30
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

O que vem no futuro

 

Escutamos desde novos que “o futuro a Deus pertence”, sem entrar no mérito religioso e sem poder utilizar a ciência histórica, a qual trata do tempo passado e não do futuro, vamos recorrer ao auxílio da ciência política para a construção de um simples cenário político local.

Temos vários fatores hoje que terão impactos direto na administração local no próximo ano, a exemplo da taxa de desemprego de 13,7 milhões de pessoas, uma retração no PIB de 5% e uma segunda onda da pandemia da covid-19, já acontecendo na Europa.

Como se não bastasse os problemas já existentes na saúde, educação, infraestrutura, segurança, o não pagamento do Santa Cruz PREV em torno de R$12,5 milhões, máquina pública inchada, falta de planejamento, funcionários públicos desmotivados, dentre outros.

 Logo, vemos que os desafios do futuro gestor serão enormes diante do cenário apresentado anteriormente. Os problemas já existentes que o gestor precisa ter um conhecimento mais profundo possível e se cercar de pessoas qualificadas. E quanto a nós eleitores? Somos os responsáveis por eleger os que nos representarão e não devemos mais cometer os mesmos erros que cometemos no passado, colocando pessoas para administrar a nossa cidade sem a devida capacidade para resolver os nossos problemas.

Ligeirinho

A Sabatina dos professores – vejo como positiva a realização por parte do Sindicato dos Professores (Sinduprom), pois diante dos professores e da população os candidatos se comprometeram com a educação pública municipal e tudo foi transmitido pela Rádio Polo e rede sociais, como também gravado, o que servirá a todos de registro histórico.

Os professores e a sabatina – vejo como positiva a participação de todos, em especial, os que entenderam ser aquele momento ímpar para nos esclarecermos e questionarmos as propostas dos candidatos para a educação. Entretanto, sem corporativismo, sem querer ferir ninguém e sem entrar no mérito do direito, lamentar a racionalidade útil de alguns colegas satisfeitos com respostas sem nexo ou perguntando para encurralar, deixando de exercer o sagrado direito à liberdade.

A Sabatina e os candidatos – estão de parabéns os candidatos a prefeito Allan Carneiro, Dida de Nam e Fábio Aragão por terem comparecido. No entanto, percebemos que os candidatos da oposição Allan e Fábio se preparam mais para serem sabatinados. Alan foi o mais cobrado por não ser das alas tradicionais e o vice-prefeito e candidato Dida, mesmo com todas as informações da educação disponíveis, não se preparou para a sabatina e teve um desempenho pífio com chavões e respostas repetitivas.

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25
outubro

Ele é…! e isso basta! – Por Claudionor Bezerra

“Quando Pedro ainda estava falando estas coisas, o Espírito Santo caiu sobre todos aqueles que estavam ouvindo a Palavra de Deus!” (At.10.44, Bíblia Viva)

 

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

 

Ele é livre! Soberano! Ninguém O manipula! Ninguém O condiciona! Não segue roteiros! Não se subordina a liturgias! Apesar de agir no homem, está para além das finitudes da humanidade! Ele traz luz onde existe trevas. Ele traz vida onde existe morte. Ele opera nas recâmaras do coração humano. Ele é irresistível quando atua nos subconscientes do homem. Ele é vento! Ele é fogo! Ele é rio transbordante! Ele dança sobre as águas. Ele sustenta a criação. Ele visita o cosmos e renova a face da terra. Ele opera com poder. Ele suplanta as leis da materialidade. Ele é gracioso. Não se suja com o sujo, nem se impurifica com o impuro. Mas ao sujo Ele, limpa. Ao impuro, purifica.

Ele é zeloso. Ele tem ciúmes daquilo que possui. Ele se entristece com o vacilante. Mas se derrama em alegria ao que se submete em gozo. Ele fala. Ele orienta. Ele corrige. Ele é Um, sendo Trino! Ele é fonte inesgotável de consolo. É intercessor para os desanimados. Ele é assim: Indefinível. Naquele dia Ele decidiu se derramar sobre aqueles cujo coração se arregaçavam para o Evangelho! Fez isso livremente. “Pedro ainda estava falando”! Ele não recebe ordens! Ele sopra onde quer. Ali não houve rituais, palavras mágicas ou qualquer coisa do gênero! Era obra santa, genuína, não falsificada ou fabricada. Não veio sobre um grupo seleto, nem tampouco sobre alguns “iluminados”. Veio “sobre todos aqueles que estavam ouvindo a Palavra”. Estes foram batizados nEle! Cheios dEle! Selados por Ele! O louvor era o sinal da presença dEle.

As línguas eram prova contundente e inconteste que a dádiva do Evangelho era para todos! Face a sua atuação os homens se admiram e são vencidos. Não há mais argumentos. Cessou-se toda tese. Findou-se qualquer justificativa. Como negar o símbolo para aqueles que já receberam a realidade, foi essa a constatação: “Pode alguém negar a água, impedindo que estes sejam batizados?” (At.10.47). Assim, como não estender a destra de comunhão àqueles que foram abraçados e beijados pelo Espírito? Nesse dia a percepção da sua presença foi irresistível. Mas nem sempre é assim! Haverá dias cuja manifestação dEle será silenciosa. Imperceptível! Por isso muitos tentarão reproduzir o fenômeno e falsificarão seu agir! Mas enganam-se os falsificadores, posto que Ele será sempre singular! A Palavra sempre será sua espada. Jesus a sua glória! Quem passar disso não O conheceu, nem muito menos o experimentou como os da casa de Cornélio naquele dia. Um dia que entrou na história! O dia da visitação do Espírito Santo de Deus! E você? Já foi por Ele visitado?

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23
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

“Eu vou postar só pra doer em você”

 

O sucesso do momento nessas eleições é muito utilizado nas redes sociais, essa estrofe acima da música é sempre usada em vídeos quando alguém de um grupo quer zombar ou trollar algum adversário.

Isso demonstra, dentre outras coisas, o quanto somos emotivos e o quanto essa nossa emotividade se reflete nas nossas ações, nas nossas escolhas, inclusive, na políticas.

Optamos por zombar ou trollar os outros para tentar provar a nossa superioridade e dos nossos candidatos, sem medir as consequências para mim, para o outro e para a cidade. Assim como, estamos tentando esconder as nossas carência e defeitos.

Assim, escolhemos os nossos candidatos por ser gente boa, por ser simpático ou até mesmo por amizade. Não os escolhemos pela razão, pelo o seu plano de governo, pelo seu preparo e capacidade para governar.  E se não der certo? A culpa é da oposição e da imprensa, pois como diz Satre: “o inferno é o outro”.

Ligeirinho

Ainda não foi dessa vez – em vídeo que circula no whatsApp, o vice-prefeito e candidato a prefeito pelo PSDB Dida de Nam afirma: “Esse negócio: ele não foi pra debate! Quem disse que eu não vou pra debate? Eu vou pra debate sim”. Mas não compareceu ao debate promovido pelo Blog do Bruno Muniz. Assim, está devendo ao povo de Santa Cruz a sua ida ao próximo debate para mostra as suas propostas, todavia, se não for de novo, correr o risco de ser chamado de fujão pelo povo.

O debate I – previsto para iniciar ás 19h, mas apenas iniciou-se ás 20h45min, quase não ia acontecendo. Os detalhes ficaram por conta da rua em ficariam os partidários do candidato Fábio Aragão, som alto, provocações, no ambiente. Enfim, prevaleceu o “bom senso” sobre a teatralização.

O debate II – estão de parabéns os candidatos a prefeito Allan Carneiro e Fábio Aragão por terem comparecido. O debate teve um bom nível e um equilíbrio, mas sem entrar no mérito de um ganhador, percebi um Allan que se preparou para o debate e foi superior em argumento e desenvoltura e, um Fábio que não fez direito o dever de casa, principalmente a partir de metade do segundo bloco, mas especialmente, no terceiro.

Renovar é preciso – a câmara de vereadores de Santa Cruz, pois o nível das discussões por falta de conhecimento é grande, contudo, confesso que estou muito preocupado pois 82% dos candidatos a vereador não possuem curso superior. Assim é preciso renovar, porém com qualidade.

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15
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

Eu quero é festa

 

Utilizada para comemorar uma boa colheita entre povos mesopotâmicos na antiguidade ou pelos romanos na conhecida política do pão e circo, a festa torna-se hoje, assim como em Roma, um excelente instrumento de controle.

Por outro lado, diferentemente de Roma, aqui nos restou apenas o circo com a desvantagem de não ter o pão, nem durante e nem depois da eleição. Isso demonstra que voto não tem preço, mas tem consequência.

Impulsionados ou motivados, centenas ou milhares de pessoas saem as ruas para a festa da democracia ou, até mesmo, um carnaval fora de época que foi e permaneceu sendo patrocinado pela inexistência de uma política pública de lazer e cultura nessas cidades.

Por isso, em ano eleitoral as pessoas são seduzidas pelo néctar dos deuses terrestres, o qual que fica ainda mais doce e com preços imbatíveis, bem como ainda servem de gladiadores “não forçados” a defender os seus imperadores.

Ligeirinho

É verdade I – falta lençou na UPA sim, pois a avó de minha esposa foi vítima dessa falta de respeito com o ser humana, mas isso é a consequência da “política pública da festa” existente em nosso município, pois até para comprar os lençóis foi feito um Baile Municipal. Será que o dinheiro ainda não Chegou?

