Aos 29 anos, Keila Martins Patrícia não resistiu e faleceu na manhã desta terça-feira (17). Recentemente a jovem foi diagnosticada com melanoma maligno (tipo de câncer de pele agressivo) e vinha travando batalhas judiciais para conseguir, de forma gratuita, os medicamentos para dar continuidade ao seu tratamento.

Várias campanhas ocorreram de forma continuada nas redes sociais e nos veículos de comunicação da região. Um terreno chegou a ser sorteado, entre outros bens. O drama de Keila comoveu muitas pessoas.

O corpo será velado na igreja Assembleia de Deus, que fica em São Domingos e o sepultamento será realizado na cidade de Carnaíba de Flores, sertão do estado.

O vereador Júnior Gomes teve as prestações de contas de sua gestão, da época em que era presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado. A decisão da Primeira Câmara foi proferida na última terça-feira (10) e teve seu teor obtido hoje (16) pelo Blog do Ney Lima.

O processo teve como relator o conselheiro Ranilson Ramos, que teve o entendimento seguido pelo conselheiro Valdecir Pascal e pela conselheira Teresa Duere e está relacionado ao exercício financeiro do ano de 2014.

Os principais motivos que levaram a condenação são: o não cumprimento do limite de remuneração dos vereadores, desproporção expressiva e irregular em favor do provimento de cargos em comissões, realização de dispensas nos últimos dois quadrimestres do mandato sem disponibilidade de caixa suficiente e a ausência de informações em meios eletrônicos.

O vereador Júnior Gomes ainda foi multado em R$ 7.951,50. Ele poderá recorrer da decisão em até 30 dias a partir da publicação da rejeição de contas no Diário Oficial.

Entre as vítimas está um bebê de sete meses. Todos eram residentes em Santa Cruz do Capibaribe

 

Fotos: Fernando Lagosta

 

Quatro pessoas de uma mesma família morreram, na noite deste sábado (14), em um acidente com um carro, na zona rural da Jataúba. Eram por volta das 19 horas quando a família se dirigia pra uma festividade no sítio Umburanas, quando o condutor de um  veículo Hilux SW4 tentou atravessar um riacho na estrada vicinal. O carro foi arrastado pela correnteza.

O motorista conseguiu quebrar o para-brisa do carro a sair com vida, mas os demais ocupantes não tiveram a mesma sorte.

Morreram Marlene Maria dos Santos (49 anos); o filho dela, Anderson Antônio dos Santos Lemos (23 anos); a nora, Clévia Maria da Silva Queiroz (19 anos) e a filha do casal, Ana Clara da Silva Lemos (7 meses).

O condutor do veículo foi identificado como sendo Luiz Carlos Ferreira de Araújo, popularmente conhecido por Lulinha. De acordo com testemunhas ao sair do veículo ele ainda tentou buscar socorro, mas o carro foi arrastado por cerca de 60 metros dentro do riacho.

Equipes do SAMU, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil estiveram no local. As vítimas residiam nos bairros Rio Verde e São Jorge, em Santa Cruz do Capibaribe.

 

 

 

Brejo da Madre de Deus

 

O Tribunal de Contas de Pernambuco rejeitou as prestações de contas da gestão fiscal da prefeitura de Brejo da Madre de Deus referente ao exercício de 2015, quando o prefeito era Dr. Edson Souza (PTB). O julgamento ocorreu na tarde desta quinta-feira (12).

A decisão da corte seguiu o entendimento do conselheiro relator, Valdir Pascoal.

Durante o período julgado o comprometimento da receita com a folha de pagamento dos servidores atingiu os seguintes percentuais: 69,43%, 59,43% e 64,16%, respectivamente no 1º, 2° e 3º quadrimestres. Por este motivo, as prestações de contas foram julgadas irregulares.

O TCE aplicou ao ex-prefeito Dr. Edson Souza uma multa de R$ 64.800,00. As contas deverão seguir para análise da Câmara de Vereadores de Brejo da Madre de Deus.

Ação teve como objetivo explodir agências bancárias na cidade

 

 

 

 

 

Imagens feitas por um morador, obtidas pelo Blog do Ney Lima, revelam parte dos momentos de terror vivido por cerca de 20 reféns durante a ação de uma quadrilha que explodiu agências bancárias em Santa Cruz do Capibaribe.

Os bandidos montaram vários cercos, sendo o principal deles na entrada da cidade, nas proximidades do Posto Badú, onde as imagens foram gravadas.

De acordo com a Polícia Militar, o bando usava quatro carros e duas motos. A ação durou cerca de uma hora. O alvo dos assaltantes eram uma agência da Caixa Econômica Federal e uma do Banco do Brasil no Centro da cidade.

