04
setembro

Secretário afirma que parte embargada de obra não faz parte do contrato de locação firmado com prefeitura


Fotos: Fernando Lagosta e Ney Lima

Na manhã desta segunda-feira (04), em entrevista no programa Rádio Debate (da Polo FM), o Secretário de Desenvolvimento Urbano e de Meio Ambiente, Gilson Julião, falou sobre a polêmica envolvendo a locação de mais um imóvel para a prefeitura.

Desta vez, trata-se de imóvel com contrato de locação que fica as margens da PE-160, mais precisamente na Rua Elias Ferreira do Nascimento, Nº 13, Bairro Dona Dom, onde está previsto para funcionamento da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e também da Mobilidade Urbana.

O imóvel, onde também já funcionou um dos Centros de Educação Infantil, passa por ampliações e um detalhe controverso é que uma obra de reforma e ampliação se encontra embargada pelo próprio município. Donos de lotes nas proximidades questionam que uma parte da construção teria sido edificada em área pública.

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Parte embargada não estaria locada a prefeitura, diz secretário

Durante a entrevista, o secretário reafirmou que o embargo da obra estava apenas condicionado a ampliação e não a parte que, segundo ele, teria sido locada ao município ao custo de R$ 84 mil ao ano.

“A prefeitura locou o imóvel e a parte que está embargada da obra é a da ampliação, que tem muros levantados. O embargo não se dá em uma possível construção em área pública, mas sim em virtude da construção não ter a licença. A parte que a Secretaria de Desenvolvimento Urbano locou é a parte onde funcionou o Centro de Educação Infantil” – disse.

Ainda segundo o mesmo, o proprietário da parte embargada já estaria entrando em contato com a prefeitura para negociar a regularização da obra e que o aluguel segundo ele, da residência onde funcionou o Centro de Educação, custará R$ 7 mil por mês aos cofres públicos, citando que o novo imóvel gerará economia de recursos ao município, com a entrega de dois prédios.

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Imóveis vizinhos de área embargada podem ter invadido área pública, diz Gilson

O secretário também foi questionado se imóveis vizinhos teriam invadido espaço público como mostra imagens aéreas do local. Gilson confirmou a possibilidade do avanço de tais construções, mas mostrou mais cautela ao falar da questão.

“Segundo um levantamento que fizemos, possivelmente teve um avanço naquela área, mas estamos procurando essa documentação (do loteamento) para averiguar e se ter certeza daquilo que se está falando, para não estar se falando aqui e ter que voltar atrás. Estamos fazendo um levantamento” – disse.

Segundo ele, o bairro Dona Dom em si passa por diversas retificações de áreas que podem ter sido alvos de avanços em áreas públicas.

 

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