Dia Municipal dos Desbravadores é celebrado na Casa José Vieira de Araújo

 

 

A Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe recebeu na noite desta terça-feira (29) mais de 200 jovens em solenidade de comemoração ao Dia dos Desbravadores, que foi criado através de lei municipal número 2.113/2013, de autoria do vereador Fernando Aragão (PROS).

 

Os Desbravadores surgiram em 1950, por meio da Igreja Adventista do Sétimo Dia, e inclui jovens entre 10 e 15 anos, que se reúnem uma vez por semana para desenvolverem atividades de cidadania, meio ambiente e estudos bíblicos, através do compromisso e disciplina prestam serviços comunitários e que hoje atuam em mais de 160 países pelo mundo.

 

 

O autor da lei relatou a importância das crianças e jovens terem a oportunidade de promover atividades sociais e religiosas que buscam divulgar o bem estar da comunidade. “Estas crianças e jovens tem o privilégio de estarem num ambiente sadio onde aquilo que aprendem levam para o resto de suas vidas, aliando a religiosidade com ação social. Vejo neste trabalho um exemplo de educação e de formação cidadã”, disse Fernando Aragão.

 

O presidente da Câmara, Junior Gomes (PSB) usou frase do pensador grego Pitágoras para ilustrar a homenagem aos trabalhos desenvolvidos pela direção dos Desbravadores. “Vamos educar nossas crianças, e assim, não precisaremos punir os homens”, disse.

 

 

Para o representante do grupo, pastor Luciano, os Desbravadores divulgam a cidadania através dos ensinamentos bíblicos. “Eu sou um resultado desse trabalho, a instituição tem bases nas escrituras, por isso temos êxito. Vamos seguir firmes nesta ação de esperança. Os Desbravadores em Santa Cruz tem uma grande importância e são valorizados em toda cidade”, ressaltou.

 

Também estiveram presentes às homenagens os vereadores Dida de Nan (PSDB) e Carlinhos da Cohab (PSL).

 

Informações da Assessoria.

 

Um Comentário

  1. Andre Macedo disse:

    Decepcionante. Desbravadores estão promovendo, ridiculamente, a descaracterização do Escotismo no Brasil. Uma belíssima tradição do entendemos sobre o que é ser escoteiro está sendo apagada, substituída por uma roupagem exarada e equivocada. E o que é pior, não há preocupação jornalística nenhuma em aprofundar e transmitir uma real visão sobre contesto intencional do assunto.

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