ASSISTA:

 

 

 

 

A ação de uma quadrilha de bandidos que cercou Santa Cruz do Capibaribe fez cerca de 20 reféns na entrada da cidade. O objetivo do bando foi explodir os cofres de duas agências bancárias da cidade.

Em contato com a equipe de reportagem do Portal Santa Cruz Online, o Tenente Olivaldo que atua na equipe do GATI do 24º Batalhão da Polícia Militar, relatou que uma guarnição da equipe se deparou com os bandidos na entrada da cidade.

Olivaldo afirmou que foi possível visualizar cerca de 20 pessoas que foram feitas de reféns e usadas como escudo humano.

 

“Tínhamos duas viaturas nas ruas fazendo a operação Madrugada Segura, do GATI e Rocan. A viatura do GATI teve aproximação com os indivíduos, eles atiram contra o GATI e o GATI automaticamente recuou, porque quando eles atiraram eles estavam com um escudo humano próximo ao posto Badú. Tinham aproximadamente 20 pessoas que eles fizeram como reféns. Então a melhor estratégia foi recuar para evitar mortes”, afirmou o Tenente.

 

 

Um ônibus com passageiros que buscavam tratamento médico em outras cidades foi atingido por tiros durante a ação de bandidos fortemente armados que estouraram cofres de agências bancárias em Santa Cruz do Capibaribe.

 

A informação foi confirmada pelo Blog do Ney Lima que ouviu fontes ligadas a Secretaria de Saúde do município.

 

Conforme relatos de testemunhas, o ônibus estava saindo da cidade quando, nas proximidades do Posto Badú, se deparou com o bloqueio montado pelo bando. Um dos assaltantes sinalizou para que o ônibus prosseguisse, mas outro assaltante entendeu que o veículo havia furado o bloqueio e começou a atirar.

 

Os tiros perfuraram a lataria e a frente do ônibus. Houve pânico entre os passageiros, mas os tiros cessaram e o ônibus prosseguiu, vindo a parar no distrito de Pão de Açúcar. Posterior a ação o veículo retornou para Santa Cruz, suspendendo a viagem. Apesar dos momentos de tensão, ninguém ficou ferido.

 

 

 

 

Bandidos fortemente armados estouraram duas agências bancárias, na madrugada desta quinta-feira (12), em Santa Cruz do Capibaribe. Os alvos da ação eram os cofres no interior das agências. Durante quase uma hora os acessos a cidade ficaram fechados, grampos foram espalhados das rodovias e intensas rajadas de tiros foram disparadas. Um caminhão foi incendiado e usado como bloqueio na BR-104.

Os bandidos cercaram as proximidades do 24ª Batalhão da Polícia Militar na entrada de Santa Cruz. Um carro chegou a ser incendiado na entrada do batalhão. Em imagens divulgadas nas redes sociais é possível perceber que algumas pessoas foram feitas reféns, nas proximidades do Posto Badú.

As agências alvos das ações foram as do Banco do Brasil e Caixa Econômica, no Centro da cidade. Não há informações sobre feridos.

 

 

 

 

Solicitação foi feita por ofício a Câmara de Vereadores de Santa Cruz

 

 

O vereador santa-cruzense Ernesto Lázaro Maia (PT) oficializou um pedido junto a Câmara de Vereadores pedindo alteração de pseudônimo para “Ernesto Maia Lula da Silva”.

O parlamentar é presidente do diretório do Partido dos Trabalhadores no município e justifica o pedido como sendo uma homenagem ao ex-presidente da República, que “estaria sendo injustiçado”.

O ex-presidente Lula cumpre pena em regime fechado em uma sala especial no prédio da Polícia Federal em Curitiba, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

 

 

 

 

Decisão está incluída na mesma sentença que condenou o ex-prefeito por improbidade administrativa

 

 

A Justiça determinou o bloqueio de bens do ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, José Augusto Maia (AVANTE). A decisão faz parte da sentença que condenou José Augusto por improbidade administrativa.

A divulgação da decisão judicial foi antecipada pelo Blog do Ney Lima no último dia 24 de março, quando ainda não havia sido publicada no site do TJPE. Na ocasião a defesa do ex-prefeito afirmou não conhecer o teor da decisão, mas disse que iria ingressar com os recursos necessários assim que fosse notificada.

Recentemente o juiz Moacir Ribeiro Da Silva Júnior publicou na íntegra a decisão no site do Tribunal de Justiça, e nela consta que além do ressarcimento do dano causado ao erário público e da suspensão dos direitos políticos por oito anos, José Augusto também teve os bens bloqueados.

