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Coluna

As curtinhas do Romenyck Stiffen

 

A frase – Em entrevista ao programa Direto ao Ponto, José Augusto Maia (PROS) disparou a seguinte frase: “Eu trabalhei no sentido de retirar meu nome, tirar o nome de Toinho e de Fernando e colocar um nome de unidade. Eu cumpri minha parte, Toinho tirou e só Fernando que não retirou”.

 

Não uniu – De fato, o “nome novo” de Zé não uniu o grupo Taboquinha. Vejamos: o nome que hoje representa uma das reservas éticas e moral do grupo, Fernando Aragão, e testado por diversas vezes em gestão pública a frente da Câmara e entidades sem nenhum dolo, não aderiu ao nome de Cleiton Barboza.

 

Apenas um – Em uma bancada de sete vereadores, apenas Galego de Mourinha (PTB) aderiu ao nome novo de Zé. Ernesto Maia (PSL), Carlinhos da Cohab (PSL), Helinho Aragão (PTB) e Deomedes Brito (PT), permanecem com o apoio a Fernando Aragão. Quanto Zé Elias (PTB), ninguém sabe se quer ou se o mesmo fica no grupo.

 

Perca – Mas o pior para um nome que seria o da união, foi a perca de um dos fenômenos de voto Taboquinha: o ex-prefeito Toinho do Pará (PHS). Como vimos na frase acima, Zé trabalhou para tirar o nome de Toinho e o mesmo retirou de vez o seu nome. Ao invés de apoiar o nome da “união”, em pleno anúncio do “nome novo”, Toinho pulou do barco.

 

Sem precisão – Ainda segundo Zé, “Ele (Toinho) não precisava desse emprego. Não vou dizer que ele é rico, mas tem uma ou duas fazendas, tem apartamento, tem um irmão poderoso, uma família que tem condições e poderia dar um suporte. Tanta gente pra se encostar… Não precisava ir para um grupo que tanto lhe tratou mal”.

 

Por quê? – Então se Toinho não precisava de um emprego, deduzimos que o nome de Cleiton Barboza definitivamente não era o da união. Sem falar que ala liderada por Zé perdeu o nome que contribui para que o ex-deputado se erguesse dentro do grupo e o nome de maior expressão eleitoral da zona rural de Santa Cruz.

 

Quem é? – Quem é o novo nome de Zé, que sequer conseguiu unir a ala que o mesmo lidera. Cleiton Barboza é um nome de origem humilde, setor evangélico e que, com organização, cresce a cada dia no setor empresarial.

 

Setor público – Contudo, no setor de gestão pública, bem diferente da empresarial, não tem nenhuma experiência para apresentar a população. Cleiton é uma imagem sem dolo, mas nunca teve um mandato para ser analisado, ou seja: sem experiência. Será mais um a bater a porta da população e ter que pedir uma “chance”, para mostrar seu trabalho. A população estará pronta para uma nova chance?

 

Opções – Muita coisa pode mudar até 2016, como uma desistência ou mais um nome para dividir ainda mais a Oposição. Contudo, as cartas atuais que estão na mesa para população são: a continuidade do trabalho atual, a experiência sem dolo e a nova chance.

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As opiniões aqui expressas são de responsabilidade de seu idealizador.

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