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José Augusto vai até Edson Vieira cobrar o pagamento de contrapartida para agilizar início de obras da agência do INSS em Santa Cruz

 

Na presença de vereadores das duas bancadas, José Augusto, Dimas e Edson Vieira discutem sobre impasse no pagamento da contrapartida que viabiliza a liberação dos recursos para a futura Agência do INSS. Fotos: Thonny Hill.

 

Na manhã desta quinta-feira (02) uma comitiva formada pelo deputado federal José Augusto Maia (PTB) e seis vereadores da bancada de oposição foram até a prefeitura para falar com o prefeito Edson Vieira (PSDB).

 

O assunto em pauta foi à entrega de um documento que discrimina valores destinados para a construção de uma agência do INSS em Santa Cruz do Capibaribe nas proximidades do Moda Center.

 

A obra está orçada em R$ 1.206.000,00, sendo R$ 700 mil do Ministério da Previdência Social, R$ 500 mil de emenda individual do deputado e mais R$ 6 mil de uma contrapartida da prefeitura municipal.

 

Documento levado ao prefeito (clique para ampliar).

 

O impasse se deve a essa contrapartida, onde o valor, que deveria ter sido pago pela gestão anterior a empresa responsável pelo projeto de elaboração da agência ainda não foi pago pela atual gestão.

 

A entrega desse projeto é fundamental para que a obra entre em fase de licitação e possa ser iniciada após os trâmites legais.

 

Vereadores de oposição também fizeram questionamentos ao prefeito.

 

Empenho a ser pago foi anulado com autorização do ex-prefeito, afirma Edson Vieira

 

Na parte mais acalorada da reunião, o prefeito apresentou um documento que mostra que o empenho da verba da contrapartida, que deveria ter sido usada para pagar o engenheiro, foi anulado com autorização do ex-prefeito Toinho do Pará (PTB).

 

De acordo com o documento, esse empenho (realizado em 19 de junho de 2012) foi anulado no dia 26 de dezembro de 2012, seis dias antes de Toinho entregar a prefeitura, no dia 1ª de janeiro deste ano.

 

“Quando está anulado, eu não posso pagar” relatou Edson. Em seguida, José Augusto o indagou, afirmando que, se ele sabia que o empenho estava anulado, poderia já ter feito alguma providência para que a liberação dos recursos não seja atrasada ainda mais.

 

“Desde o início, se tivesse anulado, você poderia refazer o contrato e ter pago isso aqui”, enfatizou José Augusto.

 

O deputado questionou também que o documento presentado pelo prefeito não teria assinatura e portanto não poderia ser levado em consideração.

 

 

Empenho foi anulado desde 26 de dezembro, afirma documento apresnetado pelo prefeito (clique para ampliar.

 

Definição

 

Ao final de quase uma hora de reunião, o documento foi protocolado pelo prefeito e ficou acordado que a prefeitura se comprometerá a fazer o pagamento da contrapartida, para que os recursos possam ser liberados e, com a entrega do projeto, a obra possa ser iniciada.

 

Edson protocola documento entregue por José Augusto.

 

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