Os demais réus no mesmo processo, pessoas que a época faziam parte da comissão de licitação, também tiveram a indisponibilidade de bens decretada, mas o bloqueio foi relacionado a valores menores.

 

Entenda

 

O ex-prefeito José Augusto Maia juntamente com: Severino Manoel de França, Josemar Clemente da Silva, Roberto José de Lima Aragão, Rosani Aragão dos Santos e Helder Viegas Monteiro de Carvalho, pessoas que à época dos fatos faziam parte da comissão de licitação, foram condenados ao ressarcimento integral do dano causado ao erário, no valor de R$ 225.482,02.

Na mesma ação, José Augusto Maia foi condenado à suspensão dos direitos políticos por oito anos. Os envolvidos ainda podem recorrer da decisão.

 

 

O ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Toinho do Pará (PSB), está com os bens bloqueados pela justiça. A indisponibilidade de bens foi decidida pela Justiça Federal através de liminar, durante a tramitação da ação movida pelo Ministério Público Federal.

A empresa Ivalda Morais Nunes Souza–ME, que na época dos fatos foi contratada pela prefeitura com dispensa de licitação, bem como a pessoa física de mesmo nome, também teve os bens bloqueados, respondendo solidariamente ao ex-prefeito por um montante de R$343.317,75 (trezentos e quarenta e três mil, trezentos e dezessete reais e quinze centavos) em valores atualizados.

O bloqueio de bens recaiu também sobre o advogado Klynger Pereira Dantas, que a época dos fatos era procurador municipal. O valor do bloqueio dos bens do advogado foi menor, considerando que Klynger teria emitido um parecer positivo para apenas uma das duas dispensas de licitações que foram questionadas pela Justiça.

Na sentença do juiz federal Temístocles Araújo Azevedo, divulgada nesta segunda-feira (09), os réus foram condenados ao ressarcimento integral do dano, com exceção de Klynger Pereira, que deverá ressarcir o referente a um dos contratos, além de pagamento de multa e proibição de contratar com o poder público por cinco anos.

A Justiça Federal também determinou que Antônio Figueiroa (Toinho), Ivalda Morais e Klynger Pereira tenham seus direitos políticos suspensos por cinco anos e que sofram a perda de suas eventuais funções públicas.

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Procurador afirma que dispensa de licitação não poderia ser feita para produtos não perecíveis

Em entrevista ao Blog do Ney Lima, o Procurador da República, Luiz Antônio Miranda Amorim Silva (que denunciou o ex-prefeito Toinho do Pará na ação por improbidade administrativa) explicou que a dispensa de licitação não poderia ocorrer para compra de produtos perecíveis.

Luiz Antônio afirmou ainda que a Prefeitura, a época, usou como justificativa a compra de hortifrútis e produtos perecíveis, sendo que, na realidade, produtos não perecíveis também foram adquiridos. A dispensa de licitação impediu que outras empresas concorressem para aquisição dos produtos com melhor preço.

Sobre o bloqueio de bens dos réus, Luiz Antônio disse que a indisponibilidade deve permanecer até que eventuais recursos sejam julgados.

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Defesa de Toinho do Pará diz que vai recorrer da decisão

O Blog do Ney Lima entrou em contato com o advogado Lincoln de Lima Carvalho, que defende o ex-prefeito Toinho do Pará, na ação da Justiça Federal em que foi condenado por improbidade administrativa.

Por telefone, Lincoln afirmou que a defesa vai recorrer da decisão do Juiz Federal Temístocles Araújo Azevedo para o Tribunal Regional Federal da Quinta Região (TRF5).

A advogado afirmou que o recurso terá efeito suspensivo e as sanções de ressarcimento ao erário e suspensão dos direitos políticos não terão efeito até que os tais recursos sejam julgados.

Lincoln confirmou a indisponibilidade de bens de Toinho do Pará, mas ressaltou que essa é uma medida preventiva e que também será objeto de recursos.

O Blog não conseguiu contato com o ex-procurador Klynger Pereira Dantas nem com a empresa Ivalda Morais Nunes Souza–ME.

O Ministério Público Federal (MPF) em Caruaru (PE) obteve, na Justiça Federal, a condenação de Antonio Figueiroa de Siqueira, ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, que atualmente exerce o cargo de vereador, por improbidade administrativa. Mais duas pessoas físicas e uma jurídica também foram condenadas pela prática de irregularidades na gestão de recursos oriundos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, referentes ao Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).

