18
fevereiro

Panorama – Com Ralph Lagos

O início – O governo Fabio Aragão começa cheio de desafios. Dentre eles, honrar o discurso que emplacou na campanha e provar que tem como fazer melhor do que já foi feito. Nesse contexto se encontra a parte política que precisa ser assistida pelo Prefeito, que pela sua curta carreira na política percebe-se que não é o seu forte. Com isso, o Prefeito Fábio terá a tarefa de fazer uma grande gestão e manter o seu grupo unido para as eleições vindouras.

O Início – Quem também começa um novo legado é o vereador Capilé, agora Presidente da Câmara de Vereadores. O Presidente Capilé eleva o grupo verde para o patamar de vitrine. Sendo assim, começa a ser analisado também. Por isso, que o Vereador Presidente tem tanta responsabilidade nas suas costas. Não é apenas guiar a Câmara, é guiar como maior nome com mandato do seu grupo.

O recomeço – Já quem está em um período de recomeço é o ex Prefeito Edson. Ele viu o grupo que era tido como imbatível por alguns, ruir até chegar na terceira colocação no último pleito. Não será uma tarefa fácil reerguer o grupo denominado Boca Preta, porque existem muitas ranhuras entre os azuis. Muitas delas vindas do governo Edson, outras tantas vindas da própria eleição de 2020. Troca de farpas entre grandes caciques do grupo são facilmente identificadas e isso pode respingar em 2022. Quando Alessandra tentará a reeleição e Edson pode concorrer para a Câmara dos Deputados. O ex Prefeito já deixou claro que a prioridade é a manutenção do mandato de Alessandra.

O recomeço – Outro que está em um período de recomeço é o Deputado Diogo Moraes. Diogo tomou novamente as rédeas do seu mandato e demostra muita empolgação no que isso pode render. Sem nenhuma indicação no secretariado do Prefeito Fábio, ele mantém o comportamento de um aliado de primeira linha. Vale salientar, que a postura do Deputado Diogo sempre foi de não interferência na escolha de secretários. No Governo Edson, o Deputado também não indicou ninguém para o primeiro escalão.

Ausente – Com slogan presença e coração a Deputada Alessandra Vieira vem se destacando no seu mandato. A Deputada é sim uma figura de muita presença no dia a dia das cidades que lhe servem de base eleitoral. Vem cumprindo também um mandato interessante do ponto de vista da legislatura. Mas levou falta, e ficou ausente no quesito emendas parlamentares para a capital da moda no ano de 2021. Esperamos que no próximo ano a Deputada volte a ser presente em todos os quesitos.

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17
fevereiro

Retome sua vida. Revisite sua história. Reencontre seu passado! – Por Claudionor Bezerra

“Mas Jesus disse que não. “Volte para o meio dos seus amigos”, disse Ele, “e diga-lhes que coisas maravilhosas Deus fez por você; e como Ele foi misericordioso”.” (Mr.5.19, Bíblia Viva)

 

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Um monstro! Assim pode ser definido aquele homem que morava entre os túmulos. Sua violência colocava em risco a comunidade, razão porque fora acorrentado como um cão raivoso. Não adiantava! Sua força descomunal era invencível. Dia e noite aterrorizava nos arredores de Gadara. Não porque faltasse exorcistas, nos dias de Jesus haviam muitos. Mas com o endemoninhado de Gadara ninguém obteve sucesso. Até que chegou o mais VALENTE! Jesus ainda estava no barco e o “monstro gadareno” foi ao seu encontro e PROSTROU-SE. Isso mesmo, prostrou-se! Reconheceu o Soberano do Universo, encurvou-se perante aquele que possuía autoridade sobre todas as forças espirituais do mal.

O resto da história você conhece. O resultado: Um homem perfeitamente sadio, vestido e sentado desfrutando da serenidade e da paz que durantes anos lhe havia sido sonegado. E agora? O que fazer? Ora, o que qualquer um faria: seguir a Jesus por onde quer que Ele fosse! Mas Jesus disse que NÃO! Como assim? Como Jesus poderia despedir um ex-endemoninhado sem antes lhe oferecer nem que fosse um mini-curso de missões? E a classe de catecúmenos?

Ora, se esse rapaz iria começar alguma coisa ele deveria pelo menos receber um treinamento teológico intensivo! Mas Jesus disse que NÃO! Ele não iria com os demais discípulos. Para ele, a missão foi clara: “Volte para o meio dos seus amigos”. Retome sua vida. Revisite sua história. Reencontre seu passado. E mais: “e diga-lhes que coisas maravilhosas Deus fez por você; e como Ele foi misericordioso”. Não minimizo a importância da informação correta a respeito do Evangelho… quanto mais nítido for o conteúdo do Evangelho, melhor.

Todavia, para cumprir sua missão, o ex-monstro, e agora DISCÍPULO de Jesus, precisava de um coisa apenas: ser propagador da misericórdia que lhe alcançou! Sem essa dimensão experienciável o testemunho do Evangelho será apenas transferência de informação. A tendência do evangelicalismo atual é para o enclausuramento de “guetos”! Jesus disse: “volte para o meio dos seus amigos”!

A alienação religiosa é tão cruel que, na contramão do que disse Jesus, exclui os novos “fieis” ao isolamento dos “amigos” agora chamados de “mundanos”! De modo que estes tais nem podem mais ser chamados de amigos, mas somente potenciais novos prosélitos. Horroroso! Escute bem! A misericórdia lhe alcançou? Então volte aos seus amigos e diga a eles o que Jesus fez com você! Mas lembre-se: Não seja um “testemunheiro” de si mesmo, mas diga ao mundo como a Graça de Jesus transforma “monstros” em discípulos! Vá em frente! Você nunca estará longe dEle!

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08
fevereiro

Quem lhe representa? – Claudionor Bezerra

“É, comi, ” admitiu Adão, “mas foi a mulher que o Senhor me deu que me ofereceu a fruta, e eu comi.” (Gn.3.12, Bíblia Viva)

 

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Deus criou Adão como um “homem”. O pecado fez dele um covarde! Frouxo mesmo! Incapaz de assumir suas responsabilidades. Era isso o que o diabo-serpente queria mesmo: um homem de meias verdades. Assumiu prontamente que comeu a fruta proibida, mas ao invés de fazê-lo no espírito de arrependimento e confissão, ele o faz carregado de justiça própria e com o dedo apontado para Eva. Mas ele não apenas transferiu sua responsabilidade para Eva.

oi terrivelmente além! Quem criou Eva? Adão, ousadamente, lembra Deus que foi Ele mesmo quem a criou. Ou seja: Adão errou… mas errou por causa de Eva… e ainda por causa de Deus que criou Eva! Lógica perversa. Demoníaca. Rapidamente Adão deixou de se “parecer” com Deus e se tornou “semelhante” ao diabo-serpente.

Infelizmente, nesse particular, a história testemunha contra nós. Somos “naturalmente” como Adão. Gostamos de transferir “culpas”. Quando não existe uma “Eva” para dedurarmos, somos habilidosos em criar “bodes expiatórios”. A culpa é da sociedade! A culpa é da família! A culpa é do sistema político! A culpa é do DNA! A culpa é do vizinho! A culpa é da igreja! A culpa é de Deus!

Precisávamos urgentemente de um outro Adão. Ele veio. Ele não transferiu nenhum culpa, Ele era inculpável! Mas ele fez o IMPOSSÍVEL! Ele atraiu a culpa. Ele a chamou para si voluntariamente. Ele morreu por “culpas” que não eram suas. Foi o apóstolo Paulo quem descreveu a diferença entre estes dois “Adão’s” (Rm.5.12-21).

Um gerou pra morte, o outro faz renascer pra Vida! Um foi maldição pelas obras, o outro salvação pela graça! Um promoveu separação, o outro reconciliação! Um se escondeu nas trevas, o outro resplandece como luz! Um atraiu o castigo, o outro oferece o perdão! Um trouxe condenação, o outro justificação! Um é o pai da raça, o outro é o Senhor da História! Qual é o seu Adão? Quem lhe representa? De quem você é filho? Da culpa condenatória ou do perdão gracioso? Pense nisso!

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05
fevereiro

Panorama – Com Ralph Lagos

A minha homenagem ao nosso Ara

 

Como é difícil escrever sobre a morte de um amigo. Mais difícil ainda é escrever sobre a morte de um amigo do quilate de Raimundo Francelino Aragão Filho, o nosso inesquecível Aragãozinho.

Ara foi uma daquelas pessoas que jamais sairão da nossa memoria. Homem simples, amado por pessoas simples. Lembro-me do episodio quando Ara fez uma cirurgia no olho, que um ônibus de pessoas da zona rural da cidade de Jataúba foi visita-lo em Caruaru. A casa ficou repleta de pessoas e Dona Janete tentava da atenção a cada um, dos que se amontoavam pra ver e ouvir Ara.

Eu ouvi muito as histórias que Ara contava. As historias de quando ele era prefeito, as dificuldades que passou, as alegrias da sua campanha vitoriosa. Mas sem duvida, o seu olho brilhava quando ele falava da sua profissão. Ara cumpriu o juramento medico com muito amor e dedicação. Lutou e salvou a vida de muitos. Lutou muito pela sua vida, foi um guerreiro. Pois acho que essa palavra é a que melhor define ele, guerreiro. Vindo de uma família que não era abastada financeiramente, lutou por sua profissão. Foi candidato em uma eleição que ninguém do seu partido quis ser. Porque a derrota era dada como certa, Ara venceu. Lutou pra ter uma família, construiu uma linda.