É verdade II – não falta dinheiro à “política pública da festa”, pois quando eu estava exercendo o mandato de vereador fiz um levantamento e só em estrutura de festa foram gastos mais de 1,3 milhão, e nesses quase oito anos do atual governo, quase 20 milhões foram gastos em festa.

A diferença I – enquanto em Toritama a política pública do prefeito construiu quatro Escolas de “primeiro mundo” com recursos do próprio município, quantas foram feitas em Santa Cruz? Lá se comprou mais de vinte ônibus para os estudantes, inclusive os universitários são beneficiados, e aqui, quantos foram comprados? Lá…, e aqui…?

A diferença II – da “política pública da festa” para a política pública de fato é que em Toritama os funcionários públicos receberam a parte do 13º salário e enquanto aqui, alguém sabe dizer quando saí? De uma coisa eu tenho certeza: lá têm problemas também, porém a forma de administrar os recursos públicos tem sido mais eficaz.

Minha Gratidão aos Professores – “Parabéns pelo seu dia. Quero lhe agradecer pela paciência e por cada ensinamento, tenho em você uma inspiração de sabedoria e alegria. Continue sempre exercendo essa profissão com tanta excelência. Lhe admiro muito. Obrigada por tudo”. Mensagem que recebi de uma aluna hoje a qual estendo aos meus ex-professores e atuais colegas nesse 15 de outubro.

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09
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

A Covid-19: Acabou, Acabou, Acabou

 

Na História da humanidade tivemos três grandes pandemias: A Peste Negra ou Peste Bubônica, surgida na idade média em 1347; A Gripe Espanhola de 1918, que apesar do nome surgiu nos Estados Unidos; e em 2019, a Covid-19, que surgiu na China.

Entretanto, você deve estar se perguntando: mas o que isso tem a ver com política? Tudo. Sem entrar no mérito administrativo e política de governo, me reporto nesse momento, aos movimentos partidários e a participação popular, em especial, no interior de Pernambuco.

Temos visto milhares de pessoas indo aos movimentos dos grupos políticos em Santa Cruz do Capibaribe. Penso que eleição sem participação do povo não existe emoção, seria como uma partida de futebol sem ter a torcida assistindo ou um circo sem palhaço. Contudo, me questiono: até que ponto um líder tem direito sobre a vida dos seus liderados? Até que ponto as pessoas estão exercendo a sua liberdade quando se trata de seu sagrado direito a vida?

Portanto, observando nas redes sociais e nas ruas da cidade, vejo milhares de pessoas eufóricas indo as passeatas e as carreatas defendendo as suas cores, bandeiras e ideias a que têm direito, mas não sei até que ponto temos direito de descumprir normas sanitárias e colocar em risco a nossa vida e as das outras pessoas, com isso só nos resta pedir proteção a Deus e cantar: acabou, acabou, acabou, o corona acabou.

Ligeirinho

Acabou I – a divulgação por parte da secretaria de saúde e da imprensa dos números de caso de pessoas infectadas, recuperadas e mortas com a Covid-19, mas parece que acabou a pandemia e apenas voltará depois da eleição. Por que será?

Comparações –  parte da imprensa tem feito comentário sobre as movimentações dos grupos políticos nos finais de semana e seus respectivos volumes de pessoas, porém não têm citado as visitas dos candidatos na porta das pessoas. Fiquei surpreso com a receptividade das pessoas, com a força do corpo a corpo do candidato Allan Carneiro.

Continua – as peruas, as Fake News e os ataques divulgados por seguidores dos grupos políticos.  Essa semana apareceu nas redes sociais um print e um áudio convocando as pessoas a atacarem o candidato Allan Carneiro.

Vazou – nas redes sociais pesquisa que mostra uma disputa acirrada entre os candidatos conforme já tinha escrito em matéria aqui intitulada: A novidade na eleição de 2020.

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07
outubro

Artigo – Por Adriano Oliveira

A PREVISÃO ELEITORAL

 

A campanha começou. Os candidatos saíram às ruas e chegaram às redes sociais pedindo o voto. Tarefa difícil. Pois a classe política não é bem vista pela maioria dos brasileiros. As pesquisas de opinião fazem parte do cotidiano dos candidatos, militantes e eleitores. Pessoas fazem apostas. Militantes torcem desesperadamente e afirmam que seu candidato vencerá. Os candidatos, geralmente, sempre acreditam que vencerão.

Algo importante a ser dito: é possível prever o resultado da eleição. Mas não são as pesquisas de intenção de voto que farão isto. Elas importam quando não são consideradas isoladamente. É necessário olhar com muita atenção o desejo do eleitor. Nem sempre o eleitor que quer mudança, deseja mudar tudo. Querer algo mais, não é sinônimo de prefeito reprovado. O debate enfadonho entre esquerda e direita não faz parte do cotidiano de grande parcela dos eleitores. O eleitor deseja manter as conquistas. E deseja do candidato que ele reconheça os desafios.  A nacionalização influencia alguns eleitores. Portanto, a mente do eleitor é complexa e paradoxal. E precisa ser adequadamente interpretada através da pesquisa qualitativa.

Deve-se considerar o voto de estrutura na construção de previsões. Quanto mais vereadores pedindo voto para um candidato a prefeito melhor. E se eles estão motivados em virtude dos acertos regularmente contemplados, o eleitor será alvo a ser alcançada com muito vigor. As prefeituras exercem força centrípeta entre os eleitores. Elas têm o poder de guiar a escolha do votante. Quanto menor o município, maior a força do poder municipal para conquistar eleitores. Não desprezem prefeitos reprovados em municípios pequenos.

Decifrar a estratégia de campanha do candidato também possibilita a previsão. A estratégia advém das pesquisas. Elas precisam decifrar os paradoxos do eleitor. A análise da estratégia do candidato oferta condições para você decifrar o futuro. Isto é: qual a perspectiva de crescimento do competidor. Volto a recomendar: não olhem isoladamente a intenção de voto. Olhem a estratégia.

Quando falo em previsão eleitoral, lembro da eleição de Jair Bolsonaro. Nesta eleição, a força da Lava Jato na construção da opinião pública foi parcialmente desprezada. E claro, o sucesso eleitoral do presidente mostrou que tempo de TV não é tudo e força da coligação também. Porém, nunca teremos condições de responder a seguinte indagação: e se a facada não tivesse ocorrido? Portanto, a predição eleitoral fica sempre a depender dos cisnes negros. Mas se eles não surgem, a previsão é possível.

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06
outubro

Radar Político: “Campanha esquenta, vamos perguntar?” – Por Neydson Ferreira

Diferente da timidez da estreia ou do primeiro jogo, a campanha eleitoral em Santa Cruz do Capibaribe começou como se fosse o último dia. Uma final de campeonato. Um verdadeiro Fla x Flu. E nessa política ao avesso, ficam alguns questionamentos na cabeça do eleitor: Qual a situação da terceira via? Como podemos explicar uma campanha levantada às pressas aparecer como favorita, empolgar tanto e ser o principal destaque da cidade? E a força do bloco azul de situação, está tudo azul mesmo?

O TEMPO NÃO PARA, CURTO E “GROSSO”:

Porque Fla x Flu? A cada dia as coisas se encaixam no cenário político local. O eleitor é exigente, mas ainda está apegado as questões culturais. Dois blocos claramente se destacam e neste campeonato, o América será coadjuvante. Seu jogador é insosso e vazio, talvez tenha começado errado, pois o esporte aqui é futebol, não tem vaga para trampolim.

Terceira via com Allan: Mais uma vez tentam emplacar uma terceira via na terra da sulanca. O candidato Allan Carneiro, jovem empresário e com boa oratória, se colocou como diferente, mas ficou evidente que é mais do mesmo e com as velhas práticas políticas. Prometeu não usar o Moda Center como trampolim político e está aí como candidato. Arregimentou empresários, militantes da velha política, promete o que não sabe onde encaixar, confunde o público com o privado e vai sucumbindo na opinião popular.

Edson, digo, Dida: O azul que costumava dominar ou dividir as preferências do eleitorado ainda não disse a que veio. Grandes eventos? Sim, mas não há brilho suficiente para empolgar nem o candidato. Dida está sempre com o aspecto abatido, inseguro. Um vice-prefeito que não consegue discutir a administração pública municipal. O azul tem grande potencial, tem a força da máquina pública (o que não deveria ter, alô justiça eleitoral), está apostando no poder de seu marketing e na sua megaestrutura. Vamos esperar Dida sorrir e torcer para que reflita em seu apaixonado eleitorado e este, vista o azul.

Fabio, o filho: Devem ter pensado, e agora? Seria justo manter uma candidatura por 4 anos, discutir Santa Cruz do Capibaribe, planejar, exalar amor pelo município e sair de cena? O que fazer com as pessoas que sonhavam junto com ele por uma Santa Cruz melhor e agora se deparam sem ele? Pois bem, a esperança não morreu. Ela vive no coração de cada um que representa o vermelho e isso, vem sendo demonstrado nas ruas, no início desta campanha. Tradicional bloco partidário local, os taboquinhas trazem um candidato “parido” de um lindo sonho. Fábio é um empreendedor bem sucedido, um pai exemplar, um administrador e traz na sua bagagem um gigante exemplo de honestidade e homem público. Fábio teve um professor que sobreviveu ao dilúvio chamado política e amou Santa Cruz até seu último suspiro e que deixou um legado muito presente em seu filho. Fábio Aragão tem vida própria, mas carrega um sonho que continua vivo. O grupo taboquinha entendeu isso. Fernando vive e a esperança se renovou com seu filho.