De acordo com ação de improbidade ajuizada pelo procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva, foram verificadas, a partir de fiscalização realizada pela Controladoria-Geral da União, duas dispensas indevidas de licitação, entre 2009 e 2011, para o favorecimento da empresa de uma das pessoas condenadas, Ivalda Morais Nunes Souza. Os recursos foram repassados, por meio do Peti, para o fornecimento de gêneros alimentícios. O valor do dano causado aos cofres públicos é de aproximadamente R$ 167 mil.

Além de Antonio Figueiroa de Siqueira e das pessoas física e jurídica de Ivalda Morais Nunes Souza, a Justiça Federal ainda condenou o então procurador adjunto Klynger Pereira Dantas, responsável por parecer que autorizou uma das dispensas indevidas de licitação.

Todos os réus foram condenados ao ressarcimento integral do dano, com exceção de Klynger Pereira, que deverá ressarcir o referente a um dos contratos, além de pagamento de multa e proibição de contratar com o poder público por cinco anos. A Justiça Federal também determinou que Antonio Figueiroa, Ivalda Morais e Klynger Pereira tenham seus direitos políticos suspensos por cinco anos e que sofram a perda de suas eventuais funções públicas.

Com informações da assessoria do Ministério Público Federal
De acordo com Companhia Pernambucana de Saneamento, a água que chegou ainda é pouca

Do G1 Caruaru

A barragem de Jucazinho, em Surubim, no Agreste de Pernambuco, acumulou água após as chuvas registradas em Santa Cruz do Capibaribe, também no Agreste. De acordo com Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), a água que chegou ainda é pouca, mas a expectativa é que nos próximos dias mais água continue chegando ao local. A barragem está em colapso desde 2016.

De acordo com o Projeto Bicho da Caatinga, que também monitora as chuvas na região, choveu 154 milímetros em Santa Cruz do Capibaribe. Ainda segundo a entidade, esse é o maior registro dos últimos 55 anos, o que quer dizer que em menos de 24 horas, choveu 200% a mais do que o esperado para todo mês de abril.

A capacidade de produção de Jucazinho é de 1,3 mil litros por segundo, atendendo a uma população de aproximadamente 800 mil pessoas ao longo dos 206 quilômetros de adutoras. O sistema abastecia os municípios de Santa Cruz do Capibaribe, Riacho das Almas, Cumaru, Passira, Salgadinho, Casinhas, Surubim, Vertentes, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Frei Miguelinho, Toritama, Caruaru, Bezerros e Gravatá.

A Agência Pernambucana de Água e Clima (Apac) emitiu um alerta de chuvas com intensidade de moderada a forte na Mata Sul de Pernambuco.

Réus já haviam sido absolvidos na parte criminal do processo

 

 

 

A Justiça Eleitoral decidiu absolver totalmente a primeira dama de Santa Cruz do Capibaribe, Alessandra Vieira (PSDB), do processo que respondia por compra de votos no episódio que ficou conhecido por “escândalo do jumento”, relacionado a fatos apurados na eleição de 2008.

 

A ação eleitoral corrida desde 2016, quando o Ministério Público denunciou o caso após sete anos de investigações. Além de Alessandra, respondiam as acusações a ex-chefe de gabinete Áurea Priscila Ferreira, e os militantes José Inaldo Ramos Gonçalves (Pedro Ramos), Marciel Carneiro da Silva e Renato Severino Júnior.

 

Em novembro de 2017 o juiz Flávio Krok Franco absolveu parcialmente os acusados entendendo não haver o conjunto de provas necessárias para amparar os aspectos penais da denúncia. Após a decisão, o MPPE entendeu por ser “incabível o benefício da suspensão condicional do processo” pedindo “o prosseguimento do processo com o julgamento completo do mérito”.

 

Em decisão publicada nesta sexta-feira (06), o juiz Vanilson Guimarães de Santana Junior jugou a parte cível eleitoral do processo, completando o julgamento do mérito, e decidiu absolver todos os acusados, por entender não haver provas suficiente para a condenação.

 

Edson Vieira

 

Por ter foro privilegiado, o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira, foi denunciado pela Procuradoria Regional Eleitoral em Pernambuco ao Tribunal Regional Eleitoral, mas a denúncia não prosperou porque os membros da Corte entenderam que não foi apresentado o conjunto de provas necessárias para justificar o prosseguimento da ação penal por crime eleitoral.

 

 

Relembre o caso

 

 

No período eleitoral de 2008, durante a execução de um mandado de busca e apreensão no local onde funcionava o comitê do candidato, foi encontrado um caderno que servia para registrar nomes, endereços e necessidades apontadas pelos eleitores. A partir de informações supostamente coletadas pela esposa do prefeito e outro cabo eleitoral, Renato Severino Gonçalves Júnior, era possível estipular a quantidade de votos garantidos para a eleição, dizia a denúncia.

