24
novembro

Unopar Santa Cruz realiza colações de grau, no Clube Ypiranga

 

A Unopar Santa Cruz apresentou à sociedade santa-cruzense mais de 90 profissionais formados pela instituição, no último sábado (21). Aconteceram duas cerimônias, no Clube Ypiranga, nos horários tarde e noite. Colaram grau os alunos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Educação Física, Gestão Financeira, Gestão Hospitalar, História, Marketing, Matemática, Serviços Jurídicos, Cartorários e Notariais, Pedagogia e Serviço Social, 2019.2 e 2020.1.

As colações foram marcadas por muita emoção e alegria dos formandos e seus familiares.

“É sempre uma felicidade para nós quando realizamos o ato final que coroa tantos anos de esforço, renúncia e dedicação dos nossos alunos para a conquista da tão sonhada formação superior”, ressaltou a Diretora Acadêmica, Emanuella Aleixo.

Nos dois eventos, foram homenageados os tutores(as) Amanda Cristina Lourenço da Silva, Carla Aragão de Mello, Diego Marans de Figueirêdo, George Batista da Silva, José Almir Menezes Amâncio, Júlia Renata da Silva Balbino e Maria Silvânia Bezerra Gomes, que receberam placas em homenagem pelo trabalho desempenhado na formação dos alunos.

O Presbítero da Igreja Beth Shalom, Jeysiel Marcos de Azevedo Santos e o seu pai, Pastor Marcos Antônio dos Santos, proferiram uma mensagem de fé aos novos profissionais. Os juramentos ficaram por conta das formandas Amanda Maria Duda da Silva e Raquel de Souza Campos.

“Mesmo com a pandemia, a Unopar não parou seus serviços e mostra mais uma vez o seu compromisso ao fazer a entrega dos diplomas aos formandos onde, em outras instituições, essa entrega pode levar anos”, destacou a Diretora Administrativa, Mirelly Tavares.

A Unopar Santa Cruz parabeniza os novos profissionais e deseja sucesso na carreira de todos.

Conteúdo da Assessoria

23
novembro

Esvaziando o depósito do mal – Por Claudionor Bezerra

“Pelo que, despojando-vos de toda sorte de imundícia e de acúmulo de maldade, recebei com mansidão a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar as vossas almas” (Tg.1.21, Almeida Revisada)

Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

Uma coisa é certa: somos pecadores por natureza. Nossa inclinação é para o mal. O próprio Jesus testemunhou que a perversidade que praticamos tem origem no nosso coração (Mt.15.19). Esse processo de corrupção natural se agrava a medida que caminhamos nesse mundo mal. Nosso coração se transformou em um depósito que vai acrescentando a maldade aprendida com aquela que está em nós. Maldade acumulada! É isso que Tiago está falando no versículo acima.

Inconscientemente (ou não!) abrigamos a maldade praticada contra nós ou contra o próximo! É preciso estancar esse processo do mal! Só o Evangelho pode promover essa transformação. Somos chamados a receber “com mansidão a palavra em nós implantada”! Isso significa que dentro do nosso ser se estabelecerá um conflito entre a “maldade acumulada” e o “bem do Evangelho”! O moralismo das religiões, das sociedades fraternas e outras não passa da superfície e gera para a hipocrisia.

O Evangelho “revira” o nosso “ser” e vai lá fundo na maldade enraizada em nossa alma! Por isso que a confrontação do Evangelho é dolorosa, mas é para o nosso bem, para nos fazer autênticos na vida! Mas não será algo fácil! As vezes resistiremos! Outras vezes faremos guerra contra o nosso próprio “eu”! Mas a graça vai prevalecendo contra nós! Vai nos libertando de nós mesmos. Seguirá, poderosa, nos salvando do nosso próprio coração. O que se exige de nós não é o esforço de mudar a nós mesmos.

O que se espera é que “acolhamos” em nosso ser a Palavra ouvida. Procedendo assim seremos transformados de glória em glória, sem o esforço hipócrita de “parecer ser” o que não somos. Mas, ao mesmo tempo, nos enxergando como realmente somos, cheios de maldade acumulada, mas cujo depósito perverso está sendo esvaziado pelo Evangelho da Graça em nós implantado.

Claudionor Bezerra

As opiniões aqui expressas são de responsabilidade do seu idealizador

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