Ara how Ara, como você já está fazendo falta. Você partiu e deixou nos nossos corações além da dor, a certeza que homens como você estão ficando cada vez mais raros. Fica aqui a minha singela homenagem ao nosso Ara. E dizer por fim, a Dona Janete, Renata e Camila, que sei que a dor é gigante, mas deixem um pedaço no coração de vocês em meio a toda essa dor, para o orgulho do que foi esse guerreiro Aragãozinho. Santa Cruz jamais te esquecerá, Ara.

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24
janeiro

Abandone esse medo! Saia da caverna! – Por Claudionor Bezerra

“Estranho é que Ló depois ficou com medo de morar em Zoar, e foi para as montanhas. Ficou morando numa caverna, junto com as duas filhas” (Gn.19.30, Bíblia Viva)

 

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Deus havia “puxado” Ló para a vida, mas ele desperdiçou essa graça. Ló se tornou um homem amedrontado. Sua vida paralisou. Ele não foi capaz de recomeçar. Ficou traumatizado com as perdas. O medo de Ló era realmente estranho, mas totalmente compreensível. Ló precisava “juntar os cacos” e dar a volta por cima. Mas ele teve medo! Qual era o medo de Ló? Medo de errar? Medo de gente? Medo de si mesmo? Medo da morte? Medo da vida? Ele se tornou um ser solitário. Preferiu a solidão da caverna do que o barulho da cidade. Ninguém que decida viver em cavernas goza de boa saúde psíquica.

Antes de alojar-se na caverna das montanhas de Zoar, ele já tinha se enfiado em sua própria caverna existencial. A bebida se transformou em sua companhia, a embriaguez era mais um instrumento de fuga. Nesse cenário degradante estavam as duas filhas de Ló. Sem maridos, mas ainda assim querendo manter viva a descendência de Ló. A irmã mais velha tem uma ideia terrível: “Em todo esse território não existe homem nenhum para casar conosco. Nosso pai está velho, e logo não poderá ter filhos. Vamos dar vinho a ele. Ficando embriagado, cada uma de nós se deitará com ele.” Assim foi feito. Um filho se chamou Moabe, de onde descendem os moabitas. O outro Ben-Ami, de onde nasceu os amonitas. Não se engane, Ló era um homem justo e bom (II Pedro 2:7-8). Mas sua vida foi arruinada pelas decisões erradas.

Mesmo experimentando a misericórdia do livramento faltou-lhe alegria para viver, sobrou medo. Ele arrastou para sua ruína suas duas filhas, condenadas a viver em uma caverna e tendo como esperança de perpetuidade da família embriaguez e incesto. Uma lição contundente está diante de nós: “não joque sua vida fora!” Não permita que o medo o arremesse para as cavernas da existência. Ainda dá tempo de ser feliz! Ainda existe esperança! Ainda é possível sonhar! Saia agora dessa caverna, antes que seu isolamente afete outros para o mal. Faça isso agora!

Nas paredes de um dormitório de crianças do campo de extermínio nazista de Auschwitz foi encontrada a seguinte inscrição: “Amanhã fico triste, Amanhã. Hoje não. Hoje fico alegre. E todos os dias, por mais amargos que sejam, Eu digo: Amanhã fico triste, Hoje não.” Entendeu? Faltou a Ló o que transbordou nessas crianças! Tome a mesma decisão, todo dia, Deus vai lhe ajudar!

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18
janeiro

O pior presente de aniversário que alguém já recebeu! – Por Claudionor Bezerra

“Peça-me qualquer coisa que você quiser”, prometeu o rei, “ainda que seja a metade do meu reino, e eu o darei a você!” (Mr.6.23, Bíblia Viva)

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Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Música ao vivo, muita bebida e comida, além de gente importante para todo lado. Não podia ser diferente, era a festa de aniversário do rei Herodes! Enquanto a farra corria solta lá em cima, no calabouço estava um homem, ou melhor, uma VOZ! Era um estranho para o seu tempo. Não inaugurou nenhuma escola de rabinato e, muito menos, arrebanhou discípulos para perpetuar seu nome. Pelo contrário, seu lema era: “convém que Ele cresça, e que eu diminua”! Herodes até gostava do prisioneiro João, razão porque o considerava um homem “bom e santo” (Mr.6.20). Mas as “impressões” de bondadismo de Herodes não resistiu ao enfrentamento profético das suas devassidões morais. João denunciou o adultério praticado contra o seu próprio irmão. Herodias, a adúltera perversa, aguardava como uma fera a espreita da sua vítima o momento certo de se vingar de João. Pois bem, voltemos a festa de Herodes. Depois de tomar umas e outras, Herodes já estava bem “alegre”.

No salão principal alguém anuncia que a filha de Herodias entraria para dançar para o rei. A música começa a tocar e uma jovem linda e atraente arrebata todos os olhares no seu balanço sedutor! Mas a beleza estonteante carregava o veneno da vingança. (Pausa para uma advertência: as vezes aquilo que é belo e atraente carrega consigo venenos mortíferos cujas consequencias são imprevisíveis) Voltemos… Herodes todo excitado e seduzido reage instintivamente: “Peça-me qualquer coisa que você quiser”! Herodias no canto do salão esboça o sorriso dos perversos! Enquanto isso, no calabouço, João orava, entre os nascidos de mulher, até aquele dia, era o maior! A filhote de serpente pergunta a “naja-mãe”: “o que peço?” A resposta: “Peça a cabeça de João Batista numa bandeja!” Ao dizer isso o rei embranqueceu! Isso mesmo! Era o Rei, tinha que cumprir sua palavra! Entristeceu-se, perturbou-se, colheu os frutos da mulher que escolheu pra chamar de “esposa”! João Batista tinha razão! Herodes não devia ter tomado aquela víbora por mulher! O presente de aniversário do rei foi uma bandeja com a cabeça de um homem “santo e bom”! Acabou a festa. A música parou. As luzes se apagaram. Restariam os fantasmas que atormentariam Herodes até a morte! João Batista foi quem lucrou! Deixou o calabouço… seguiu ao paraíso! Cuidado com as suas escolhas! Não despreze a profecia do Evangelho! Suas decisões de agora podem arrasar sua vida no futuro! Não confie nos seus instintos! Seja sempre sóbrio! Do contrário, a festa da sua vida poderá ter um desfecho trágico! Não “goste” de ouvir a Palavra e nem seja mais um que reconhece bondadismo nos homens! Seja você mesmo um santo! É verdade que você talvez visite calabouços na trajetória da sua vida, mas a estação final sempre será o PARAÍSO!

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27
dezembro

SOBRE A PARÁBOLA DA FIGUEIRA E UMA EXISTÊNCIA QUE PRODUZ FRUTOS NAS DIFERENTES ESTAÇÕES DA VIDA…

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

 

Para mim nada é mais revigorante do que “paradas” para reflexão sobre a vida! Claro que isso não deve ser “regra” para ninguém, eu até entendo aqueles que diante de dores atrozes em virtude de perdas preferem simplesmente “levarem” a vida do jeito que dá! Mas temo que tal postura apenas adie o inevitável encontro com o “peso” de processar o sentido da vida em algum momento. Razão porque penso que não se deve “acumular” acontecimentos para esse balanço reflexivo sobre a vida.

É óbvio que um dia lança luz sobre outro e apenas “muito tempo depois” é que certos eventos se tornam mais claros. O importante em tudo isso é não ser figueira frondosa sem FRUTO! Explico: De nada adianta parecer ser/ter uma vida digna de ser admirada pelos transeuntes ao nosso redor e NADA PRODUZIR em favor da existência. Esse é o sentido da parábola da figueira (leia Lucas 13.6-9). Claro que há ESTAÇÕES da vida em que os frutos surgem mais abundantemente, já em outras parecem nem existir! Não importa: para a vida valer a pena ela tem que ter utilidade para além dela.

O ano de 2020 se aproxima de seu final e cabe refletir se sua vida de algum modo tocou outras vidas! Se suas mãos de alguma maneira seguraram em outras mãos (ainda que figuradamente falando rsrs). Se seus olhos foram capazes de enxergar outros. Se suas pernas se moveram na direção de quem estava longe. Se seus lábios se abriram para encher a alma de quem estava vazio e seus ouvidos serviram para aqueles que abandonados queriam apenas sentirem-se acolhidos.

E esse ano como foi? Foi uma Estação ruim? Você não soube lidar bem com as mudanças? De algum modo você foi alcançado por alguma tragédia? Então é tempo de “parar um pouco” e deixar vazar as energias que sugaram sua vitalidade. Ano novo tá chegando! Vamos tentar de novo! Sempre há tempo para recomeços! Esteja pronto para frutificar nas novas estações que se aproximam!

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14
dezembro

Soube que me amavas! – Por Claudionor Bezerra

“Deus, no entanto, mostrou seu grande amor por nós, enviando Cristo para morrer por nós enquanto ainda éramos pecadores.” (Rm.5.8, Bíblia Viva)

 

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Soube que me amavas! Quando esse “saber” se apoderou do meu ser foi irresistível! Tudo mudou. As alegrias eram mais alegres e as tristezas suportáveis. Tudo se fez dia. Mesmo nas noites escuras um “sol” invencível brilhava dentro do meu ser! Tudo isso porque eu “soube que me amavas”! Suas Palavras de misericórdia e compaixão as tomei para mim, porque de fato eram! Seu andar na vida exalando o bom perfume do Amor condescendente me inebriou!