 

Segundo o MPF, o caderno continha anotações como, por exemplo, “1000 tijolos, 3 sacos de cimentos, 8 votos”; “um trabalho após de ser eleito”; “já falou com Edson – 1000 tijolos”, comprovando o fato de que as notas eram organizadas de modo a permitir o acompanhamento do atendimento das solicitações dos eleitores, tudo com o intuito de angariar votos para Edson de Souza Vieira”, afirmava a denúncia.

 

Entre as anotações havia uma promessa de doação de um jumento, daí surgiu o nome do escândalo à época.

 

Parte dos diretores do Moda Center Santa Cruz ajuizaram, no último dia 29 de março, uma ação contra o ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe e ex-síndico do Moda Center, José Augusto Maia, com pedido de condenação por danos morais.

O processo coleciona sete ocasiões em que José Augusto teria usado o Programa Comando Geral, veiculado pela Rádio São Domingos FM, para disparar acusações e promover suposta difamação contra os diretores.

Em alguns trechos apresentados na denúncia José Augusto teria se referido aos membros da diretoria como “corja”, levantando suspeitas quanto à aplicação de recursos em obras de canalização e em recapeamento asfáltico no estacionamento do parque.

Em um ponto do processo a acusação questiona que José Augusto Maia teria se reportado ao atual síndico Allan Carneiro de forma pejorativa, com o uso da palavra “cabeção”.

A ação pede uma indenização que somada chega a R$ 165 mil. Caberá ao juiz da Vara Cível de Santa Cruz do Capibaribe proceder com o andamento do processo. O ex-síndico José Augusto Maia ainda será notificado para apresentar defesa.

 

 

O Ministério Público de Pernambuco, através da Procuradoria Geral de Justiça, ingressou com um pedido de abertura de procedimento investigatório contra o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira (PSDB). A informação foi confirmada pelo Blog do Ney Lima.

A denúncia foi apresentada ao Tribunal de Justiça de Pernambuco e, conforme sorteio, será analisada na 4ª Câmara Criminal, no TJPE, pelo desembargador Carlos Frederico Gonçalves de Moraes. Ele decidirá nos próximos dias se aceita ou não o pedido.

 

A iniciativa partiu da PGJ considerando que Edson Vieira é detentor de foro privilegiado. O Blog apurou que a investigação da Procuradoria aponta para crimes relacionados a Lei de Licitações.

Nos últimos dias o Blog do Ney Lima tentou obter informações detalhadas sobre o conteúdo das investigações junto à assessoria de impressa do Ministério Público, mas até a publicação desta reportagem o teor não foi enviado, podendo ser revelado nos próximos dias.

Chegou ao fim a tramitação em primeira instância de uma ação civil que apurava a conduta do ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, José Augusto Maia (AVANTE), no conhecido “escândalo da merenda”. A denúncia foi apresentada a justiça em 2009 e tramitou por nove anos em primeira instância.

O Blog do Ney Lima teve acesso com exclusividade ao teor da sentença proferida na Vara da Fazenda Pública em Santa Cruz do Capibaribe, nesta sexta-feira (23).

 

 

 

O ex-prefeito José Augusto Maia juntamente: Severino Manoel de França, Josemar Clemente da Silva, Roberto José de Lima Aragão, Rosani Aragão dos Santos e Helder Viegas Monteiro de Carvalho, pessoas que à época dos fatos faziam parte da comissão de licitação, foram condenados ao ressarcimento integral do dano causado ao erário, no valor de R$ 225.482,02, aplicada de forma solidária, além de calculada com base no valor dos danos causado aos cofres públicos pelo suposto esquema. Os valores do ressarcimento atualizados devem ultrapassar R$ 1 milhão.

“Restou comprovado que o Município de Santa Cruz do Capibaribe, através do seu ordenador de despesas (José Augusto Maia – ex-prefeito do município) e membros da comissão de licitação (demais demandados), fraudou diversos processos licitatórios que resultaram em dano ao erário público com o objetivo de abjudicar o objeto de licitação (fornecimento de merenda escolar) em favor da empresa Josefa das Dores Ramos – ME, cuja proprietária é uma pessoa surda-muda que não exerce função gerencial da empresa, assim como inexiste estabelecimento empresarial no endereço apresentado na documentação da empresa”, relatou o juiz em trecho da sentença.

 

Na mesma ação, José Augusto Maia foi condenado a suspensão dos direitos políticos por oito anos.

