadores em atividades ligadas à cadeia. No Estado, o polo se concentra num raio de 40 Km.

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