Eu soube que me amavas! E quanto mais eu me dava conta desse amor mais suas Palavras faziam sentido! Foi um duro golpe naquilo que acreditava ser meu “eu”! Visto que meu “eu” nada mais era senão uma falsificação do ser que o mundo havia me ensinado! Sabendo que me amavas decidi negar esse “eu” esquizofrênico! Sabendo que me amavas resolvi abraçar a tua cruz! Sabendo que me amavas desejei andar na vereda estreita! Sabendo que me amavas entrei pela porta apertada! Tudo foi tão simples! Não havia condicionamentos. E como poderia? Se Ele superlativamente me amou quando não havia nada em mim digno do Seu amor!

Foi assim que soube que me amavas como ninguém jamais poderia me amar! Soube que me amavas, mas soube também que esse amor lhe foi custoso! Soube que me amavas e que livremente aceitastes o sacrifício desse amor! Foi impossível não chorar quando soube a que ponto teu Amor te levou por mim! O que antes era apenas uma história de dor, se revelou para mim uma história de amor.

Entendi o que significa: “Christo pro me”! Uma expressão de Martinho Lutero. Este também, na solidão da torre, soube que era amado! Este “saber ser amado” me livrou dos traumas da existência. Não me livrou da dor, mas me livrou do desespero. Não me livrou das tribulações, mas me livrou das angústias fatais. Não me livrou das perplexidades, mas me livrou do desânimo definitivo. Não me livrou da perseguição, mas me livrou do desamparo existencial. Não me livrou do abatimento, mas me livrou da destruição emocional.

Hoje, de fato, nem sei como viveria sem saber que me amavas! Soube que me amavas! Mas não se trata de amor de ontem. É amor de agora! Mas, agora é que tenho consciência disso! No entanto, foi indizível saber que me amavas quando ontem não te devotava nenhum amor! E assim sigo sabendo! Sabendo que me amavas desde lá! E desde lá, segues me amando!

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14
dezembro

Artigo – Por Adriano Oliveira

O PT ACABOU?

 

Imagine que você é estrategista ou hábil político. O ex-presidente Lula lhe convida para o almoço e diz: “O PT não terá candidato a presidente da República. Mas queremos indicar o candidato a vice”. Você aceitaria? Outro cenário: alguém lhe informa, em absoluto sigilo, que o STF restaurará os direitos políticos do ex-presidente Lula e ele deve ser candidato à presidente em 2022. Você descartaria Lula das suas análises?

As duas perguntas acima têm o objetivo de trazer o realismo político para a política. Em meu último livro – Qual foi a influência da Lava Jato no comportamento do eleitor? – mostrei que o PT perde eleitores desde 2010 na disputa presidencial. Revelei que a admiração ao PT estava em forte declínio. E que reagiu na disputa presidencial de 2018.

Os resultados das eleições municipais revelam forte queda do PT. No ano 2000, o PT conquistou 189 prefeituras. Em 2012, 652. Antes, em 2010, o ex-presidente Lula elege Dilma Rousseff e deixa o governo com alta aprovação. Em 2016, após intensa ação da Lava Jato, o PT conquista 256 prefeituras. E neste ano, 183. Entretanto, desde 2002, o PT ganha eleição presidencial ou disputa o 2° turno. Ressalta-se que em 2018, mesmo diante do intenso bombardeio da Lava Jato, Fernando Haddad (PT) foi ao 2° turno.

No pleito municipal, o PT declina. Nas eleições presidenciais, o PT segue como ator estratégico. O desempenho do PT na eleição municipal não sugere qual será o seu desempenho na disputa presidencial. Esta é a evidência. Portanto, não posso considerar o desempenho do PT na eleição municipal e antecipar o seu desempenho na futura competição presidencial de 2022.

Pesquisas qualitativas da Cenário Inteligência realizadas este ano em várias cidades do Nordeste revelam que o PT é associado à corrupção e à bonança. O ex-presidente Lula também. Os eleitores que não gostam do PT, independente da classe social, mostram forte decepção com o partido e com Lula em razão da corrupção. Vários deles, contudo, reconhecem os benefícios da era Lula.  Existem eleitores que, apesar da corrupção, afirmam que gostam de Lula, pois “quem nuca roubou?”.

O antipetismo existe. Porém, o lulismo também. Ambos são concorrentes. Como ambos estarão em 2022 em um cenário com Bolsonaro candidato e, possivelmente, pífio desempenho da economia? Proponho cautela na previsão quanto ao PT. Ainda é cedo.

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02
dezembro

Artigo – Por Adriano Oliveira

BOLSONARO PERDEU?

 

Antes da eleição municipal, a tese da nacionalização estava posta. No caso, as disputas locais sofreriam forte, razoável ou fraca influência do bolsonarismo ou do antibolsonarismo. Tal tese era plausível, em razão da intensa polarização observada na disputa presidencial passada e em virtude da dinâmica das redes sociais. A nacionalização influenciou fracamente as disputas municipais.

Se o efeito da nacionalização na eleição 2020 não foi intenso, não posso afirmar que o presidente Bolsonaro saiu enfraquecido da disputa eleitoral. Assim como não posso concluir que existe antipetismo intenso. Os confrontos observados em 2018 não foram fortemente observados em 2020. Isto não significa, entretanto, que eles não tenham existido fracamente.

Se o presidente Bolsonaro fosse filiado a algum partido político, como o PSL, e este tivesse conquistado, apenas, 50 prefeituras em todo o Brasil, era plausível afirmar que o bolsonarismo perdeu. Mas o mandatário da República não tem partido. Portanto, qual é o meu indicador para afirmar que o presidente Bolsonaro saiu enfraquecido da eleição municipal?

A fraca presença de Bolsonaro na eleição 2020 não revela nada, pois o raciocínio é simples: a sua forte presença na disputa municipal revelaria a sua força ou fraqueza. Portanto, não tenho evidências/indicadores para avaliar o bolsonarismo na recente disputa eleitoral. E, como frisei, o impacto da nacionalização na disputa municipal foi fraco.

Em 2022, o bolsonarismo estará presente, sem os efeitos da sua ausência no pleito eleitoral de 2020. O que não sei, neste instante, é qual será a força do bolsonarismo na disputa para presidente. Será força máxima, relativa ou fraca? O ano de 2021 dirá como o bolsonarismo chegará na disputa presidencial. Como o bolsonarismo é formado por elementos ideológicos, não considero apenas a economia para predizer a força do bolsonarismo em 2022.

Segundo pesquisa do PoderData realizada entre 23 a 25 de novembro, a aprovação do presidente Bolsonaro é de 42%. E a reprovação de 48%. Foi estratégico para o presidente da República o sumiço na eleição municipal? E se ele tivesse participado ativamente, os seus candidatos venceriam? E se o Aliança Brasil existisse, quantos prefeitos elegeria? Diante da ausência de evidências, concluo: Bolsonaro não perdeu nesta eleição.

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30
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

O que vem no futuro

 

Escutamos desde novos que “o futuro a Deus pertence”, sem entrar no mérito religioso e sem poder utilizar a ciência histórica, a qual trata do tempo passado e não do futuro, vamos recorrer ao auxílio da ciência política para a construção de um simples cenário político local.

Temos vários fatores hoje que terão impactos direto na administração local no próximo ano, a exemplo da taxa de desemprego de 13,7 milhões de pessoas, uma retração no PIB de 5% e uma segunda onda da pandemia da covid-19, já acontecendo na Europa.

Como se não bastasse os problemas já existentes na saúde, educação, infraestrutura, segurança, o não pagamento do Santa Cruz PREV em torno de R$12,5 milhões, máquina pública inchada, falta de planejamento, funcionários públicos desmotivados, dentre outros.

 Logo, vemos que os desafios do futuro gestor serão enormes diante do cenário apresentado anteriormente. Os problemas já existentes que o gestor precisa ter um conhecimento mais profundo possível e se cercar de pessoas qualificadas. E quanto a nós eleitores? Somos os responsáveis por eleger os que nos representarão e não devemos mais cometer os mesmos erros que cometemos no passado, colocando pessoas para administrar a nossa cidade sem a devida capacidade para resolver os nossos problemas.

Ligeirinho

A Sabatina dos professores – vejo como positiva a realização por parte do Sindicato dos Professores (Sinduprom), pois diante dos professores e da população os candidatos se comprometeram com a educação pública municipal e tudo foi transmitido pela Rádio Polo e rede sociais, como também gravado, o que servirá a todos de registro histórico.

Os professores e a sabatina – vejo como positiva a participação de todos, em especial, os que entenderam ser aquele momento ímpar para nos esclarecermos e questionarmos as propostas dos candidatos para a educação. Entretanto, sem corporativismo, sem querer ferir ninguém e sem entrar no mérito do direito, lamentar a racionalidade útil de alguns colegas satisfeitos com respostas sem nexo ou perguntando para encurralar, deixando de exercer o sagrado direito à liberdade.

A Sabatina e os candidatos – estão de parabéns os candidatos a prefeito Allan Carneiro, Dida de Nam e Fábio Aragão por terem comparecido. No entanto, percebemos que os candidatos da oposição Allan e Fábio se preparam mais para serem sabatinados. Alan foi o mais cobrado por não ser das alas tradicionais e o vice-prefeito e candidato Dida, mesmo com todas as informações da educação disponíveis, não se preparou para a sabatina e teve um desempenho pífio com chavões e respostas repetitivas.