 

“O réu agrediu financeira e moralmente a instituição que geriu, promovendo verdadeira delapidação do patrimônio e desmoralizando a atuação daqueles que tem o bem comum como prioridade de tutela. (…) É de extrema necessidade punir o réu por esta conduta, impossibilitando-o a ascensão a outro cargo público por um período necessário”, defende o juiz na sentença.

 

José Augusto Maia e os demais envolvidos ainda podem recorrer da decisão.

 

Entenda

 

O escândalo da merenda estourou no ano de 2009 quando o Ministério Público de Pernambuco protocolou na justiça ações cíveis e criminais a partir de investigação de fraudes em licitações ocorridas durante o governo de José Augusto Maia, em Santa Cruz do Capibaribe.

Parte das investigações revelou que uma empresa aberta em nome de uma pessoa surda- muda foi usada em contratos com a prefeitura para o fornecimento de merenda escolar.

As investigações apontaram que a empresa registrada com endereço no sítio Cacimba de Baixo na realidade não existia. Através de um tradutor de libras foi revelado em depoimento que a pessoa que constava proprietária relevou nunca ter participado de nenhuma empresa e que também nunca forneceu nenhum tipo de mercadoria a prefeitura, tampouco recebeu pagamentos.

A Justiça apurou também que as assinaturas da suposta proprietária da empresa eram falsificadas.

Outra condenação

Em novembro de 2016, José Augusto Maia foi condenado em primeira instância na Justiça Criminal a mais de oito anos de prisão em regime fechado em um processo criminal que investigou, também, fraudes na contratação do fornecimento de merenda escolar e envolvimento de empresas fantasmas, fatos supostamente ocorridos em 2006, quando José Augusto Maia era prefeito de Santa Cruz do Capibaribe. A gestão teria inclusive favorecido uma empresa pertencente ao filho do vice-prefeito da época, José Elias Filho.

José Augusto recorreu da decisão em liberdade e aguarda julgamento no Tribunal de Justiça de Pernambuco.

 

A Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco (Sefaz-PE) realizou, nesta segunda-feira (19/03), uma operação em Santa Cruz do Capibaribe que resultou na autuação e apreensão de mercadorias avaliadas parcialmente em R$ 1,2 milhão, constituindo um crédito tributário de aproximadamente R$ 410 mil em favor do Governo de Pernambuco. Além disso, dois estabelecimentos foram interditados, sendo um deles clandestino.

O contribuinte autuado, proprietário das mercadorias, atua no segmento de tecidos e estocava irregularmente confecções nacionais e importadas da China. A Sefaz-PE coletou ainda os dados de quatro computadores, por meio do Laboratório de Auditoria Digital. A expectativa é de que a análise do material também indique se houve sonegação ao Fisco Estadual nos últimos anos.

De acordo com o diretor geral da Receita da II Região Fiscal da Sefaz-PE, Benedito Santos, as ações do contribuinte estavam sendo monitoradas pelos órgãos de inteligência da Secretaria. “Existem vários indícios da introdução de mercadorias irregulares no Estado, o que causa prejuízo na arrecadação de ICMS e gera concorrência desleal para os empresários do ramo de confecções de Pernambuco, responsáveis pela geração de muitos empregos na região do Agreste”, comentou.

Ainda segundo o diretor, essa é “apenas uma das fases de uma série de operações que estão em curso em todo o Estado, visando o combate intensivo da sonegação fiscal relacionada à introdução de mercadorias clandestinas em Pernambuco”. Além da Diretoria Geral da Receita da II Região Fiscal, responsável pelas ações da Sefaz-PE em Caruaru e arredores, a ação envolveu a Diretoria de Operações Estratégicas (DOE) e contou com o apoio da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária (DECCOT), e da Polícia Militar.

O Sefaz-PE não divulgou o nome das pessoas  envolvidas.

 

A justiça negou o pedido do CONIAPE (Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras) que pretendia anular os efeitos da suspensão decidida pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) que para a realização de concurso público em Santa Cruz do Capibaribe e outras quatro cidades. A decisão foi do desembargador Teodomiro Noronha, na noite desta sexta-feira (09).

Mais de 15 mil pessoas estavam inscritas para o concurso público de Santa Cruz e se preparavam para realização das provas que estavam marcadas para serem aplicadas neste final de semana.

Com a negativa do mandado de segurança fica valendo a decisão do TCE e o concurso permanece suspenso. A expectativa é que em alguns instantes do CONIAPE divulgue informações sobre quais as providências que serão adotadas.

