20
julho

Secretário Gilson Julião presta contas de dois anos de atuação na pasta de Desenvolvimento Urbano em Santa Cruz


Fotos: Thonny Hill

 

Na manhã desta quinta-feira (20) a equipe do Blog acompanhou a prestação de contas do secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente de Santa Cruz do Capibaribe, Gilson Julião.

A prestação de contas foi realizada no Centro de Artes e Esportes Unificado (conhecido como Praça do CEU), no Loteamento Nova Morada. Na presença do prefeito, vice, vereadores governistas e integrantes de sua pasta, foram fornecidos números de ações desempenhadas pela secretaria, segundo ele, desde junho de 2015 até junho de 2017.

“É importante apresentarmos esses números de forma que a população possa acompanhar e ver que aqui chegam demandas, que são solucionadas em sua maioria por nossa equipe e secretaria” – frisou.

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Entre os números estavam a quantidade de solicitações a sua pasta ao longo desse período (2.189), a porcentagem alegada por ele de resoluções (83%) e também outras ações a pasta como a construção e reforma de 12 praças, percentuais como os tipos de casos mais frequentes para resolução (iluminação pública, retirada de metralhas, calçamento, saneamento e podas) entre outros dados como:

* Manutenção de 3.700 pontos de iluminação e retirada de currais irregulares em áreas públicas;

* Reposição e ampliação de 18 mil metros de saneamento e de 120 mil pedras de calçamentos;

* Utilização de 23 mil kg de asfalto seco em operações tapa-buracos (exceto PE-160, de responsabilidade estadual);

* Participação no calçamento de ruas em bairros como Dona Lica II, Pedra Branca, em torno da Casa da Criança. Polis Pacas entre outros.

* Coleta de 70 mil toneladas de resíduos sólidos (lixo e materiais recicláveis) e de 115 mil metros cúbicos de entulhos;

* Parcerias para realização de obras como o novo Centro de Educação Infantil, Central de Feiras e Mercados, construção de vestiários para peladeiros na zona rural, conclusão da Praça do CEU, construção de Quadra Poliesportiva na Escola Senador Ronaldo Aragão, construção da Praça de Alimentação e também de cinco passagens molhadas.

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Blog questiona prazos para solução de problemas como perda de licença do aterro sanitário e falta de iluminação da via de acesso a Malhada do Meio

Ao fim da prestação de contas, o secretário foi entrevistado por vários representantes da imprensa que estavam presentes, entre eles a equipe do Blog. Além dos dados apresentados, outros questionamentos também foram realizados:

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Novo prazo para iluminação de via de acesso a Malhada do Meio

O secretário foi questionado sobre uma cobrança frequente: a iluminação na via de acesso que leva ao bairro Malhada do Meio, que já tem os postes de iluminação implantados desde o ano passado.

Sobre o tema, o secretário pontuou um novo prazo para que, de fato, o trecho, que possui várias ocorrências de assaltos registrados devido a insegurança:

“Estamos esperando agora a sinalização da Celpe para fazer a ligação daquela rede ali. Em breve, estaremos fazendo a entrega dela e temos trabalhado para isso. Aconteceram diversos problemas que não vou estar relatando aqui, mas acredito que, no máximo em até 30 dias, poderemos estar indo lá e entregando a iluminação para dar mais segurança a aquela comunidade” – frisou.

Início das ações visíveis associadas a prometida Estação de Tratamento de Esgoto  

Neste ponto, o secretário enfatizou que uma equipe das empresas licitadas para realização das obras já estaria em Santa Cruz realizando os levantamentos de campo. Gilson aproveitou para fixar um prazo para que a população já possa ver, de fato, as primeiras ações relacionadas a obra, que tem prazo de 36 meses de conclusão.

“Quatro pessoas estão aqui fazendo esse levantamento de campo e, segundo eles, nesses próximos quatro ou cinco meses vai se poder ver, visualmente; que é isso que a população e a imprensa cobram em ver se a obra está sendo executada. Ela está sendo executada nesse processo de saber onde se coloca (a estação), como vai ser colocado os equipamentos, a contratação de servidores; os locais que tem mais pedras… Nossa equipe andou todo o Rio Capibaribe e os riachos que ligam a cidade para saber onde vai se colocar a tubulação, pois essa estação de tratamento vai ter um ponto próximo ao bairro Oscarzão que ela vai colher o saneamento básico e devolver limpo ao rio. Antes, na cidade, vai se ter quatro estações elevatórias de tratamento, que vai jogar esses dejetos para lá. Segundo a empresa, visualmente, nesse prazo de quatro a cinco meses” – frisou.

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Início do asfaltamento de ruas

Neste terceiro ponto, Gilson citou um prazo para início do asfaltamento e onde serão as primeiras ações. O asfaltamento foi prometido com a viabilidade através de emendas parlamentares.

“Nesse primeiro momento, foram licitadas ruas do Centro da cidade. O prefeito e nossa equipe vai apresentar isso e deixar todo o centro asfaltado. Estamos resolvendo algumas questões de pendências financeiras, mas acredito que, nesses 30 ou 40 dias, poderemos estar fazendo o asfalto, que é uma coisa rápida. O prefeito vai anunciar esse ´pacote de obras e isso está incluso, nesta primeira etapa” – pontuou.

O mesmo citou que, para uma segunda etapa, vias que ligam o centro a periferia, sem citar quais, também tem promessa para recapeamento asfáltico.

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Reativação da licença regularizando o Aterro Sanitário, que voltou a ser lixão

Finalizando a entrevista, o secretário foi questionado sobre o Aterro Sanitário do município, que perdeu essa licença da Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) e voltou ao status de lixão. O secretário citou uma expectativa para que essa licença seja reativada.

“Pelo desenho que estou vendo, acredito que em três ou quatro meses vamos estar com essa licença liberada pela CPRH. Foram alguns pontos que a gestão pegou e que não conseguiu resolver, são questões simples, mas questões grandiosas como a dos catadores que ficam lá dentro, que a CPRH não vê com bons olhos, tivemos uma reunião com eles e estamos fazendo um levantamento para que, na semana que vem ou na outra, possamos estar vendo a quantidade de maquinários que a associação quer para tirar eles de lá. Temos que tirar eles, mas dar uma condição para que eles possam continuar trabalhando” – pontuou.

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