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25
outubro

Ele é…! e isso basta! – Por Claudionor Bezerra

“Quando Pedro ainda estava falando estas coisas, o Espírito Santo caiu sobre todos aqueles que estavam ouvindo a Palavra de Deus!” (At.10.44, Bíblia Viva)

 

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

 

Ele é livre! Soberano! Ninguém O manipula! Ninguém O condiciona! Não segue roteiros! Não se subordina a liturgias! Apesar de agir no homem, está para além das finitudes da humanidade! Ele traz luz onde existe trevas. Ele traz vida onde existe morte. Ele opera nas recâmaras do coração humano. Ele é irresistível quando atua nos subconscientes do homem. Ele é vento! Ele é fogo! Ele é rio transbordante! Ele dança sobre as águas. Ele sustenta a criação. Ele visita o cosmos e renova a face da terra. Ele opera com poder. Ele suplanta as leis da materialidade. Ele é gracioso. Não se suja com o sujo, nem se impurifica com o impuro. Mas ao sujo Ele, limpa. Ao impuro, purifica.

Ele é zeloso. Ele tem ciúmes daquilo que possui. Ele se entristece com o vacilante. Mas se derrama em alegria ao que se submete em gozo. Ele fala. Ele orienta. Ele corrige. Ele é Um, sendo Trino! Ele é fonte inesgotável de consolo. É intercessor para os desanimados. Ele é assim: Indefinível. Naquele dia Ele decidiu se derramar sobre aqueles cujo coração se arregaçavam para o Evangelho! Fez isso livremente. “Pedro ainda estava falando”! Ele não recebe ordens! Ele sopra onde quer. Ali não houve rituais, palavras mágicas ou qualquer coisa do gênero! Era obra santa, genuína, não falsificada ou fabricada. Não veio sobre um grupo seleto, nem tampouco sobre alguns “iluminados”. Veio “sobre todos aqueles que estavam ouvindo a Palavra”. Estes foram batizados nEle! Cheios dEle! Selados por Ele! O louvor era o sinal da presença dEle.

As línguas eram prova contundente e inconteste que a dádiva do Evangelho era para todos! Face a sua atuação os homens se admiram e são vencidos. Não há mais argumentos. Cessou-se toda tese. Findou-se qualquer justificativa. Como negar o símbolo para aqueles que já receberam a realidade, foi essa a constatação: “Pode alguém negar a água, impedindo que estes sejam batizados?” (At.10.47). Assim, como não estender a destra de comunhão àqueles que foram abraçados e beijados pelo Espírito? Nesse dia a percepção da sua presença foi irresistível. Mas nem sempre é assim! Haverá dias cuja manifestação dEle será silenciosa. Imperceptível! Por isso muitos tentarão reproduzir o fenômeno e falsificarão seu agir! Mas enganam-se os falsificadores, posto que Ele será sempre singular! A Palavra sempre será sua espada. Jesus a sua glória! Quem passar disso não O conheceu, nem muito menos o experimentou como os da casa de Cornélio naquele dia. Um dia que entrou na história! O dia da visitação do Espírito Santo de Deus! E você? Já foi por Ele visitado?

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23
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

“Eu vou postar só pra doer em você”

 

O sucesso do momento nessas eleições é muito utilizado nas redes sociais, essa estrofe acima da música é sempre usada em vídeos quando alguém de um grupo quer zombar ou trollar algum adversário.

Isso demonstra, dentre outras coisas, o quanto somos emotivos e o quanto essa nossa emotividade se reflete nas nossas ações, nas nossas escolhas, inclusive, na políticas.

Optamos por zombar ou trollar os outros para tentar provar a nossa superioridade e dos nossos candidatos, sem medir as consequências para mim, para o outro e para a cidade. Assim como, estamos tentando esconder as nossas carência e defeitos.

Assim, escolhemos os nossos candidatos por ser gente boa, por ser simpático ou até mesmo por amizade. Não os escolhemos pela razão, pelo o seu plano de governo, pelo seu preparo e capacidade para governar.  E se não der certo? A culpa é da oposição e da imprensa, pois como diz Satre: “o inferno é o outro”.

Ligeirinho

Ainda não foi dessa vez – em vídeo que circula no whatsApp, o vice-prefeito e candidato a prefeito pelo PSDB Dida de Nam afirma: “Esse negócio: ele não foi pra debate! Quem disse que eu não vou pra debate? Eu vou pra debate sim”. Mas não compareceu ao debate promovido pelo Blog do Bruno Muniz. Assim, está devendo ao povo de Santa Cruz a sua ida ao próximo debate para mostra as suas propostas, todavia, se não for de novo, correr o risco de ser chamado de fujão pelo povo.

O debate I – previsto para iniciar ás 19h, mas apenas iniciou-se ás 20h45min, quase não ia acontecendo. Os detalhes ficaram por conta da rua em ficariam os partidários do candidato Fábio Aragão, som alto, provocações, no ambiente. Enfim, prevaleceu o “bom senso” sobre a teatralização.

O debate II – estão de parabéns os candidatos a prefeito Allan Carneiro e Fábio Aragão por terem comparecido. O debate teve um bom nível e um equilíbrio, mas sem entrar no mérito de um ganhador, percebi um Allan que se preparou para o debate e foi superior em argumento e desenvoltura e, um Fábio que não fez direito o dever de casa, principalmente a partir de metade do segundo bloco, mas especialmente, no terceiro.

Renovar é preciso – a câmara de vereadores de Santa Cruz, pois o nível das discussões por falta de conhecimento é grande, contudo, confesso que estou muito preocupado pois 82% dos candidatos a vereador não possuem curso superior. Assim é preciso renovar, porém com qualidade.

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15
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

Eu quero é festa

 

Utilizada para comemorar uma boa colheita entre povos mesopotâmicos na antiguidade ou pelos romanos na conhecida política do pão e circo, a festa torna-se hoje, assim como em Roma, um excelente instrumento de controle.

Por outro lado, diferentemente de Roma, aqui nos restou apenas o circo com a desvantagem de não ter o pão, nem durante e nem depois da eleição. Isso demonstra que voto não tem preço, mas tem consequência.

Impulsionados ou motivados, centenas ou milhares de pessoas saem as ruas para a festa da democracia ou, até mesmo, um carnaval fora de época que foi e permaneceu sendo patrocinado pela inexistência de uma política pública de lazer e cultura nessas cidades.

Por isso, em ano eleitoral as pessoas são seduzidas pelo néctar dos deuses terrestres, o qual que fica ainda mais doce e com preços imbatíveis, bem como ainda servem de gladiadores “não forçados” a defender os seus imperadores.

Ligeirinho

É verdade I – falta lençou na UPA sim, pois a avó de minha esposa foi vítima dessa falta de respeito com o ser humana, mas isso é a consequência da “política pública da festa” existente em nosso município, pois até para comprar os lençóis foi feito um Baile Municipal. Será que o dinheiro ainda não Chegou?

É verdade II – não falta dinheiro à “política pública da festa”, pois quando eu estava exercendo o mandato de vereador fiz um levantamento e só em estrutura de festa foram gastos mais de 1,3 milhão, e nesses quase oito anos do atual governo, quase 20 milhões foram gastos em festa.

A diferença I – enquanto em Toritama a política pública do prefeito construiu quatro Escolas de “primeiro mundo” com recursos do próprio município, quantas foram feitas em Santa Cruz? Lá se comprou mais de vinte ônibus para os estudantes, inclusive os universitários são beneficiados, e aqui, quantos foram comprados? Lá…, e aqui…?

A diferença II – da “política pública da festa” para a política pública de fato é que em Toritama os funcionários públicos receberam a parte do 13º salário e enquanto aqui, alguém sabe dizer quando saí? De uma coisa eu tenho certeza: lá têm problemas também, porém a forma de administrar os recursos públicos tem sido mais eficaz.

Minha Gratidão aos Professores – “Parabéns pelo seu dia. Quero lhe agradecer pela paciência e por cada ensinamento, tenho em você uma inspiração de sabedoria e alegria. Continue sempre exercendo essa profissão com tanta excelência. Lhe admiro muito. Obrigada por tudo”. Mensagem que recebi de uma aluna hoje a qual estendo aos meus ex-professores e atuais colegas nesse 15 de outubro.

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09
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

A Covid-19: Acabou, Acabou, Acabou

 

Na História da humanidade tivemos três grandes pandemias: A Peste Negra ou Peste Bubônica, surgida na idade média em 1347; A Gripe Espanhola de 1918, que apesar do nome surgiu nos Estados Unidos; e em 2019, a Covid-19, que surgiu na China.

Entretanto, você deve estar se perguntando: mas o que isso tem a ver com política? Tudo. Sem entrar no mérito administrativo e política de governo, me reporto nesse momento, aos movimentos partidários e a participação popular, em especial, no interior de Pernambuco.

Temos visto milhares de pessoas indo aos movimentos dos grupos políticos em Santa Cruz do Capibaribe. Penso que eleição sem participação do povo não existe emoção, seria como uma partida de futebol sem ter a torcida assistindo ou um circo sem palhaço. Contudo, me questiono: até que ponto um líder tem direito sobre a vida dos seus liderados? Até que ponto as pessoas estão exercendo a sua liberdade quando se trata de seu sagrado direito a vida?

Portanto, observando nas redes sociais e nas ruas da cidade, vejo milhares de pessoas eufóricas indo as passeatas e as carreatas defendendo as suas cores, bandeiras e ideias a que têm direito, mas não sei até que ponto temos direito de descumprir normas sanitárias e colocar em risco a nossa vida e as das outras pessoas, com isso só nos resta pedir proteção a Deus e cantar: acabou, acabou, acabou, o corona acabou.