 

Entenda

 

Após solicitação do Ministério Público de Contas a Primeira Câmara do TCE referendou na uma Medida Cautelar contra ato do presidente do Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras (CONIAPE), Edson de Souza Vieira, em face da dispensa de licitação que deu origem ao contrato com a Empresa ADM & TEC para ser a organizadora de um concurso público nos municípios de Altinho, Cupira, Panelas, Santa Cruz do Capibaribe e São Joaquim do Monte.

 

 

Em entrevista exclusiva ao Blog do Ney Lima, na noite desta sexta-feira (09), o procurador do Ministério Público de Contas, Ricardo Alexandre, explicou os motivos que levaram a instituição a pedir a suspensão da realização do concurso público em Santa Cruz do Capibaribe e em outras quatro cidades pela empresa ADM & TEC.

Na tarde desta sexta-feira (09) o TCE (Tribunal de Contas do Estado) decidiu suspender a realização do concurso. O Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras (CONIAPE), responsável pelo concurso, ingressou com um mandato de segurança no Poder Judiciário para tentar manter a aplicação das provas. O pedido ainda não foi julgado.

Na entrevista o procurador explicou que a ADM & TEC foi contratada sem licitação e que a instituição não teria demonstrado capacidade de realizar o concurso. O Ministério Público também questionou o valor da contratação da empresa, que é superior a R$ 1.8 milhão de reais.

“Para o candidato a pior coisa que pode acontecer é o concurso ser realizado de uma maneira atrapalhada e mais a frente ser anulado”, explicou o procurador.

Ricardo Alexandre também explicou o que acontece caso o CONIAPE consiga uma decisão na Justiça que autorize a realização das provas.

 

 

Confira a entrevista na íntegra:

 

 

O Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras (CONIAPE) ingressou agora a pouco com mandado de segurança para tentar garantir a realização do concurso público nas cidades de Santa Cruz do Capibaribe, Altinho, Cupira e Panelas. A medida pretende anular a suspensão imposta pelo Tribunal de Contas do Estado, na tarde desta sexta-feira (09). A informação foi confirmada ao Blog do Ney Lima pela secretária executiva do consórcio, Priscila Ferreira.

A expectativa é que ainda nesta tarde o pedido de liminar seja analisado pelo desembargador Rafael Machado da Cunha Cavalcanti.

Entenda

Após solicitação do Ministério Público de Contas a Primeira Câmara do TCE referendou na uma Medida Cautelar contra ato do presidente do Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras (CONIAPE), Edson de Souza Vieira, em face da dispensa de licitação que deu origem ao contrato com a Empresa ADM & TEC para ser a organizadora de um concurso público nos municípios de Altinho, Cupira, Panelas, Santa Cruz do Capibaribe e São Joaquim do Monte.

 

 

As notícias do Agreste Central e Agreste Setentrional de Pernambuco serão difundidas com maior impacto a partir da parceria firmada entre as páginas Santa Cruz Online e Caruaru no Face. O encontro que firmou a aliança ocorreu na manhã desta quarta-feira (07), na sede da Avant Comunicação e Mídia, em Santa Cruz do Capibaribe.

A parceria visa à colaboração e compartilhamento de conteúdo jornalístico entre as páginas e envolve também o Blog do Ney Lima e o Blog do Adielson Galvão. Juntos os portais somam mais de 300 mil seguidores nas redes sociais e aglutinam milhões de acessos.

O Caruaru no Face produz vídeos com programas e reportagens gravadas e ao vivo, registrando os fatos de Caruaru e região. Idealizado pelo comunicador João Henrique, o portal hoje é líder em audiência digital na região. O canal conta com o radialista Adielson Galvão, entre outros profissionais.

Já o Santa Cruz Online iniciou suas coberturas jornalísticas há menos de um mês, tendo a frente a Avant Comunicação e Mídia, com a direção do jornalista Ney Lima. O quadro de repórteres é composto por Fernando Lagosta, Jabson Nunes, Thonny Hill, Janielson Santos e Elivaldo Araújo. Programas em estúdio estão sendo desenvolvidos e nomes de outros comunicadores estarão sendo anunciados nos próximos dias.

As iniciativas tecnológicas também serão compartilhadas entre os dois portais. Produções e transmissões simultâneas de programas, eventos e reportagens envolvendo acontecimentos das duas regiões estão sendo planejados.

 

 

 

A vereadora Jéssyca Cavalcanti (PTC) foi condenada a pagar R$ 10 mil em indenização ao ex-vice-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Dimas Dantas (PP), em uma ação por danos morais. A decisão foi do juiz Moacir Ribeiro da Silva Júnior.

Jéssyca foi processada por Dimas em julho de 2016 por ter publicado em sua rede social, no Facebook, citações ofensivas à honra e de caráter pessoal. O embate se deu após críticas feitas por Dimas Dantas quanto à presença de crianças no show da cantora Marília Mendonça, nas festividades de São João daquele ano.