O vencedor: Num clássico como um Fla x Flu ninguém se arrisca a afirmar quem vence. No campo de futebol, diferente do campo da política, pode dar empate. No cenário político tem que haver um vencedor, e nesta disputa, torço para que o povo vença e Santa Cruz volte a respirar.

 

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04
outubro

Quem se sabe amado não precisa fazer loucuras para provar que é alguma coisa – Por Claudionor Bezerra

“Salte daí”, disse ele, “e prove que é o Filho de Deus” (Mt.4.6, Bíblia Viva)

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Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

O amor não pede sacrifícios! O amor sacrifica-se! Quem pede garantias ou faz provas para saber se é amado, nada sabe sobre amar. O amor é uma confiança silenciosa. É uma certeza que pacifica a alma. Quem se sabe amado, não realiza mais os saltos da dúvida. Mas, ainda assim, dúvida é “bixo” teimoso. Está sempre por perto. O tentador sabe disso e sabe usar isso. Há momentos onde estamos mais vulneráveis, mais fragilizados. Alguns dias atrás, por ocasião do seu batismo, Jesus ouviu a voz de Deus-Pai: “Este é o meu filho amado”.

Em seguida, o filho amado é conduzido ao deserto. Naquele lugar inóspito Satanás semeia a dúvida: “Será que realmente Ele te ama?”, “Acho que está na hora de provarmos isso”, “Salte daí”, disse ele, “e prove que é o Filho de Deus”! Para legitimar ainda mais seu discurso ele cita a Bíblia: “as Escrituras declaram: `Deus enviará seus anjos para impedirem que Se machuque”! Que tentação terrível! Você já viveu alguma situação em que duvidou do amor de Deus por você? Existem alguns “desertos” existenciais em que isso é inevitável? É preciso saber passar por estes processos com confiança plena de que somos amados. Quando alguém diz: “Se Deus me ama…” então aí já se instalou a semente da dúvida. E pasmem! Tem gente sendo instrumento do diabo com a Bíblia na mão! Incentivando, no espírito do tentador, que se faça provas desse Amor!

Nessa loucura tem gente com o dedo na Bíblia e os olhos para o céu “cobrando” de Deus as provas do amor. Não seja mais um que se “joga” nessa tolice! O Amor também nos leva aos desertos da vida. Deus está nos amando no deserto. A resposta de Jesus ao tentador não tenta justificar as razões de Deus para nos levar ao deserto. Isso porque nem sempre teremos explicações para tudo aquilo que nos ocorre. Portanto, precisamos simplesmente confiar e saber que “as Escrituras declaram: Também está escrito: Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus”! Ou seja: Confie no Amor! Onde você está agora? No deserto… na angústia, na solidão, decepcionado, sozinho, triste…! Alguém lhe feriu? Você não sabe porque as coisas chegaram até esse ponto? Eu preciso lhe dizer uma coisa: Ele te ama, Ele sempre te amou! Não duvide disso! Você não precisa dar “saltos” perigosos apenas para chamar a atenção dEle! O Amor dEle por nós dispensa qualquer comprovação. Na cruz Ele já provou tudo! Ali Ele nos amou sem ser amado! Não há maior prova de amor!

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03
outubro

Panorama – Com Ralph Lagos

Começou – O inicio da campanha eleitoral começou a todo vapor. Carreatas, passeatas e a entrevista do Santa Cruz Online marcaram a primeira semana da campanha eleitoral na capital da moda. Deveremos ter uma campanha acirrada pela frente e esse acirramento pode se transferir para as urnas.

Digital, mas nem tanto – A primeira semana de campanha mostrou que o digital vai está muito em voga, mas, que a tradicional campanha de rua será muito importante em Santa Cruz. As movimentações do ultimo domingo já apontaram para isso. As três alas partidárias colocaram o bloco na rua e com os paredões de som animaram eleitores e a militância.

Entrevista – Outra coisa que me pareceu muito evidente, foi a falta de aprofundamento dos três candidatos com seus respectivos planos de governo. As perguntas do jornalista Ney Lima versaram basicamente sobre os planos de governo e todos três deixaram claro que precisam estudar melhor o que sugerem fazer pela a cidade.

Três homens e um destino – A verdade é que o próximo prefeito de Santa Cruz terá um grande desafio pela frente. Uma cidade que tem mais de cento e dez mil habitantes e que começa a receber investimentos pesados da iniciativa privada, somados a um crescimento que chama atenção e um período de crise econômica e sanitária, me faz pensar que o vitorioso terá muito mais que se preocupar, do que comemorar depois do resultado do dia 15 de novembro.

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02
outubro

Opinião – Por Afrânio Marques

Plano ou Intenção de governo: o que ele tem a ver comigo?

 

Sendo o Plano de Governo uma exigência legal para registro de uma candidatura a majoritária, os três concorrentes a prefeito de nossa cidade o apresentaram para a justiça eleitoral.

Os Planos ou Intenções de Governo apresentam os problemas da cidade e as suas respectivas soluções por parte dos candidatos Allan, Dida e Fábio.

Formalidade para uns ou Intenção para outros, o que precisamos entender dos Planos é: como foram construídos? Por quem foram elaborados? Quem participou com sugestões? Para quem foram feitos? Como funcionará e interferirá em nossas vidas? Enfim, o que ele tem a ver comigo?

O que muitos não sabem é que o vencedor dessa eleição colocará essa intenção de governo dentro das leis orçamentária: PPA, LDO e LOA que formam o bolo da cidade que precisa ser dividido para todos, em especial, para os mais necessitados.

Portanto, entender que a intenção de governo tem tudo a ver comigo ajudará a definir o meu voto, pois isso significa compreender as prioridades que o futuro prefeito terá ao gastar o nosso dinheiro: se na saúde, se na educação, se no saneamento, se na política social e econômica ou em festa caríssima e obras inacabadas.

Ligeirinho

Trocando em miúdos – Plano ou Intenção de Governo transforma-se em PPA (Plano Pruri Anual, LDO (Lei de Diretrizes Orçamentária) transforma-se nas prioridades do governo retirada do Plano anualmente e, a LOA (Lei Orçamentária Anual) transforma-se no dinheiro que o prefeito vai gastar anualmente para cumprir com as promessas de campanha.

Plano ou Intenção de Governo I – Um, parece bem elaborado, outro, parecido com o anterior e último feito em três noites, mas todos estão aí para serem lidos e analisados.

Plano ou Intenção de Governo II – é preciso uma pergunta por parte de cada cidadão santa-cruzense e da imprensa aos candidatos a prefeito de Santa Cruz: de onde vem os recursos para cumprir as intenções de governo com a população?

Errata – semana passada escrevi sobre quatro tentativas de um grupo popularmente ou taxativamente de terceira via, mas na realidade foram cinco, pois esqueci de Jaciael e Lenildo.

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29
setembro

Desaventuranças de uma nova geração… não tão nova assim! – Por Claudionor Bezerra

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Desaventurados os arrogantes e presunçosos, do tipo que não leva desaforo pra casa, pois dos tais são as vitórias nos debates virtuais e as derrotas onde a vida acontece de verdade;

Desaventurados os que dão gargalhadas contra a vida e contra o próximo, do tipo que faz chacota das pessoas por causa da sua cor de pele, das opções sexuais ou das deficiências físicas, porque eles serão admirados por uma legião de idiotas, depois se sentirão sozinhos;

Desaventurados os valentes e dos que se gabam de não serem politicamente corretos, eles herdarão um lugar entre os abandonados na vida e construirão relacionamentos baseados na barganha e no jogo de poder, quando não terminarem na cadeia ou no cemitério;

Desaventurados os que têm fome de esperteza e sede de malandragem, eles se encherão de si mesmo, visto que eles serão enredados pelas mesmas armas que manuseiam;

Desaventurados os impiedosos e dos que dizem “bem feito”, por que um dia eles mesmos provarão do seu próprio veneno;

Desaventurados os que se deixam conduzir pelo engano do seu próprio coração, eles serão como Narciso, verão a si mesmo e se perderão na contemplação enganosa da sua própria imagem;

Desaventurados os que incitam as guerras entre os homens e daqueles que promovem a ruptura entre os humanos, esses serão condecorados com o título de cooperadores do diabo;

Desaventurados os que desembainham suas espadas para perseguirem e matarem por causa de supostas causas justas, pois eles mesmos sofrerão o duro golpe de ao final de tudo perceberem que nenhuma guerra e nenhum sangue derramado é justificado por nenhuma causa, por mais nobre que pareça;

Chorem e lamentem, pois tais desaventuranças é o prêmio fútil de quem decidiu viver contra o sentido da vida, porque semelhantemente a história testemunhou que muitos existiram, mas não viveram, pois fizeram escolhas de morte e não de vida.

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28
setembro

Opinião – Por Afrânio Marques

A novidade na Eleição de 2020

 

Historicamente a disputada eleitoral em Santa Cruz do Capibaribe era decidida entre os dois grupos políticos ou oligarquias de nossa cidade. Ao longo dos quase 67 anos de emancipação política nunca um outro grupo político ou partido chegou a ameaçar essa hegemonia, mesmo diante de quatro tentativas no passado da chamada, popularmente ou taxativamente de terceira via, que foi encabeçada na época por Pedro Filho, João Alfredo, Fernando Aragão e Cleiton Barbosa.

Entretanto, pela primeira vez na história política de nossa cidade surge um novo grupo liderado por Alan Carneiro e Vera, que ameaça de forma concreta o poder dos dois grupos políticos tradicionais liderados por Edson Vieira e Dida de Nam, Fábio Aragão e Helinho Aragão que se revezaram no poder ao longo dos últimos 66 anos.