Ligeirinho

Acabou I – a divulgação por parte da secretaria de saúde e da imprensa dos números de caso de pessoas infectadas, recuperadas e mortas com a Covid-19, mas parece que acabou a pandemia e apenas voltará depois da eleição. Por que será?

Comparações –  parte da imprensa tem feito comentário sobre as movimentações dos grupos políticos nos finais de semana e seus respectivos volumes de pessoas, porém não têm citado as visitas dos candidatos na porta das pessoas. Fiquei surpreso com a receptividade das pessoas, com a força do corpo a corpo do candidato Allan Carneiro.

Continua – as peruas, as Fake News e os ataques divulgados por seguidores dos grupos políticos.  Essa semana apareceu nas redes sociais um print e um áudio convocando as pessoas a atacarem o candidato Allan Carneiro.

Vazou – nas redes sociais pesquisa que mostra uma disputa acirrada entre os candidatos conforme já tinha escrito em matéria aqui intitulada: A novidade na eleição de 2020.

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07
outubro

Artigo – Por Adriano Oliveira

A PREVISÃO ELEITORAL

 

A campanha começou. Os candidatos saíram às ruas e chegaram às redes sociais pedindo o voto. Tarefa difícil. Pois a classe política não é bem vista pela maioria dos brasileiros. As pesquisas de opinião fazem parte do cotidiano dos candidatos, militantes e eleitores. Pessoas fazem apostas. Militantes torcem desesperadamente e afirmam que seu candidato vencerá. Os candidatos, geralmente, sempre acreditam que vencerão.

Algo importante a ser dito: é possível prever o resultado da eleição. Mas não são as pesquisas de intenção de voto que farão isto. Elas importam quando não são consideradas isoladamente. É necessário olhar com muita atenção o desejo do eleitor. Nem sempre o eleitor que quer mudança, deseja mudar tudo. Querer algo mais, não é sinônimo de prefeito reprovado. O debate enfadonho entre esquerda e direita não faz parte do cotidiano de grande parcela dos eleitores. O eleitor deseja manter as conquistas. E deseja do candidato que ele reconheça os desafios.  A nacionalização influencia alguns eleitores. Portanto, a mente do eleitor é complexa e paradoxal. E precisa ser adequadamente interpretada através da pesquisa qualitativa.

Deve-se considerar o voto de estrutura na construção de previsões. Quanto mais vereadores pedindo voto para um candidato a prefeito melhor. E se eles estão motivados em virtude dos acertos regularmente contemplados, o eleitor será alvo a ser alcançada com muito vigor. As prefeituras exercem força centrípeta entre os eleitores. Elas têm o poder de guiar a escolha do votante. Quanto menor o município, maior a força do poder municipal para conquistar eleitores. Não desprezem prefeitos reprovados em municípios pequenos.

Decifrar a estratégia de campanha do candidato também possibilita a previsão. A estratégia advém das pesquisas. Elas precisam decifrar os paradoxos do eleitor. A análise da estratégia do candidato oferta condições para você decifrar o futuro. Isto é: qual a perspectiva de crescimento do competidor. Volto a recomendar: não olhem isoladamente a intenção de voto. Olhem a estratégia.

Quando falo em previsão eleitoral, lembro da eleição de Jair Bolsonaro. Nesta eleição, a força da Lava Jato na construção da opinião pública foi parcialmente desprezada. E claro, o sucesso eleitoral do presidente mostrou que tempo de TV não é tudo e força da coligação também. Porém, nunca teremos condições de responder a seguinte indagação: e se a facada não tivesse ocorrido? Portanto, a predição eleitoral fica sempre a depender dos cisnes negros. Mas se eles não surgem, a previsão é possível.

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06
outubro

Radar Político: “Campanha esquenta, vamos perguntar?” – Por Neydson Ferreira

Diferente da timidez da estreia ou do primeiro jogo, a campanha eleitoral em Santa Cruz do Capibaribe começou como se fosse o último dia. Uma final de campeonato. Um verdadeiro Fla x Flu. E nessa política ao avesso, ficam alguns questionamentos na cabeça do eleitor: Qual a situação da terceira via? Como podemos explicar uma campanha levantada às pressas aparecer como favorita, empolgar tanto e ser o principal destaque da cidade? E a força do bloco azul de situação, está tudo azul mesmo?

O TEMPO NÃO PARA, CURTO E “GROSSO”:

Porque Fla x Flu? A cada dia as coisas se encaixam no cenário político local. O eleitor é exigente, mas ainda está apegado as questões culturais. Dois blocos claramente se destacam e neste campeonato, o América será coadjuvante. Seu jogador é insosso e vazio, talvez tenha começado errado, pois o esporte aqui é futebol, não tem vaga para trampolim.

Terceira via com Allan: Mais uma vez tentam emplacar uma terceira via na terra da sulanca. O candidato Allan Carneiro, jovem empresário e com boa oratória, se colocou como diferente, mas ficou evidente que é mais do mesmo e com as velhas práticas políticas. Prometeu não usar o Moda Center como trampolim político e está aí como candidato. Arregimentou empresários, militantes da velha política, promete o que não sabe onde encaixar, confunde o público com o privado e vai sucumbindo na opinião popular.

Edson, digo, Dida: O azul que costumava dominar ou dividir as preferências do eleitorado ainda não disse a que veio. Grandes eventos? Sim, mas não há brilho suficiente para empolgar nem o candidato. Dida está sempre com o aspecto abatido, inseguro. Um vice-prefeito que não consegue discutir a administração pública municipal. O azul tem grande potencial, tem a força da máquina pública (o que não deveria ter, alô justiça eleitoral), está apostando no poder de seu marketing e na sua megaestrutura. Vamos esperar Dida sorrir e torcer para que reflita em seu apaixonado eleitorado e este, vista o azul.

Fabio, o filho: Devem ter pensado, e agora? Seria justo manter uma candidatura por 4 anos, discutir Santa Cruz do Capibaribe, planejar, exalar amor pelo município e sair de cena? O que fazer com as pessoas que sonhavam junto com ele por uma Santa Cruz melhor e agora se deparam sem ele? Pois bem, a esperança não morreu. Ela vive no coração de cada um que representa o vermelho e isso, vem sendo demonstrado nas ruas, no início desta campanha. Tradicional bloco partidário local, os taboquinhas trazem um candidato “parido” de um lindo sonho. Fábio é um empreendedor bem sucedido, um pai exemplar, um administrador e traz na sua bagagem um gigante exemplo de honestidade e homem público. Fábio teve um professor que sobreviveu ao dilúvio chamado política e amou Santa Cruz até seu último suspiro e que deixou um legado muito presente em seu filho. Fábio Aragão tem vida própria, mas carrega um sonho que continua vivo. O grupo taboquinha entendeu isso. Fernando vive e a esperança se renovou com seu filho.

O vencedor: Num clássico como um Fla x Flu ninguém se arrisca a afirmar quem vence. No campo de futebol, diferente do campo da política, pode dar empate. No cenário político tem que haver um vencedor, e nesta disputa, torço para que o povo vença e Santa Cruz volte a respirar.

 

As opiniões aqui expressas, são de total responsabilidade do seu idealizador.

04
outubro

Quem se sabe amado não precisa fazer loucuras para provar que é alguma coisa – Por Claudionor Bezerra

“Salte daí”, disse ele, “e prove que é o Filho de Deus” (Mt.4.6, Bíblia Viva)

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Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

O amor não pede sacrifícios! O amor sacrifica-se! Quem pede garantias ou faz provas para saber se é amado, nada sabe sobre amar. O amor é uma confiança silenciosa. É uma certeza que pacifica a alma. Quem se sabe amado, não realiza mais os saltos da dúvida. Mas, ainda assim, dúvida é “bixo” teimoso. Está sempre por perto. O tentador sabe disso e sabe usar isso. Há momentos onde estamos mais vulneráveis, mais fragilizados. Alguns dias atrás, por ocasião do seu batismo, Jesus ouviu a voz de Deus-Pai: “Este é o meu filho amado”.

Em seguida, o filho amado é conduzido ao deserto. Naquele lugar inóspito Satanás semeia a dúvida: “Será que realmente Ele te ama?”, “Acho que está na hora de provarmos isso”, “Salte daí”, disse ele, “e prove que é o Filho de Deus”! Para legitimar ainda mais seu discurso ele cita a Bíblia: “as Escrituras declaram: `Deus enviará seus anjos para impedirem que Se machuque”! Que tentação terrível! Você já viveu alguma situação em que duvidou do amor de Deus por você? Existem alguns “desertos” existenciais em que isso é inevitável? É preciso saber passar por estes processos com confiança plena de que somos amados. Quando alguém diz: “Se Deus me ama…” então aí já se instalou a semente da dúvida. E pasmem! Tem gente sendo instrumento do diabo com a Bíblia na mão! Incentivando, no espírito do tentador, que se faça provas desse Amor!

