27
dezembro

SOBRE A PARÁBOLA DA FIGUEIRA E UMA EXISTÊNCIA QUE PRODUZ FRUTOS NAS DIFERENTES ESTAÇÕES DA VIDA…


Claudionor Bezerra é Bacharel em Teologia e Especialista em Teologia e o Pensamento Religioso; pastor evangélico congregacional; Contador Especialista em Controladoria atuando como Analista Fiscal na COMPESA e Professor no curso de Ciências Contábeis na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Consultor e sócio na BEZERRA & ASSOCIADOS ASSESSORIA CONTÁBIL.  Casado com Mônica Vilazaro e pai de Miguel Vilazaro Bezerra.

 

Para mim nada é mais revigorante do que “paradas” para reflexão sobre a vida! Claro que isso não deve ser “regra” para ninguém, eu até entendo aqueles que diante de dores atrozes em virtude de perdas preferem simplesmente “levarem” a vida do jeito que dá! Mas temo que tal postura apenas adie o inevitável encontro com o “peso” de processar o sentido da vida em algum momento. Razão porque penso que não se deve “acumular” acontecimentos para esse balanço reflexivo sobre a vida.

É óbvio que um dia lança luz sobre outro e apenas “muito tempo depois” é que certos eventos se tornam mais claros. O importante em tudo isso é não ser figueira frondosa sem FRUTO! Explico: De nada adianta parecer ser/ter uma vida digna de ser admirada pelos transeuntes ao nosso redor e NADA PRODUZIR em favor da existência. Esse é o sentido da parábola da figueira (leia Lucas 13.6-9). Claro que há ESTAÇÕES da vida em que os frutos surgem mais abundantemente, já em outras parecem nem existir! Não importa: para a vida valer a pena ela tem que ter utilidade para além dela.

O ano de 2020 se aproxima de seu final e cabe refletir se sua vida de algum modo tocou outras vidas! Se suas mãos de alguma maneira seguraram em outras mãos (ainda que figuradamente falando rsrs). Se seus olhos foram capazes de enxergar outros. Se suas pernas se moveram na direção de quem estava longe. Se seus lábios se abriram para encher a alma de quem estava vazio e seus ouvidos serviram para aqueles que abandonados queriam apenas sentirem-se acolhidos.

E esse ano como foi? Foi uma Estação ruim? Você não soube lidar bem com as mudanças? De algum modo você foi alcançado por alguma tragédia? Então é tempo de “parar um pouco” e deixar vazar as energias que sugaram sua vitalidade. Ano novo tá chegando! Vamos tentar de novo! Sempre há tempo para recomeços! Esteja pronto para frutificar nas novas estações que se aproximam!

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