Assim, a novidade da eleição desse ano vai muito além das cores, das carreatas, dos comícios virtuais e de uma eleição durante uma pandemia. Contudo, ela fica por conta da disputa voto a voto e pela decisão nos últimos 15 dias que antecedem a votação, com chance de qualquer um dos três grupos vencerem.

Ligeirinho

Encurtando – Pela primeira vez na história política de Santa Cruz surge uma alternativa política fora dos dois grupos tradicionais e com chances iguais de chegar ao poder o que deixa uns desnorteados e outros com os nervos à flor da pele.

A Mudança I – Não apenas uma palavra, mas um sentimento presente na sociedade Santa-Cruzense hoje que dependerá do mexer das peças do jogo por cada grupo e do voto branco e nulo se tornarem indignação direcionada

A Mudança II – A Câmara de Vereadores será compostas de representes dos três grupos políticos e ainda podendo contar com uma subdivisão familiar.

O Limite – Além do limite imposto pela pandemia e pela Lei Eleitoral, os candidatos também possuem um Limite, seja ele, apenas os votos de seus asseclas ou seguidores, seja ele, da sua própria rejeição.

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21
setembro

Um lugar para voltar… – por Claudionor Bezerra

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Tenha sempre um lugar para voltar, e em tendo cultive esse lugar, invista nele e transforme ele no seu abrigo em tempos de dificuldade. Claro que esse “lugar” terá uma existência física, um endereço, um CEP… mas ele precisa ser também um “lugar-dimensão”, de modo que onde quer que você esteja fisicamente, ainda seja possível fechar os olhos e se conectar com o SEU lugar de descanso e refrigério. Fato é que esse tipo de ambiente não se faz de coisas, de móveis ou utensílios, mas de PESSOAS, até mesmo as maiores mansões podem ser um lugar deserto se não forem habitadas por QUEM se AMA e se é AMADO. Não se preocupe com o que os outros pensam do “seu lugar de retorno”, importa que quando você volte para ele, física ou psicologicamente, sinta suas forças sendo revigoradas. Há muitos cuja vida se esvaiu de sentido porque perderam a referência desse “lugar”, não tiveram mais para onde voltar, suas almas se perderam no deserto do “não-amor”. Repito: você tem para onde voltar? Pare alguns segundos e pense nisso agora! Agora imagine que se isso é tão verdadeiro desse lado de cá da eternidade, muito mais poderoso ainda é saber que, da jornada da vida, também há um LUGAR para voltar, aquele mesmo lugar que Enoque depois de tanto andar com Deus decidiu ficar por lá, esse é o lugar que Jesus chamou de CASA DO PAI, lugar de muitas moradas!

 

 

 

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15
setembro

Coluna Ponto de Vista – com Euzébio Pereira

PROCESSO ELEITORAL SEGUE NOVO RITMO

Estamos entrando em um novo ciclo para a disputa eleitoral de 2020. Com finalização do período de realização das convenções partidárias, o processo eleitoral seguirá com uma dinâmica diferenciada, com todos os nomes postos para avaliação do eleitor. As chapas majoritárias já são de conhecimento público e tendem a ficarem resumidas a três: Dida e Joselito; Allan e Vera; e Fábio e Helinho.

Na última semana aconteceram, também, entrevistas com os pré-candidatos e, historicamente, as pessoas se reúnem na saída das emissoras para demonstrarem seu apoio. Diante dos protocolos, havia dúvidas se aconteceria nesta eleição. Pois aconteceu.

Na saída do primeiro entrevistado, Alan, alguns apoiadores o recepcionaram e ouviram dele um discurso, em tom até certo ponto raivoso, criticando obras. Com esse fato, os apoiadores de Fábio se estimularam e também o receberam ao final da entrevista. Encerrando estas atividades, Dida viu uma verdadeira multidão aguardando sua saída da rádio, onde percorreram diversas ruas da cidade, sem o pré-candidato, logicamente, numa demonstração de força. Como reação, foram realizadas outras movimentações.

 É natural a participação popular nas eleições, faz parte da “Festa da Democracia” e a cidade de Santa Cruz do Capibaribe tem histórico de movimentações bastante volumosas e com bastante participação, mas este ano será preciso se reinventar diante do cenário que ainda vivemos. Não podemos nos descuidar.

Em duas semanas começa de fato a campanha e aí o ritmo tende a ser ainda mais forte.

VAPT-VUPT

Agregando – Apoiadores históricos do grupo de oposição têm feito adesões públicas à pré-candidatura de Dida e Joselito, muitos dos quais não aceitam a forma de condução e as constantes brigas e desentendimentos do antigo grupo.

Migrando – Alan também viu alguns ex aliados dos “vermelhos” migrarem para seu projeto. Não se sabe se este fato compensará a visível perda de mobilização que aconteceu nas ultimas semanas.

Ajuntamento – Com a queda de braço vencida por Eduardo da Fonte (PP), restou ao PSB se curvar e aceitar que estava de fato #resolvido e promover o ajuntamento dos Maias, Moraes e Aragão. Até poucos dias se digladiavam e, agora, se toleram. Mesmo precisando se curvar, o Dep. Diogo pode ter garantido apoio para 2022, já Zé Augusto sempre planeja algo… Helinho, mesmo sendo posto para vice, saiu menor do processo.

Ficha Suja – Os Tribunais de Conta da União e do Estado (TCU e TCE) já apresentaram, preliminarmente, os nomes considerados popularmente como estando com a “Ficha Suja”. Algumas situações, mesmo constando nas referidas listas, podem conseguir liberação para registrar a candidatura, em virtude de entendimentos que vem sendo seguidos pela Justiça Eleitoral.

As opiniões aqui expressas são de responsabilidade do seu idealizador

11
setembro

Panorama – Com Ralph Lagos

Os Maias – José Augusto Maia vive um dilema pessoal. Acostumado a grandes embates dentro do seu grupo e fora dele, ZÉ agora tem um problema pra resolver no seio da sua família. Digo isso, porque segundo informações do próprio Tallys Maia, ele estaria disposto à disputar uma vaga na câmara de vereadores e já teria informado ao pai e ao irmão Augusto Maia da sua intenção.

Os Maias II – Augusto por sua vez, também me afirmou que vai pra disputa, o que colocaria os dois herdeiros de Zé Augusto em um páreo difícil. Augusto, apesar de já ter mandato e ser Presidente da Câmara, ainda tem uma dependência muito grande de Zé Augusto.

Um Maia azul – Se você acha que o problema dos Maias não pode ser maior, enganou-se. Tallys pode concorrer a vereança no palanque do grupo Boca Preta. Sim você não leu errado, no palanque de Dida de Nam. O palanque tão combatido por seu pai e por ele próprio pode ser o destino político do Tallys Maia.

Fora Presidente – Outra possibilidade é a de Augusto não concorrer ao cargo de Vereador. Nesse cenário Tallys seria candidato no palanque de Fabio Aragão. O problema é que a família de Augusto não parece disposta à aceitar esse acordo.

E agora, José? Além do fato de no desfecho taboquinha Zé Augusto não ter indicação na chapa majoritária, ainda poderá amargar uma campanha com um filho no palanque do seu maior adversário, que é o prefeito Edson Vieira. Isso poderá colocar de uma vez por todas em xeque a liderança já fragilizada de Zé Augusto no grupo taboquinha.

As cartas estão na mesa e o almoço de domingo na família Maia está meio indigestos. A possibilidade de tudo que escrevi acima acontecer, só reforça que quem tem partido do coração é o eleitor, político tem conveniência.

24
agosto

Coluna Ponto de Vista – com Euzébio Pereira

 

UMA CONSOLIDADA HISTÓRIA DE LUTAS

 

A política perde um dos seus bons quadros e nossa cidade um dos seus filhos que, ao longo de três décadas buscava servir com dedicação. A família e amigos perdem um ente querido e de referência.

Acompanhei, de forma mais próxima, o último mandato de Fernando Aragão na Câmara de Vereadores (2009/2012) e naquele momento constatava sua seriedade no debate sobre nossa cidade. Claro que as circunstâncias partidárias o forçava, algumas das vezes, a tomar medidas que não pactuava e isso o acompanhou em sua trajetória.

Muitas vezes a história se repete e, ainda consternado com a partida precoce, lembrei de uma breve conversa que tive com o mesmo, anos atrás, sobre um texto que escrevi para este Blog. Era meados de agosto e o ano era 2013. Ao reler o texto, muito se parecia com o cenário atual e as dicas ali constantes se aplicaram ao processo deste ano… O agradecimento dele aquele texto ficou marcado (inclusive a ironia que usou para reconhecer as acríticas ali presentes) por estarmos em projetos diferentes, mas com o mesmo objetivo: buscar o melhor para nossa cidade.

Compartilho este momento em homenagem ao cidadão e político Fernando Aragão, que dedicou grande parte de sua vida à política. E é na política que se constrói uma sociedade melhor, e não em sua negação.

Eis, parte, do texto citado:

Fernando Aragão e a repetição da história ou a consolidação de uma história de lutas

“Ao longo de seus vários mandados como vereador na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, o vereador Fernando Aragão tem tido um papel importantíssimo. Certamente isto teve inicio por conta que descende de uma das famílias que participaram da formação político administrativa de nossa cidade.

Muitas vezes lembrado pelas lutas junto ao saudoso Miguel Arraes, outras pelo temperamento forte e incisivo que o mesmo tem, o fato é que Fernando Aragão, na maioria das vezes e ao longo de sua trajetória política, tem seu desempenho e oportunidades atrapalhados pela politicalha que o cerca, bem como a outros bons políticos também.