Nessa loucura tem gente com o dedo na Bíblia e os olhos para o céu “cobrando” de Deus as provas do amor. Não seja mais um que se “joga” nessa tolice! O Amor também nos leva aos desertos da vida. Deus está nos amando no deserto. A resposta de Jesus ao tentador não tenta justificar as razões de Deus para nos levar ao deserto. Isso porque nem sempre teremos explicações para tudo aquilo que nos ocorre. Portanto, precisamos simplesmente confiar e saber que “as Escrituras declaram: Também está escrito: Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus”! Ou seja: Confie no Amor! Onde você está agora? No deserto… na angústia, na solidão, decepcionado, sozinho, triste…! Alguém lhe feriu? Você não sabe porque as coisas chegaram até esse ponto? Eu preciso lhe dizer uma coisa: Ele te ama, Ele sempre te amou! Não duvide disso! Você não precisa dar “saltos” perigosos apenas para chamar a atenção dEle! O Amor dEle por nós dispensa qualquer comprovação. Na cruz Ele já provou tudo! Ali Ele nos amou sem ser amado! Não há maior prova de amor!

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03
outubro

Panorama – Com Ralph Lagos

Começou – O inicio da campanha eleitoral começou a todo vapor. Carreatas, passeatas e a entrevista do Santa Cruz Online marcaram a primeira semana da campanha eleitoral na capital da moda. Deveremos ter uma campanha acirrada pela frente e esse acirramento pode se transferir para as urnas.

Digital, mas nem tanto – A primeira semana de campanha mostrou que o digital vai está muito em voga, mas, que a tradicional campanha de rua será muito importante em Santa Cruz. As movimentações do ultimo domingo já apontaram para isso. As três alas partidárias colocaram o bloco na rua e com os paredões de som animaram eleitores e a militância.

Entrevista – Outra coisa que me pareceu muito evidente, foi a falta de aprofundamento dos três candidatos com seus respectivos planos de governo. As perguntas do jornalista Ney Lima versaram basicamente sobre os planos de governo e todos três deixaram claro que precisam estudar melhor o que sugerem fazer pela a cidade.

Três homens e um destino – A verdade é que o próximo prefeito de Santa Cruz terá um grande desafio pela frente. Uma cidade que tem mais de cento e dez mil habitantes e que começa a receber investimentos pesados da iniciativa privada, somados a um crescimento que chama atenção e um período de crise econômica e sanitária, me faz pensar que o vitorioso terá muito mais que se preocupar, do que comemorar depois do resultado do dia 15 de novembro.

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02
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

Plano ou Intenção de governo: o que ele tem a ver comigo?

 

Sendo o Plano de Governo uma exigência legal para registro de uma candidatura a majoritária, os três concorrentes a prefeito de nossa cidade o apresentaram para a justiça eleitoral.

Os Planos ou Intenções de Governo apresentam os problemas da cidade e as suas respectivas soluções por parte dos candidatos Allan, Dida e Fábio.

Formalidade para uns ou Intenção para outros, o que precisamos entender dos Planos é: como foram construídos? Por quem foram elaborados? Quem participou com sugestões? Para quem foram feitos? Como funcionará e interferirá em nossas vidas? Enfim, o que ele tem a ver comigo?

O que muitos não sabem é que o vencedor dessa eleição colocará essa intenção de governo dentro das leis orçamentária: PPA, LDO e LOA que formam o bolo da cidade que precisa ser dividido para todos, em especial, para os mais necessitados.

Portanto, entender que a intenção de governo tem tudo a ver comigo ajudará a definir o meu voto, pois isso significa compreender as prioridades que o futuro prefeito terá ao gastar o nosso dinheiro: se na saúde, se na educação, se no saneamento, se na política social e econômica ou em festa caríssima e obras inacabadas.

Ligeirinho

Trocando em miúdos – Plano ou Intenção de Governo transforma-se em PPA (Plano Pruri Anual, LDO (Lei de Diretrizes Orçamentária) transforma-se nas prioridades do governo retirada do Plano anualmente e, a LOA (Lei Orçamentária Anual) transforma-se no dinheiro que o prefeito vai gastar anualmente para cumprir com as promessas de campanha.

Plano ou Intenção de Governo I – Um, parece bem elaborado, outro, parecido com o anterior e último feito em três noites, mas todos estão aí para serem lidos e analisados.

Plano ou Intenção de Governo II – é preciso uma pergunta por parte de cada cidadão santa-cruzense e da imprensa aos candidatos a prefeito de Santa Cruz: de onde vem os recursos para cumprir as intenções de governo com a população?

Errata – semana passada escrevi sobre quatro tentativas de um grupo popularmente ou taxativamente de terceira via, mas na realidade foram cinco, pois esqueci de Jaciael e Lenildo.

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29
setembro

Desaventuranças de uma nova geração… não tão nova assim! – Por Claudionor Bezerra

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Desaventurados os arrogantes e presunçosos, do tipo que não leva desaforo pra casa, pois dos tais são as vitórias nos debates virtuais e as derrotas onde a vida acontece de verdade;

Desaventurados os que dão gargalhadas contra a vida e contra o próximo, do tipo que faz chacota das pessoas por causa da sua cor de pele, das opções sexuais ou das deficiências físicas, porque eles serão admirados por uma legião de idiotas, depois se sentirão sozinhos;

Desaventurados os valentes e dos que se gabam de não serem politicamente corretos, eles herdarão um lugar entre os abandonados na vida e construirão relacionamentos baseados na barganha e no jogo de poder, quando não terminarem na cadeia ou no cemitério;

Desaventurados os que têm fome de esperteza e sede de malandragem, eles se encherão de si mesmo, visto que eles serão enredados pelas mesmas armas que manuseiam;

Desaventurados os impiedosos e dos que dizem “bem feito”, por que um dia eles mesmos provarão do seu próprio veneno;

Desaventurados os que se deixam conduzir pelo engano do seu próprio coração, eles serão como Narciso, verão a si mesmo e se perderão na contemplação enganosa da sua própria imagem;

Desaventurados os que incitam as guerras entre os homens e daqueles que promovem a ruptura entre os humanos, esses serão condecorados com o título de cooperadores do diabo;

Desaventurados os que desembainham suas espadas para perseguirem e matarem por causa de supostas causas justas, pois eles mesmos sofrerão o duro golpe de ao final de tudo perceberem que nenhuma guerra e nenhum sangue derramado é justificado por nenhuma causa, por mais nobre que pareça;

Chorem e lamentem, pois tais desaventuranças é o prêmio fútil de quem decidiu viver contra o sentido da vida, porque semelhantemente a história testemunhou que muitos existiram, mas não viveram, pois fizeram escolhas de morte e não de vida.

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28
setembro

Opinião – Por Afrânio Marques

A novidade na Eleição de 2020

 

Historicamente a disputada eleitoral em Santa Cruz do Capibaribe era decidida entre os dois grupos políticos ou oligarquias de nossa cidade. Ao longo dos quase 67 anos de emancipação política nunca um outro grupo político ou partido chegou a ameaçar essa hegemonia, mesmo diante de quatro tentativas no passado da chamada, popularmente ou taxativamente de terceira via, que foi encabeçada na época por Pedro Filho, João Alfredo, Fernando Aragão e Cleiton Barbosa.

Entretanto, pela primeira vez na história política de nossa cidade surge um novo grupo liderado por Alan Carneiro e Vera, que ameaça de forma concreta o poder dos dois grupos políticos tradicionais liderados por Edson Vieira e Dida de Nam, Fábio Aragão e Helinho Aragão que se revezaram no poder ao longo dos últimos 66 anos.

Assim, a novidade da eleição desse ano vai muito além das cores, das carreatas, dos comícios virtuais e de uma eleição durante uma pandemia. Contudo, ela fica por conta da disputa voto a voto e pela decisão nos últimos 15 dias que antecedem a votação, com chance de qualquer um dos três grupos vencerem.

Ligeirinho

Encurtando – Pela primeira vez na história política de Santa Cruz surge uma alternativa política fora dos dois grupos tradicionais e com chances iguais de chegar ao poder o que deixa uns desnorteados e outros com os nervos à flor da pele.

A Mudança I – Não apenas uma palavra, mas um sentimento presente na sociedade Santa-Cruzense hoje que dependerá do mexer das peças do jogo por cada grupo e do voto branco e nulo se tornarem indignação direcionada

A Mudança II – A Câmara de Vereadores será compostas de representes dos três grupos políticos e ainda podendo contar com uma subdivisão familiar.

O Limite – Além do limite imposto pela pandemia e pela Lei Eleitoral, os candidatos também possuem um Limite, seja ele, apenas os votos de seus asseclas ou seguidores, seja ele, da sua própria rejeição.

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21
setembro

Um lugar para voltar… – por Claudionor Bezerra

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Tenha sempre um lugar para voltar, e em tendo cultive esse lugar, invista nele e transforme ele no seu abrigo em tempos de dificuldade. Claro que esse “lugar” terá uma existência física, um endereço, um CEP… mas ele precisa ser também um “lugar-dimensão”, de modo que onde quer que você esteja fisicamente, ainda seja possível fechar os olhos e se conectar com o SEU lugar de descanso e refrigério. Fato é que esse tipo de ambiente não se faz de coisas, de móveis ou utensílios, mas de PESSOAS, até mesmo as maiores mansões podem ser um lugar deserto se não forem habitadas por QUEM se AMA e se é AMADO. Não se preocupe com o que os outros pensam do “seu lugar de retorno”, importa que quando você volte para ele, física ou psicologicamente, sinta suas forças sendo revigoradas. Há muitos cuja vida se esvaiu de sentido porque perderam a referência desse “lugar”, não tiveram mais para onde voltar, suas almas se perderam no deserto do “não-amor”. Repito: você tem para onde voltar? Pare alguns segundos e pense nisso agora! Agora imagine que se isso é tão verdadeiro desse lado de cá da eternidade, muito mais poderoso ainda é saber que, da jornada da vida, também há um LUGAR para voltar, aquele mesmo lugar que Enoque depois de tanto andar com Deus decidiu ficar por lá, esse é o lugar que Jesus chamou de CASA DO PAI, lugar de muitas moradas!