(…)

Esta história pode mudar caso o vereador Fernando Aragão tenha realmente a intensão de ser candidato a Dep. Estadual, onde a alternativa mais viável para o mesmo é mudar de partido, fortalecer cada vez mais seu nome (inclusive na mídia) e partir com tudo para o projeto, pois a renovação de nomes no grupo de oposição está, em minha opinião, em seu mais experiente componente: Fernando Aragão!

O texto completo pode ser lido aqui:

https://www.blogdoneylima.com.br/politica/politica-regada-a-polemica-17

 

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21
agosto

Panorama – Com Ralph Lagos

 

Dia 20 de agosto de 2020, um dia que vai ficar marcado na história de Santa Cruz como um dia de tristeza e saudade. Essa data é a da partida para a eternidade de José Fernando Arruda Aragão, o guerreiro Fernando Aragão.

Começou sua carreira política militando no grupo do seu tio Raimundo Aragão, que era sem sombras de duvidas era o seu maior exemplo na política. Fernando sempre fez questão de enaltecer o tio, sempre o colocando como o melhor prefeito que Santa Cruz já teve.

Fernando foi vereador por cinco mandatos, presidente da câmara, candidato duas vezes a prefeito e uma a vice-prefeito. Foi também tesoureiro do Moda Center Santa Cruz e teve uma militância bastante ativa na sociedade civil organizada.

Ao longo dos seus 35 anos de vida pública as obras principalmente conseguidas nos governos de Miguel Arraes foram se sucedendo e Fernando começa a escrever uma história que jamais será esquecida. Sempre conciliou a sua vida pública com seu comercio, dia de feira, era dia Fernando está no Moda Center, vendendo sua confecção.

Fernando foi sempre um vitorioso, até quando perdeu. A sua maneira serena e democrática de aceitar a derrota dizia muito do grande homem que ele era. Mas vou além, Fernando foi vitorioso porque ao findar a sua luta aqui na terra, o testemunho de todos apontavam pra a sua honestidade e o amor que tinha a essa terra de Santa Cruz. Não existe vitória maior que essa, ser honrado, respeitado por aliados, adversários e o povo, que era pra Fernando o que realmente importava.

Na sua passagem pela política não deixou que nada manchasse as suas mão limpas, muito pelo contrário sempre teve uma reputação admirável, se comportando como um grande homem público e um exemplo de pai, avô, esposo e amigo. Santa Cruz chora sua partida, sabendo que é uma lacuna que não poderá ser preenchida, Santa Cruz dá adeus a esse homem que tanto amava.

Quanto a mim, vai ficar nossos momentos de alegria e de boas risadas, vai ficar sua presença e a de Dona Ivone quando meu pai ficou doente, as suas visitas constantes a ele, sempre com uma palavra de ânimo. O vinho que sempre tomávamos em nossos encontros descontraídos, está amargo. A tristeza aos poucos vai passar, só não vai passar da memória o grande homem que você foi.

Minha singela homenagem ao meu amigo FERNANDO ARAGÃO.

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13
agosto

Panorama – Com Ralph Lagos

O começo do fim – Pelos últimos acontecimentos parece que a novela taboquinha está chegando ao fim. O presidente estadual do PSB Sileno Guedes sinalizou que a legenda vai apoiar a candidatura de Fernando Aragão em Santa Cruz. Depois de vários meses de trocas de farpas e provocações, essa etapa da disputa parece que será superada. Resta agora saber como vai reagir o grupo depois da definição, já que até o momento ninguém se pronunciou.

Helinho – Tem como única vantagem nesse processo ter tido seu nome exposto por muito tempo na mídia e nas redes sociais. Só o tempo dirá se a exposição foi benéfica para o vereador e se isso se transformará em voto caso seja candidato a reeleição. O fato negativo é a imagem de uma submissão excessiva a José Augusto Maia, que mais uma vez foi o fiador de um processo que envolve Helinho, que não deu certo.

Zé Augusto – Não vai ficar parado, apesar do atual silencio, nem muito menos vai apoiar a candidatura de Fernando Aragão. Como já escrevi aqui mesmo, deveremos ter quatro candidaturas nesses pleito, e duas delas serão da ala taboquinha. Os nomes que são especulados é o do advogado Tallys Maia ou o próprio Zé Augusto pode figurar como o candidato, já que os dois não estão filiados ao PSB e tem o aval do presidente estadual do Republicanos para uma possível candidatura.

Diogo Moraes – Presidente municipal do PSB, Diogo não teve seu pleito atendido pelo seu partido, fato que gera a interrogação de qual será a reação pública do Deputado. Em outras situações Diogo peitou o palácio e saiu vencedor. Não acho que seria esse o caso desta vez. Diogo pensa em alçar voos mais autos e sabe que precisa do palácio e do PSB pra isso. Além do que o pai do Deputado volta a figurar nos bastidores como um bombeiro de toda essa situação. Oseas Moraes que foi deputado por dois mandatos, tem muito bom transito no palácio e dentro do PSB.

A falta de Eduardo e de Arraes – foi no dia 13 de agosto de 2014, que em um trágico acidente de avião Eduardo Campos nos deixou. Candidato a Presidente da República, governo muito bem aprovado em Pernambuco, Eduardo certamente teria sido um ator político que mexeria com a cena daquela eleição, tinha potencial pra vencer inclusive. O comando do PSB no estado também seria outro. Tenho lá minhas dúvidas se a aliança Vieira Moraes teria acabado em Santa Cruz por exemplo. Articulador nato, discurso irreparável, bom trânsito com opositores, quando olho para o nosso atual quadro político a minha afirmativa só pode ser, que falta faz Eduardo.

Põe meia dúzia de Brahma pra gelar, que eu tô voltando – A música de César Pinheiro e Maurício Tapajós, foi um dos grandes símbolos da volta de Miguel Arraes do exilio em 1979, depois de assinada a lei da anistia. Miguel Arraes de Alencar, deposto do cargo de governador em 1964, foi preso, confinado em Fernando de Noronha e depois no Rio de Janeiro. Logo após, por força de um habeas corpus concedido pelo STF foi solto e conseguiu áxilo na Argélia. Na sua volta para o Brasil Miguel Arraes foi ovacionado por uma multidão de mais de 50 mil pessoas em Recife. Foi Deputado Federal e Governador novamente, foi na verdade o Governador do sertanejo, do homem do campo, que se sentia representado na figura daquele homem simples e de rosto sisudo. Foi também em um dia 13 de agosto, desta feita em 2005 que Arraes faleceu. Do sertão ao cais, como faz falta Arraes.

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12
agosto

Artigo – Por Adriano Oliveira

O AUXÍLIO EMERGENCIAL E A ELEIÇÃO

 

Junho de 2014. Véspera da eleição presidencial. Uma eleitora numa cidade nordestina no decorrer da pesquisa qualitativa afirma: “Com Lula, o Estado bateu em nossa porta”.  Julho de 2020, em um município do Nordeste, um eleitor, ao ser questionado sobre as ações do presidente Bolsonaro na pesquisa qualitativa, expressa o seu sentimento: “Ele está ajudando muita gente com este Auxílio Emergencial”.

As pesquisas da Cenário Inteligência revelam que o bolsonarismo encontrou o lulismo no Nordeste. Por enquanto, são fenômenos semelhantes. O lulismo é mais completo. Pois tem os seguintes ingredientes: carisma do presidente Lula, ampliação do consumo, vários programas sociais, expansão das universidades públicas e Bolsa Família. O bolsonarismo é formado por três elementos: enfrentamento à corrupção, sinceridade do presidente e Auxílio Emergencial.

 O ex-presidente Lula continua forte na memória de parcela do eleitorado nordestino. É considerado o melhor presidente da História do Brasil. Mas, muitos eleitores, as falarem sobre Lula, usam a seguinte expressão: “Já deu o que tinha de dar”. A Lava Jato e a prisão não foram suficientes para desconstruírem fortemente o ex-presidente. Entretanto, elas possibilitaram o sumiço de Lula da dinâmica eleitoral. Por isto, como bem tem revelado as pesquisas qualitativas, os votantes não falam do retorno do líder do PT.

O bolsonarismo segue em recuperação. Não é inesperada. Pois, no Brasil, governos que atendem as demandas das classes C, D e E, tendem a conquistar popularidade. O Auxílio Emergencial é o instrumento que alavanca a popularidade do atual mandatário da República. Por outro lado, os votantes das classes A e B abandonam o presidente. O jeito de ser de Jair Bolsonaro continua a atrapalhá-lo. Porém, o seu silêncio estratégico mais o Auxílio Emergencial lhe trazem popularidade.

A nacionalização estará presente nas eleições municipais. De um lado, o bolsonarismo com o reforço do Auxílio Emergencial. De outro, o antibolsonarismo. Neste último universo, estão os refratários ao PT, a Lula e a Jair Bolsonaro. Estão também, os eleitores que admiram Lula e o PT. Em razão do antibolsonarismo está dividido em duas partes, o bolsonarismo hoje é mais forte do que o lulismo.

Se o Auxílio Emergencial for estendido, não será surpresa o sucesso eleitoral de vários candidatos bolsonaristas. Caso não seja, o bolsonarismo perde força. Mas não o suficiente para lhe enfraquecer fortemente na disputa municipal.

06
agosto

Panorama – Com Ralph Lagos

Rodo shopping – O mundo caminha para vendas em plataformas digitais, mas Zé Augusto não cansa de falar em um rodo shopping, que é requentado desde a campanha de 2010. Um discurso antigo que envelhece a pré campanha do vereador Helinho Aragão. A população na sua maioria não aguenta mais promessas vazias que se repetem de dois em dois anos e não tem nenhum nexo com a realidade.

 Guerra de nervos – O grupo denominado Calabar de Taquaritinga vive uma verdadeira guerra de nervos. Na última terça o grupo se reuniu e o Prefeito Lero saiu comemorando um acordo, que segundo ele culminou com a chapa Lero e Gena para concorrer no próximo pleito. Minutos depois o ex Prefeito Evilásio, enviou um áudio para um grupo de whatsapp se demostrando chateado com a situação e que não teria ficado nada certo na reunião. O momento conturbado do grupo não é nenhuma novidade, o que também não é novidade é que Lero e Evilásio apenas se toleram.

Quase lá – Quem está perto de selar um acordo em seu grupo é o Prefeito do Brejo Hilário Paulo. As conversas com Dr Edson estão avançadas e o nome de Frailan Mota deve ser indicado para compor a chapa majoritária. Todo o mérito para Hilário que teve muita paciência e traquejo político para contornar as divergências com Dr Edson, que assim como acontece na Dália da serra, Hilário e Dr Edson apenas se toleram.

O Menino cresceu – o menino vem ai, foi o primeiro adesivo que se usou na pré campanha de Edson Vieira em 2008. É bem certo que Edson perdeu aquela campanha, mas foi uma derrota que divide a carreira política do Prefeito. Naquela derrota Edson toma de uma vez por todas a direção do grupo denominado boca preta e quatro anos depois em uma campanha histórica chega ao poder. É reeleito em 2016, elege a esposa 2018, mantem o grupo coeso em 2020 e já anuncia que vai ser candidato a Deputado Federal em 2022. Pra quem gosta e pra quem não gosta, tem que respeitar “O Menino”.

A vice de Allan – o pré candidato Allan Carneiro está procurando o perfil ideal para a composição da sua chapa. Começa a ganhar contornos que esse perfil seria de uma mulher, os bastidores políticos apontam ainda que o pré candidato teria encomendado uma pesquisa qualitativa e que o nome de duas empresárias já estaria sendo sondado por Allan. O problema é que o PSL e o PDT querem essa vaga e que o diálogo entre Allan e as duas sigla parece não ser mais o mesmo. Será preciso muito jogo de cintura para que não se tenha uma crise as portas da convenção, coisa que alguns já julgam inevitável.

 

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24
julho

Panorama – Com Ralph Lagos

Força Fernando – O pré candidato a prefeito Fernando Aragão, testou positivo para a Covid -19. O quadro de Fernando expira cuidados e por isso ele está internado em uma unidade de saúde em Caruaru. Liguei pra Fernando, ele está bem, com sintomas leves da doença e se Deus quiser logo retornara para suas atividades.

Palanques desarmados – Logo que foi noticiado que Fernando testou positivo, os seus adversários políticos se manifestaram em suas redes sociais desejando melhoras para ele. Todos deixaram as diferenças de lado, dando uma demonstração de maturidade em um momento delicado. Em tempos que algumas pessoas desejam a morte de Presidente e de ex Presidente, é importante aplaudir o comportamento dos políticos da terra das grandes gameleiras.

Peleja sem fim – Uma pesquisa de intenção de voto para prefeito de Santa Cruz sacudiu os bastidores políticos. A pesquisa não foi registrada, mas várias pessoas tiveram acesso aos números. Se os dados colhidos representarem realmente o quadro do eleitorado, estaríamos passando por uma mudança na geografia política.

Vazou ou vazaram? – Quando uma pesquisa não é registrada, por obvio ela é de consumo interno. Acontece que a famigerada pesquisa virou figurinha fácil no celular de muita gente. Uma velha tática usada na política para levar a população a viabilidade ou não de certas candidaturas. Se o vazamento vai surtir o efeito desejado não sabemos, mas que haverá outros desdobramentos a partir da ciência da pesquisa, isso sim vai acontecer.

Quatro candidaturas – Uma coisa é certa, no próximo pleito teremos quatro candidaturas postas em Santa Cruz, mesmo que o PSB negue legenda a Helinho Aragão pra ser candidato a prefeito. Zé Augusto deve se lançar ou lançar o seu filho, o advogado Tallys Maia. A corda esticou muito, não existe clima, nem disposição de se unir de ambas as partes. A pergunta que não quer calar é, se isso realmente acontecer, qual a posição dos atores políticos do grupo denominado taboquinha?

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17
julho

Panorama – Com Ralph Lagos

 

A entrevista – Em entrevista concedida à Alberes Xavier, na semana passada, o Presidente estadual do partido Republicano disse que se dependesse dele Zé Augusto seria candidato a prefeito. Partindo da lógica que um político experimentado como Silvio Costa não diria isso à toa, somado ao silencio de Zé Augusto sobre o tema e o seu histórico, mudanças no quadro político podem realmente acontecer.

Fique em casa – Os candidatos esse ano terão duas tarefas difíceis, a primeira convencer o eleitor que é a melhor opção. A segunda, é convencer o eleitor a ir votar em meio a uma pandemia. Deveremos ter nesse pleito uma abstenção como nunca vista, será preciso jogo de cintura e muito poder de convencimento para reverter essa situação.

A batata dele não está assando – A chegada do ex vereador Batata deu outros ares a pré campanha de Jânio Arruda. Fica visível que Batata empolgou o eleitorado do seu novo grupo e caminha a passos largos pra ser o candidato à vice de chapa de Jânio. Hoje Batata é um dos principais opositores do Prefeito Lero e tem conquistado um espaço interessante na oposição.

Pesquisas – Pelos quesitos de uma pesquisa que os dados estão sendo colhidos hoje, muito provavelmente alguém ligado ao grupo governista encomendou essa pesquisa. Essa tem sido uma marca do Prefeito Edson Vieira desde da sua campanha a prefeito em 2008. Monitorar, tentar entender a cabeça do eleitor, tem feito de Edson um grande vencedor, depois de amargar derrotas, como aconteceu em 98 e 2008. Edson chegou no grupo no começo dos anos 2000 e degrau por degrau virou uma liderança sem nenhuma contestação.

Recuou – O prefeito Edson solicitou que fosse retirado de pauta o projeto de lei que tratava da suspenção do repasse da parte patronal para o Santa Cruz PREV. O recuou se deu para evitar uma derrota com a não aprovação do projeto e um desgaste ainda maior com os funcionários públicos em um ano de eleição. Se tivesse insistido no projeto de lei, só restaria a Edson amargar desgaste e expor a sua bancada de vereadores.

Bem na foto – Quem ficou bem na fita foram as oposições, que alinharam seu discurso contra o projeto com a grande maioria dos funcionários públicos. Teriam muito mais dividendos políticos se tivesse sido votado e reprovado o projeto, é bem verdade. Mas pra uma oposição que faz oposição à oposição kkkkkkkk já é um grande feito.

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17
julho

Coluna Ponto de Vista – Com Euzébio Pereira

AS LIDERANÇAS POLÍTICAS E SUAS ATUAÇÕES DIANTE DA CALAMIDADE PÚBLICA DECRETADA NO BRASIL

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Todos nós temos acompanhado e vivido as consequências da pandemia do novo coronavírus na sociedade brasileira, que tem causado milhares de mortes diárias, grave crise do sistema de saúde, aprofundamento da crise econômica e agravamento das questões sociais, para citar apenas estes. Já afirmei nesta coluna que a pandemia fez com que diversas lideranças demonstrassem a força da boa política na condução do setor público, guiando a população e as ações neste momento de grande e grave anormalidade.

Na esfera federal o presidente JAIR BOLSONARO tem uma postura de negação da gravidade da pandemia, com diversas atitudes que reduziram o Brasil junto à comunidade internacional e, pior, tomando algumas atitudes que dificultaram o combate ao vírus letal. Neste vácuo o presidente da Câmara dos Deputados, RODRIGO MAIA, mostrou liderança e conduziu os debates essenciais, praticamente à revelia da Presidência da República. E, reparem, as ações federais estão sendo cruciais especialmente no enfrentamento da financeira como o “auxílio emergencial” e minimização das perdas de estados e municípios, mas o presidente não liderou a nação.

Em Pernambuco o governador PAULO CÂMARA, ao meu ver, teve seus maiores acertos no início da crise, tomando atitudes necessárias e que, naquele momento pareciam muito rígidas, mas se mostraram necessárias. Neste momento o diálogo com a sociedade e prefeitos era mais franco. As falhas estão ocorrendo na retomada das atividades, com falta de diálogo com gestores e tomando decisões que, ao que demonstram, não conhecem ou consideram as peculiaridades do interior. Esse descompasso se viu claramente esta semana, com o desastroso anúncio da retomada de algumas atividades aqui do Polo de Confecções, que causou muitos desencontros por falta de diálogo prévio.

Em nossa cidade, o prefeito EDSON VIEIRA soube liderar e enfrentou a pandemia com desenvoltura. No início tomou decisões difíceis, mas necessárias, e preparou o sistema de saúde de nossa cidade para os problemas trazidos pela Covid-19. Não subestimou o vírus! Mudou fluxo da rede de urgência e emergência na saúde e criou um Hospital de Campanha, duplicando a rede de atendimento 24 horas na cidade, quando somado à UPA, Hospital Municipal e AME Infantil. No Social investiu na assistência aos mais vulneráveis e ampliou investimentos em milhares de cestas básicas e máscaras de proteção. Na economia, deu amplo suporte para a entrega de mercadoria, que amenizou aqueceu a economia. No principal momento da pandemia a oposição ao governo sumiu. Com a proximidade do período eleitoral, reapareceu trazendo a questão partidária para o debate.