 

 

 

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15
setembro

Coluna Ponto de Vista – com Euzébio Pereira

PROCESSO ELEITORAL SEGUE NOVO RITMO

Estamos entrando em um novo ciclo para a disputa eleitoral de 2020. Com finalização do período de realização das convenções partidárias, o processo eleitoral seguirá com uma dinâmica diferenciada, com todos os nomes postos para avaliação do eleitor. As chapas majoritárias já são de conhecimento público e tendem a ficarem resumidas a três: Dida e Joselito; Allan e Vera; e Fábio e Helinho.

Na última semana aconteceram, também, entrevistas com os pré-candidatos e, historicamente, as pessoas se reúnem na saída das emissoras para demonstrarem seu apoio. Diante dos protocolos, havia dúvidas se aconteceria nesta eleição. Pois aconteceu.

Na saída do primeiro entrevistado, Alan, alguns apoiadores o recepcionaram e ouviram dele um discurso, em tom até certo ponto raivoso, criticando obras. Com esse fato, os apoiadores de Fábio se estimularam e também o receberam ao final da entrevista. Encerrando estas atividades, Dida viu uma verdadeira multidão aguardando sua saída da rádio, onde percorreram diversas ruas da cidade, sem o pré-candidato, logicamente, numa demonstração de força. Como reação, foram realizadas outras movimentações.

 É natural a participação popular nas eleições, faz parte da “Festa da Democracia” e a cidade de Santa Cruz do Capibaribe tem histórico de movimentações bastante volumosas e com bastante participação, mas este ano será preciso se reinventar diante do cenário que ainda vivemos. Não podemos nos descuidar.

Em duas semanas começa de fato a campanha e aí o ritmo tende a ser ainda mais forte.

VAPT-VUPT

Agregando – Apoiadores históricos do grupo de oposição têm feito adesões públicas à pré-candidatura de Dida e Joselito, muitos dos quais não aceitam a forma de condução e as constantes brigas e desentendimentos do antigo grupo.

Migrando – Alan também viu alguns ex aliados dos “vermelhos” migrarem para seu projeto. Não se sabe se este fato compensará a visível perda de mobilização que aconteceu nas ultimas semanas.

Ajuntamento – Com a queda de braço vencida por Eduardo da Fonte (PP), restou ao PSB se curvar e aceitar que estava de fato #resolvido e promover o ajuntamento dos Maias, Moraes e Aragão. Até poucos dias se digladiavam e, agora, se toleram. Mesmo precisando se curvar, o Dep. Diogo pode ter garantido apoio para 2022, já Zé Augusto sempre planeja algo… Helinho, mesmo sendo posto para vice, saiu menor do processo.

Ficha Suja – Os Tribunais de Conta da União e do Estado (TCU e TCE) já apresentaram, preliminarmente, os nomes considerados popularmente como estando com a “Ficha Suja”. Algumas situações, mesmo constando nas referidas listas, podem conseguir liberação para registrar a candidatura, em virtude de entendimentos que vem sendo seguidos pela Justiça Eleitoral.

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11
setembro

Panorama – Com Ralph Lagos

Os Maias – José Augusto Maia vive um dilema pessoal. Acostumado a grandes embates dentro do seu grupo e fora dele, ZÉ agora tem um problema pra resolver no seio da sua família. Digo isso, porque segundo informações do próprio Tallys Maia, ele estaria disposto à disputar uma vaga na câmara de vereadores e já teria informado ao pai e ao irmão Augusto Maia da sua intenção.

Os Maias II – Augusto por sua vez, também me afirmou que vai pra disputa, o que colocaria os dois herdeiros de Zé Augusto em um páreo difícil. Augusto, apesar de já ter mandato e ser Presidente da Câmara, ainda tem uma dependência muito grande de Zé Augusto.

Um Maia azul – Se você acha que o problema dos Maias não pode ser maior, enganou-se. Tallys pode concorrer a vereança no palanque do grupo Boca Preta. Sim você não leu errado, no palanque de Dida de Nam. O palanque tão combatido por seu pai e por ele próprio pode ser o destino político do Tallys Maia.

Fora Presidente – Outra possibilidade é a de Augusto não concorrer ao cargo de Vereador. Nesse cenário Tallys seria candidato no palanque de Fabio Aragão. O problema é que a família de Augusto não parece disposta à aceitar esse acordo.

E agora, José? Além do fato de no desfecho taboquinha Zé Augusto não ter indicação na chapa majoritária, ainda poderá amargar uma campanha com um filho no palanque do seu maior adversário, que é o prefeito Edson Vieira. Isso poderá colocar de uma vez por todas em xeque a liderança já fragilizada de Zé Augusto no grupo taboquinha.

As cartas estão na mesa e o almoço de domingo na família Maia está meio indigestos. A possibilidade de tudo que escrevi acima acontecer, só reforça que quem tem partido do coração é o eleitor, político tem conveniência.

24
agosto

Coluna Ponto de Vista – com Euzébio Pereira

 

UMA CONSOLIDADA HISTÓRIA DE LUTAS

 

A política perde um dos seus bons quadros e nossa cidade um dos seus filhos que, ao longo de três décadas buscava servir com dedicação. A família e amigos perdem um ente querido e de referência.

Acompanhei, de forma mais próxima, o último mandato de Fernando Aragão na Câmara de Vereadores (2009/2012) e naquele momento constatava sua seriedade no debate sobre nossa cidade. Claro que as circunstâncias partidárias o forçava, algumas das vezes, a tomar medidas que não pactuava e isso o acompanhou em sua trajetória.

Muitas vezes a história se repete e, ainda consternado com a partida precoce, lembrei de uma breve conversa que tive com o mesmo, anos atrás, sobre um texto que escrevi para este Blog. Era meados de agosto e o ano era 2013. Ao reler o texto, muito se parecia com o cenário atual e as dicas ali constantes se aplicaram ao processo deste ano… O agradecimento dele aquele texto ficou marcado (inclusive a ironia que usou para reconhecer as acríticas ali presentes) por estarmos em projetos diferentes, mas com o mesmo objetivo: buscar o melhor para nossa cidade.

Compartilho este momento em homenagem ao cidadão e político Fernando Aragão, que dedicou grande parte de sua vida à política. E é na política que se constrói uma sociedade melhor, e não em sua negação.

Eis, parte, do texto citado:

Fernando Aragão e a repetição da história ou a consolidação de uma história de lutas

“Ao longo de seus vários mandados como vereador na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, o vereador Fernando Aragão tem tido um papel importantíssimo. Certamente isto teve inicio por conta que descende de uma das famílias que participaram da formação político administrativa de nossa cidade.

Muitas vezes lembrado pelas lutas junto ao saudoso Miguel Arraes, outras pelo temperamento forte e incisivo que o mesmo tem, o fato é que Fernando Aragão, na maioria das vezes e ao longo de sua trajetória política, tem seu desempenho e oportunidades atrapalhados pela politicalha que o cerca, bem como a outros bons políticos também.

(…)

Esta história pode mudar caso o vereador Fernando Aragão tenha realmente a intensão de ser candidato a Dep. Estadual, onde a alternativa mais viável para o mesmo é mudar de partido, fortalecer cada vez mais seu nome (inclusive na mídia) e partir com tudo para o projeto, pois a renovação de nomes no grupo de oposição está, em minha opinião, em seu mais experiente componente: Fernando Aragão!

O texto completo pode ser lido aqui:

https://www.blogdoneylima.com.br/politica/politica-regada-a-polemica-17

 

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21
agosto

Panorama – Com Ralph Lagos

 

Dia 20 de agosto de 2020, um dia que vai ficar marcado na história de Santa Cruz como um dia de tristeza e saudade. Essa data é a da partida para a eternidade de José Fernando Arruda Aragão, o guerreiro Fernando Aragão.

Começou sua carreira política militando no grupo do seu tio Raimundo Aragão, que era sem sombras de duvidas era o seu maior exemplo na política. Fernando sempre fez questão de enaltecer o tio, sempre o colocando como o melhor prefeito que Santa Cruz já teve.

Fernando foi vereador por cinco mandatos, presidente da câmara, candidato duas vezes a prefeito e uma a vice-prefeito. Foi também tesoureiro do Moda Center Santa Cruz e teve uma militância bastante ativa na sociedade civil organizada.

Ao longo dos seus 35 anos de vida pública as obras principalmente conseguidas nos governos de Miguel Arraes foram se sucedendo e Fernando começa a escrever uma história que jamais será esquecida. Sempre conciliou a sua vida pública com seu comercio, dia de feira, era dia Fernando está no Moda Center, vendendo sua confecção.

Fernando foi sempre um vitorioso, até quando perdeu. A sua maneira serena e democrática de aceitar a derrota dizia muito do grande homem que ele era. Mas vou além, Fernando foi vitorioso porque ao findar a sua luta aqui na terra, o testemunho de todos apontavam pra a sua honestidade e o amor que tinha a essa terra de Santa Cruz. Não existe vitória maior que essa, ser honrado, respeitado por aliados, adversários e o povo, que era pra Fernando o que realmente importava.

Na sua passagem pela política não deixou que nada manchasse as suas mão limpas, muito pelo contrário sempre teve uma reputação admirável, se comportando como um grande homem público e um exemplo de pai, avô, esposo e amigo. Santa Cruz chora sua partida, sabendo que é uma lacuna que não poderá ser preenchida, Santa Cruz dá adeus a esse homem que tanto amava.