Ainda temos muito a enfrentar para vencermos este vírus e esperamos de nossos governantes que tomem as melhores decisões de enfrentamento aos diversos aspectos desta Calamidade Pública decretada no Brasil. O primeiro pensamento deve ser salvar vidas. As questões eleitorais não devem se sobrepor a esta bandeira.

VAPT-VUPT

COMPROMETIMENTO – Dep. Fernando Filho mostrou comprometimento, força e liderança política ao conseguir emenda de um milhão de reais para a cidade de Santa Cruz do Capibaribe enfrentar a Covid-19. Das 08 novas viaturas que chegaram para a Guarda Municipal, 05 foram indicações suas.

ENQUANTO ISSO… – o Dep. Eduardo da Fonte trava luta interna para desestabilizar a candidatura de Helinho Aragão e conseguir o apoio do PSB para Fernando Aragão. “Resolvido” e emoji em grupo de whatsapp foram suas ações mais comentadas nesta pandemia.

PRESENÇA – Seguindo sua linha de atuação, a Dep. Alessandra Vieira continua demonstrando crescimento constante em sua atuação na caminhada na Alepe. Faz questão de mostrar o trabalho legislativo que tem realizado, com aprovação de Leis e indicações importantes neste momento.

FORA DE CAMPO – Apoiado na cidade por Diogo Moraes, o Dep. João Campos só veio na cidade para conseguir votos, foi substituído por Cabral. Com o projeto de candidatura do PSB em xeque pela própria executiva estadual, o Dep. Diogo Moraes, continua fora de campo buscando apoio da própria legenda.

NA LISTA DO TCU – Na sombra da pré-candidatura de Helinho Aragão, o ex-deputado José Augusto esta figurando na Lista de Contas Julgadas Irregulares pelo TCU, desta vez com a companhia de Toinho do Pará, ambos podem ter problemas em seus registros de candidatura. Como antecipamos semana passada, Zé tenta limpar o nome para as eleições.

14
julho

Artigo – Por Adriano Oliveira

O ELEITOR E A COVID-19

 

Qual a influência da pandemia do novo coronavirus no comportamento do eleitor? Logo no início da pandemia, construí hipóteses para orientar pesquisas e análises. A primeira hipótese era que prefeitos aumentariam ou perderiam popularidade em razão do enfrentamento à Covid-19. As pesquisas da Cenário Inteligência têm revelado que tal hipótese é verdadeira. Porém, um achado importante: votantes diferenciam a popularidade do gestor conquistada no período da Covid-19, da popularidade do mandato.

O alto número de mortes em virtude da Covid-19 trará impopularidade para o presidente Bolsonaro. Esta hipótese ainda carece de comprovação. Pesquisas qualitativas e quantitativas realizadas no Nordeste mostram que o “vírus e China” mais “Bolsonaro” são os principais responsáveis pelas mortes. A primeira variável, a depender da localidade, se sobressai. É alto o porcentual de eleitores que reprovam a conduta do presidente na gestão da crise sanitária.

A crise econômica fortalecida pelo novo coronavirus terá como responsável principal o presidente Bolsonaro. Esta hipótese também precisa de comprovação. As pesquisas têm mostrado que o “vírus e a China”, “Bolsonaro” e “governadores” aparecem como variáveis causais para o agravamento da crise econômica. Os porcentuais quanto a estes itens variam entre cidades. É oportuno lembrar que pesquisas nacionais de variados institutos têm mostrado queda e, em seguida, estabilidade da reprovação do governo Bolsonaro.

O eleitor cansará do isolamento social e da paralisação da economia.  Quanto a esta hipótese, constato o seguinte processo entre os eleitores: no início da pandemia, o desejo majoritário era salvar vidas. Em seguida, ele sofre enfraquecimento. Hoje, as pesquisas quantitativas da Cenário revelam que o eleitor, majoritariamente, quer salvar vidas e empregos. As pesquisas qualitativas mostram que o eleitor quer a volta do comercio, da atividade econômica, com prevenção. Portanto, o isolamento social cansou para parcela considerável do eleitorado. Os eleitores continuam, majoritariamente, com medo de ser contaminado pelo coronavirus.

A eleição municipal ocorrerá em novembro. Até lá, efeitos do Auxilio Emergencial entre os eleitores devem ser monitorados. O impacto da crise econômica e de uma possível recuperação lenta da economia também. A transição entre crise sanitária e o novo normal poderá criar novos sentimentos nos votantes. A pandemia do coronavirus será temática da eleição. Os comportamentos do presidente Bolsonaro, governadores e prefeitos também. A Covid-19 estará presente na eleição municipal.

09
julho

Panorama – com Ralph Lagos

Golias do bem, Davi do mal – Uma gigantesca obra começou a funcionar em Santa Cruz essa semana. Trata-se do esgotamento sanitário. Obra moderna, que terá impactos positivos para nosso meio ambiente e para toda a nossa população, principalmente no quesito saúde. Do ponto de vista político uma pequena ponte com menos de vinte metros está ofuscando parte do impacto que uma das maiores obras feitas em Santa Cruz devia causar.

A saga taboquinha  – Uma coisa que me chamou muita atenção quando foi noticiado que o esgotamento sanitário começou a funcionar, foi a falta de sintonia do grupo denominado taboquinha com o governo do Estado. Na sua imensa maioria (fora Diogo, Junior Gomes e Marlos) eles não se sentem confortáveis para defender o governo e nem se sentem na condição de comemorar quando obras como essas viram realidades. A falta de identidade reina.

Alerta ligado – Semana passada nessa coluna tratei das vantagens que Allan teria caso se confirmada a ausência de eventos no pleito eleitoral desse ano. Dessa vez vou chamar atenção do leitor para uma coisa que pode atrapalhar a candidatura de Allan. A eleição do Moda Center, será antes da eleição municipal esse ano, pelo menos é o que temos a peso de hoje, e uma derrota da chapa de situação no nosso Gigante causaria grandes impactos negativos a campanha de Allan Carneiro, que já é de longe a maior terceira via dos últimos tempos em Santa Cruz.

Não entendi I – O Presidente da Câmara de Vereadores Augusto Maia retirou da pauta desta quinta feira dia 09/07 o projeto de lei Nº 008/2020 que tem como objetivo suspender os recolhimentos patronais da prefeitura para o SANTACRUZPREV. A retirada do projeto se deu pelo um pedido do governo, através da vereadora Jessica Cavalcante e a argumentação apresentada por Augusto foi que precisava do posicionamento dos sindicatos. Mas o fato da minha não compreensão é que todos os sindicatos já se posicionaram, contrário ao projeto de lei, diga-se de passagem.

Não entendi II – O mesmo Governo que pediu para o projeto ser retirado de pauta, enviou o esse mesmo projeto para a casa de leis com o regime de urgência. Vamos decidir pessoal é urgente ou não?

Não entendi III – Quando o vereador Junior Gomes fez o questionamento sobre a urgência do citado projeto de lei, foi enviado um pedido de retirada da urgência do projeto pela vereadora Jessica. Pois bem, sendo de autoria do poder executivo, só quem poderia solicitar a retirada do pedido de urgência ou do próprio projeto seria o prefeito que é chefe do executivo.

As opiniões aqui expressas são de responsabilidade do seu idealizador   

08
julho

Artigo – Por Adriano Oliveira

O QUE FAZER NESTA ELEIÇÃO?

 

As eleições foram adiadas. Não existia clima eleitoral para que os competidores fossem às ruas pedir o voto ao eleitor. Desde abril, a agenda no ambiente social é a Covid-19. As pesquisas qualitativa e quantitativa têm mostrado isto. Não adianta acredita em movimentos nos grupos do WhatsApp ou nas redes sociais. São movimentos que não representam o todo da realidade.

São as pesquisas de opinião que têm o poder de decifrar o todo da realidade. O olhar para as redes sociais apresenta, apenas, a parte do todo. Competidores que analisam o seu desempenho considerando apenas as redes sociais, desprezam o todo. Pois ele olha para apenas a parte do todo. Portanto, o adiamento da eleição é uma oportunidade para que os candidatos possam fazer pesquisas.

Não partam do princípio de que pesquisa quantitativa é apenas Intenção de voto. Ela apresenta a parte do todo. Na pesquisa quantitativa, outras indagações devem existir. O que deseja os eleitores? Quais os seus sentimentos para com a gestão atual e os candidatos? Qual é a memória do eleitor? Que tipo de mudança o votante deseja? Qual é o clima eleitoral da cidade? As pesquisas quantitativa e qualitativa realizadas conjuntamente têm condições de responder a estas indagações.

As respostas para as perguntas apresentadas possibilitam a criação de estratégias eleitorais. Elas têm o objetivo de produzir efeitos no eleitor. Em primeiro lugar, a estratégia deve conduzir o candidato a um adequado nível de competitividade. Em segundo lugar, a estratégia busca o sucesso eleitoral. A estratégia eleitoral define a narrativa de campanha, isto é, o que será dito ao eleitor para conquistá-lo. Saliento que narrativas eleitorais têm começo, meio e fim. Como uma novela.

Candidatos não podem ter mais de uma estratégia. A estratégia principal deve ser definida. Estratégias auxiliares existem. Quando defino a estratégia eleitoral, defino o conceito do candidato. Ou seja: defino o meu candidato para o eleitor. Por exemplo: ele é a esperança para um futuro muito melhor. Em seguida, posiciono o competidor. No caso, ele é o futuro, enquanto os outros representam o passado. Por fim, o discurso do candidato. Neste aspecto, o candidato dirá ao eleitor por que é o futuro.