Quanto a mim, vai ficar nossos momentos de alegria e de boas risadas, vai ficar sua presença e a de Dona Ivone quando meu pai ficou doente, as suas visitas constantes a ele, sempre com uma palavra de ânimo. O vinho que sempre tomávamos em nossos encontros descontraídos, está amargo. A tristeza aos poucos vai passar, só não vai passar da memória o grande homem que você foi.

Minha singela homenagem ao meu amigo FERNANDO ARAGÃO.

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13
agosto

Panorama – Com Ralph Lagos

O começo do fim – Pelos últimos acontecimentos parece que a novela taboquinha está chegando ao fim. O presidente estadual do PSB Sileno Guedes sinalizou que a legenda vai apoiar a candidatura de Fernando Aragão em Santa Cruz. Depois de vários meses de trocas de farpas e provocações, essa etapa da disputa parece que será superada. Resta agora saber como vai reagir o grupo depois da definição, já que até o momento ninguém se pronunciou.

Helinho – Tem como única vantagem nesse processo ter tido seu nome exposto por muito tempo na mídia e nas redes sociais. Só o tempo dirá se a exposição foi benéfica para o vereador e se isso se transformará em voto caso seja candidato a reeleição. O fato negativo é a imagem de uma submissão excessiva a José Augusto Maia, que mais uma vez foi o fiador de um processo que envolve Helinho, que não deu certo.

Zé Augusto – Não vai ficar parado, apesar do atual silencio, nem muito menos vai apoiar a candidatura de Fernando Aragão. Como já escrevi aqui mesmo, deveremos ter quatro candidaturas nesses pleito, e duas delas serão da ala taboquinha. Os nomes que são especulados é o do advogado Tallys Maia ou o próprio Zé Augusto pode figurar como o candidato, já que os dois não estão filiados ao PSB e tem o aval do presidente estadual do Republicanos para uma possível candidatura.

Diogo Moraes – Presidente municipal do PSB, Diogo não teve seu pleito atendido pelo seu partido, fato que gera a interrogação de qual será a reação pública do Deputado. Em outras situações Diogo peitou o palácio e saiu vencedor. Não acho que seria esse o caso desta vez. Diogo pensa em alçar voos mais autos e sabe que precisa do palácio e do PSB pra isso. Além do que o pai do Deputado volta a figurar nos bastidores como um bombeiro de toda essa situação. Oseas Moraes que foi deputado por dois mandatos, tem muito bom transito no palácio e dentro do PSB.

A falta de Eduardo e de Arraes – foi no dia 13 de agosto de 2014, que em um trágico acidente de avião Eduardo Campos nos deixou. Candidato a Presidente da República, governo muito bem aprovado em Pernambuco, Eduardo certamente teria sido um ator político que mexeria com a cena daquela eleição, tinha potencial pra vencer inclusive. O comando do PSB no estado também seria outro. Tenho lá minhas dúvidas se a aliança Vieira Moraes teria acabado em Santa Cruz por exemplo. Articulador nato, discurso irreparável, bom trânsito com opositores, quando olho para o nosso atual quadro político a minha afirmativa só pode ser, que falta faz Eduardo.

Põe meia dúzia de Brahma pra gelar, que eu tô voltando – A música de César Pinheiro e Maurício Tapajós, foi um dos grandes símbolos da volta de Miguel Arraes do exilio em 1979, depois de assinada a lei da anistia. Miguel Arraes de Alencar, deposto do cargo de governador em 1964, foi preso, confinado em Fernando de Noronha e depois no Rio de Janeiro. Logo após, por força de um habeas corpus concedido pelo STF foi solto e conseguiu áxilo na Argélia. Na sua volta para o Brasil Miguel Arraes foi ovacionado por uma multidão de mais de 50 mil pessoas em Recife. Foi Deputado Federal e Governador novamente, foi na verdade o Governador do sertanejo, do homem do campo, que se sentia representado na figura daquele homem simples e de rosto sisudo. Foi também em um dia 13 de agosto, desta feita em 2005 que Arraes faleceu. Do sertão ao cais, como faz falta Arraes.

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12
agosto

Artigo – Por Adriano Oliveira

O AUXÍLIO EMERGENCIAL E A ELEIÇÃO

 

Junho de 2014. Véspera da eleição presidencial. Uma eleitora numa cidade nordestina no decorrer da pesquisa qualitativa afirma: “Com Lula, o Estado bateu em nossa porta”.  Julho de 2020, em um município do Nordeste, um eleitor, ao ser questionado sobre as ações do presidente Bolsonaro na pesquisa qualitativa, expressa o seu sentimento: “Ele está ajudando muita gente com este Auxílio Emergencial”.

As pesquisas da Cenário Inteligência revelam que o bolsonarismo encontrou o lulismo no Nordeste. Por enquanto, são fenômenos semelhantes. O lulismo é mais completo. Pois tem os seguintes ingredientes: carisma do presidente Lula, ampliação do consumo, vários programas sociais, expansão das universidades públicas e Bolsa Família. O bolsonarismo é formado por três elementos: enfrentamento à corrupção, sinceridade do presidente e Auxílio Emergencial.

 O ex-presidente Lula continua forte na memória de parcela do eleitorado nordestino. É considerado o melhor presidente da História do Brasil. Mas, muitos eleitores, as falarem sobre Lula, usam a seguinte expressão: “Já deu o que tinha de dar”. A Lava Jato e a prisão não foram suficientes para desconstruírem fortemente o ex-presidente. Entretanto, elas possibilitaram o sumiço de Lula da dinâmica eleitoral. Por isto, como bem tem revelado as pesquisas qualitativas, os votantes não falam do retorno do líder do PT.

O bolsonarismo segue em recuperação. Não é inesperada. Pois, no Brasil, governos que atendem as demandas das classes C, D e E, tendem a conquistar popularidade. O Auxílio Emergencial é o instrumento que alavanca a popularidade do atual mandatário da República. Por outro lado, os votantes das classes A e B abandonam o presidente. O jeito de ser de Jair Bolsonaro continua a atrapalhá-lo. Porém, o seu silêncio estratégico mais o Auxílio Emergencial lhe trazem popularidade.

A nacionalização estará presente nas eleições municipais. De um lado, o bolsonarismo com o reforço do Auxílio Emergencial. De outro, o antibolsonarismo. Neste último universo, estão os refratários ao PT, a Lula e a Jair Bolsonaro. Estão também, os eleitores que admiram Lula e o PT. Em razão do antibolsonarismo está dividido em duas partes, o bolsonarismo hoje é mais forte do que o lulismo.

Se o Auxílio Emergencial for estendido, não será surpresa o sucesso eleitoral de vários candidatos bolsonaristas. Caso não seja, o bolsonarismo perde força. Mas não o suficiente para lhe enfraquecer fortemente na disputa municipal.

06
agosto

Panorama – Com Ralph Lagos

Rodo shopping – O mundo caminha para vendas em plataformas digitais, mas Zé Augusto não cansa de falar em um rodo shopping, que é requentado desde a campanha de 2010. Um discurso antigo que envelhece a pré campanha do vereador Helinho Aragão. A população na sua maioria não aguenta mais promessas vazias que se repetem de dois em dois anos e não tem nenhum nexo com a realidade.

 Guerra de nervos – O grupo denominado Calabar de Taquaritinga vive uma verdadeira guerra de nervos. Na última terça o grupo se reuniu e o Prefeito Lero saiu comemorando um acordo, que segundo ele culminou com a chapa Lero e Gena para concorrer no próximo pleito. Minutos depois o ex Prefeito Evilásio, enviou um áudio para um grupo de whatsapp se demostrando chateado com a situação e que não teria ficado nada certo na reunião. O momento conturbado do grupo não é nenhuma novidade, o que também não é novidade é que Lero e Evilásio apenas se toleram.

Quase lá – Quem está perto de selar um acordo em seu grupo é o Prefeito do Brejo Hilário Paulo. As conversas com Dr Edson estão avançadas e o nome de Frailan Mota deve ser indicado para compor a chapa majoritária. Todo o mérito para Hilário que teve muita paciência e traquejo político para contornar as divergências com Dr Edson, que assim como acontece na Dália da serra, Hilário e Dr Edson apenas se toleram.

O Menino cresceu – o menino vem ai, foi o primeiro adesivo que se usou na pré campanha de Edson Vieira em 2008. É bem certo que Edson perdeu aquela campanha, mas foi uma derrota que divide a carreira política do Prefeito. Naquela derrota Edson toma de uma vez por todas a direção do grupo denominado boca preta e quatro anos depois em uma campanha histórica chega ao poder. É reeleito em 2016, elege a esposa 2018, mantem o grupo coeso em 2020 e já anuncia que vai ser candidato a Deputado Federal em 2022. Pra quem gosta e pra quem não gosta, tem que respeitar “O Menino”.

A vice de Allan – o pré candidato Allan Carneiro está procurando o perfil ideal para a composição da sua chapa. Começa a ganhar contornos que esse perfil seria de uma mulher, os bastidores políticos apontam ainda que o pré candidato teria encomendado uma pesquisa qualitativa e que o nome de duas empresárias já estaria sendo sondado por Allan. O problema é que o PSL e o PDT querem essa vaga e que o diálogo entre Allan e as duas sigla parece não ser mais o mesmo. Será preciso muito jogo de cintura para que não se tenha uma crise as portas da convenção, coisa que alguns já julgam inevitável.

 

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