A vindoura eleição municipal será disputada sob crises sanitária e econômica e com a possível nacionalização. Eleitores pró Bolsonaro podem rejeitar candidatos contrários ao presidente da República. A carência material mais os efeitos do coronavirus têm o poder de deixar eleitores descrentes com a política. Portanto, o que fazer? São as pesquisas que lhe dirão o que fazer.

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02
julho

Panorama – com Ralph Lagos

Chegando

 

Imprensa forte – Na minha primeira escrita por aqui, não poderia deixar de registrar a passagem por esse blog dos gigantes ROMENICK e TENÓRIO. Sucesso aos dois amigos no novo projeto e que Deus proteja sempre vocês e seus familiares.

Sou aluno dos dois – Quanto à mim, vamos analisar semanalmente os bastidores e as principais notícias do nosso Agreste.

Vantagem pra Allan – Se realmente a campanha eleitoral de 2020 não tiver os grandes eventos que estamos acostumados a ver por conta da pandemia. O pré-candidato Allan Carneiro deve sair na vantagem no sentido de que as duas alas tradicionais da cidade, tem em seu currículo grandes eventos e passeatas com muita música e som. Sem a lambadinha e o famoso parará, fica mais leve a caminhada de Allan.

Aumentou o tom – O Prefeito Edson Vieira definitivamente aumentou o tom contra seus opositores. No seu programa semanal apresentado por meu amigo Cesar Melo, o prefeito não tem poupado críticas ao seus adversários, tem feito inclusive questionamentos (a palavra da momento) a respeito dos apoiadores do governo do Estado e da estada de Allan a frente do gigante Moda Center.

Baixou o tom – Na contra mão do que faz o prefeito, os vereadores de oposição simplesmente diminuíram o tom e as denúncias contra a administração pública. Eles usam agora seus programas de rádio, para se alfinetar e mandar indiretas para os companheiros de bancada ou colegas do seu próprio grupo. Receita perfeita para mais uma derrota.

E a pesquisa – Várias pesquisas estão sendo feitas em Santa Cruz. Uma delas foi registrada e seria publicada na terça-feira (30), mas estranhamente, foi retirado o registro e consequentemente a pesquisa não foi divulgada. O fato é que quem encomendou não gostou do resultado.

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24
junho

As Curtinhas do Romenyck Stiffen

Fechando um ciclo

Sob pressão: Os vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, em especial os de oposição, estão mais uma vez sob pressão, desta feita, devido o projeto do poder executivo que trata da suspensão do repasse do valor patronal ao Santa Cruz Prev, por parte da prefeitura, como noticiado nos mais diversos meios de comunicações da cidade.

São contra: Já se posicionaram contra o projeto, da forma que o mesmo está, os vereadores Deomedes Brito (PT), Ernesto Maia (PCdoB), Junior Gomes (PSB), Helinho Aragão (PSB), Toinho do Pará (PSB), Capilé da Palestina (PSD) e Joab do Oscarzão (PP).

Analisando: Em contato com este colunista, os vereadores Augusto Maia (PSB), Marlos da COHAB (PSB) e Carlinhos da COHAB (PP), nos afirmaram que ainda estão analisando o projeto que está tramitando na comissão de finanças e orçamento aguardando documentos da prefeitura. Maia adiantou que seguirá o parecer da comissão que vem discutido com as categorias, Marlos afirmou que o projeto merece uma discussão ampla, já o vereador Carlinhos afirmou que está estudando o projeto e que se debruçar, principalmente em relação ao impacto financeiro.

Favoráveis: Mesmo não conversando com os mesmos, teoricamente se acredita que a bancada de situação irá votar a favor do projeto. Esse posicionamento fica notório a cada discussão sobre o projeto, principalmente na fala da líder do governo, Jessica Cavalcante (PSDB). Os principais integrantes da situação se apegam como justificativas, principalmente, uma lei complementar sancionada pelo Governo Federal e a queda de receita do município.

Não aprova: Conversando com vereadores de Situação e oposição, os mesmos tem o entendimento que para o projeto ser aprovado precisa de maioria simples e não dois terços. Contudo, nos bastidores a crença de que os 10 vereadores de oposição votem pela reprovação do projeto da forma que está e apenas os sete vereadores da situação votariam pela reprovação, nesse contexto, atualmente o referido projeto seria reprovado.

Quer pesquisa: O vereador e pré-candidato do PSB, Helinho Aragão, afirmou, em entrevista a rádio polo, na última segunda-feira, 22/06, que estaria disposto a definir a candidatura do grupo Taboquinha através de uma pesquisa. Na ocasião alfinetou o pré-candidato do PP, Fernando Aragão, ao dizer que o mesmo não queria.

Atitude: O vereador Jobson Barros vem demonstrando atitude e sensibilidade no período de pandemia. O mesmo vem sendo um dos políticos de nossa região que tem utilizado suas redes sociais para conscientizar a população, principalmente fazendo live com profissionais da área de saúde. Recentemente, o vereador anunciou que seu salário de parlamentar dos meses de abril, maio e junho seria convertido para o combate a pandemia, e anunciou a entrega de 20 mil máscaras para o município.

Fim de ciclo: As curtinhas do Romenyck Stiffen fecha mais um ciclo, desta feita, estamos nos despedindo do Blog do Ney Lima. Gostaria de agradecer ao amigo e parceiro Ney Lima por todas as oportunidades concedidas, não foram poucas, e serei eternamente grato. Nesse contexto, ao agradecer a Ney Lima estou agradecendo a essa linda e competente família da Avant Digital, por todo suporte dado nos últimos sete anos. Sendo até clichê, mas de coração, ciclos se abrem e se fecham, então, nunca será um adeus, mas até logo. Dessa forma, venho me despedir de cada um de vocês leitores do Blog do Ney Lima por todo carinho de ter nos acompanhado por todos esses anos, mesmo divergindo de nossas opiniões em diversos momentos. Fiquem todos com Deus, gratidão é o que resume no momento e nos vemos por aí.

24
junho

Resumório – A Coluna do Professor Tenório

​RESUMÓRIO

 

QUESTIONAMENTOS – E segue a peleja sobre gastos no Moda Center x gastos da prefeitura. Em sua live semanal, o pré-candidato Fernando Aragão fez um questionamento ao prefeito sobre o porquê da contratação da uma empresa do Rio Janeiro para fazer uma adequação no prédio onde funciona o hospital de campanha. Enquanto isso, correligionários da gestão municipal continuam questionando os gastos no Moda Center, principalmente nas gestões do também pré-candidato Alan Carneiro. Falaram até da visita de Alan a Rede Globo. Santa Cruz do Capibaribe está muito “riodejaneirizada” nos últimos dias.

PARCERIAS – Sobre o duelo de questionamentos entre despesas do Moda Center e despesas da prefeitura, podemos concluir que o pessoal que defende a gestão é especializado nas contas do parque de feiras e o pessoal que defende Alan especializado nos gastos da prefeitura. Por isso já foi uma parceria de sucesso.

EM ANÁLISE – Outro assunto que continua repercutindo é a entrevista do presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, na qual ele deixou em aberto a definição da pré-candidatura que ganhará a bênção do Palácio do Campo das Princesas em Santa Cruz e mais trinta e nove cidades pernambucanas. Resumindo, o apoio do PSB a Fernando Aragão ou a Helinho está em análise, feito o auxílio emergencial do Governo Federal.

RESOLVIDO – Santa Cruz do Capibaribe sempre foi conhecida pela produção de confecções e de cientistas políticos. E mesmo em tempos de pandemia, as duas produções continuam a todo vapor. Embora o presidente estadual do PSB tenha dito que a definição do apoio da sigla em Santa Cruz vai ser decidida pela executiva estadual, nossos cientistas políticos já sabem qual foi a decisão e postam a toda hora nas redes sociais a palavra RESOLVIDO.  Postam e apostam, mostrando que tem confiança e iludidos nas duas alas taboquinhas.

DE MENTIRINHA – O São João 2020 foi marcado por forró clandestino e distanciamento social de mentirinha feito político muito preocupado com o povo. Fogos de artifício e acendimento de fogueiras também aconteceram aos montes, porque teimoso o povo sabe ser com maestria.

CONTRADIÇÃO – E o maior exemplo de contradição em Santa Cruz durante a pandemia foi a recepção de um recuperado da covid-19 com direito à aglomeração, locutor e carro de som com a música tema da vitória de Ayrton Sena. É preciso sim celebrar essa tão importante vitória, mas sem aglomerar, né?

FIM DE SÃO JOÃO – E quando o dia de hoje acabar, será o fim de mais um São João, o mais diferente dos últimos anos. Cheio de nostalgia e boas lembranças, com cada um comemorando e acompanhando os shows de um jeito diferente, assim como será o acompanhamento do Resumório daqui pra frente.

FIM DE CICLO – E assim, chegamos ao fim de mais um ciclo. Como disseram no filme Sr. e Sr.ª Smith, “perto do fim a gente começa a pensar no início”. Foram duzentas e seis edições do Resumório desde aquele dia 09-12-2015, dia da estreia do resumo semanal do que acontece na política de forma bem-humorada no Blog do Ney Lima, a quem agradeço o convite, a parceria e o reconhecimento pelo meu trabalho.

AQUELE ABRAÇO – Nunca me queiram mal. Apenas reflitam sobre isso, enquanto lhes digo que fica o acontecido para ser rido e lido em outro local. Aquele abraço!

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