No processo a defesa de Jéssyca argumentou que a postagem “não prova absolutamente nada”, afirmando que nenhum dano a honra teria sido causado. No entanto, o juiz entendeu que a publicação configurou o caráter ofensivo.

Na decisão o juiz estipula o prazo de 10 dias para o pagamento da multa, contados a partir do recebimento da notificação da condenação. A decisão cabe recurso.

Foto: Fernando Lagosta (arquivo)

 

 

As prestações contas de José Augusto Maia (Avante), que estão pendentes de votação na Câmara de Vereadores, devem ser finalmente incluídas na pauta de votações; foi o que garantiu o vereador Carlinhos da Cohab (PTB) em contato com o editor deste Blog.

 

As contas dizem respeito ao ano de 2007 quando José Augusto era prefeito de Santa Cruz do Capibaribe e foram enviadas para votação desde agosto de 2016. A recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCPE) é pela aprovação.

 

Carlinhos da Cohab, que é líder da oposição da Câmara, afirmou que conseguiu convencer o presidente Zé Minhoca (PSDB) a incluir na pauta de votações da próxima sessão, marcada para esta quinta-feira (01).

 

 

 

 

Entenda

 

As contas do exercício financeiro de 2007 já haviam sido rejeitas em 2011, mas tiveram os efeitos anulados por uma liminar da justiça, que foi concedida pouco antes das eleições de 2012.

Em dezembro de 2014, concluído novo julgamento, a Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado decidiu rejeitar novamente as contas.

 

Um recurso foi apresentado e, em abril de 2016, o Tribunal decidiu por unanimidade aceitar o pedido da defesa, aprovando as contas com ressalvas.

José Augusto Maia é acusado de, no ano de 2007, ter cometido gastos excessivos com limpeza pública e varrição de rua, ausência de documentos e ter cometido excessos em pagamentos feitos com dispensa de licitação.

 

O ex-prefeito argumenta que a despesa ocorreu porque a feira de confecções da cidade ocorria, naquela época, nas ruas do Centro. José Augusto argumenta que o TCPE, inicialmente, não havia levado em consideração esse fator que, para o político, teria justificado uma maior despesa com a coleta de lixo em comparação com outros municípios do mesmo porte.

O julgamento que livrou o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira (PSDB), o vice Dida de Nan (PSB) e o vereador Joab do Oscarzão (PSD) de terem os diplomas cassados, está sendo questionado pelo Ministério Público Eleitoral.

O recurso especial foi apresentado nesta quarta-feira (21) e será julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O Ministério Público pretende que o julgamento feito pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco seja revisado.

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Relembre

Edson, Dida e Joab foram acusados de terem cometidos crime eleitoral em 2016, faltando uma semana para o pleito, quando estiveram em um evento na casa de recepções Glamour, para tratar de questões relativas a construção de casas, em terreno disponibilizado pela prefeitura.

Em 11 de setembro de 2017, a ação foi julgada em primeira instância pelo juiz Flávio Krok Franco, que multou os três políticos, mas decidiu mantê-los nos cargos. O Ministério Público recorreu da decisão e o caso foi levado ao Tribunal.

No julgamento do TRE, em 29 de janeiro deste ano, a unanimidade dos desembargadores seguiu o parecer da desembargadora Eleitoral Erika de Barros Lima Ferraz, que entendeu por reformar a sentença, “julgando improcedente a ação de Investigação Judicial eleitoral”.

 

 

 

Obrigado a todos que nos acompanham. Vamos em frente cumprindo com nossa missão de informar! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

Todo ser humano se espelha em alguém, eu sempre me identifiquei com o meu pai. Desde criança o acompanhei em tudo, batizados, velórios, casamentos, aniversários, festas de padroeiro, comemorações juninas com danças e quadrilhas, enfim todos eventos sociais em que ele estava presente.

Sem falar em uma das coisas que ele mais gostava de escutar, assistir e seguir, as Orquestra Filarmônicas, em especial a Banda Novo Século de Santa Cruz do Capibaribe e a Orquestra de Taquaritinga do Norte e a Orquestra de Gravatá do Ibiapina.

Narcizo Celestino de Lima nasceu na Vila do Pará, hoje município de Santa Cruz do Capibaribe, na época Toritama e Santa Cruz faziam parte do território de Taquaritinga do Norte. Na década de 40 foi morar com seus pais, Jerônimo Celestino de Lima e Carlinda Vilarim de Lima em Torres de Taquaritinga, hoje cidade de Toritama, casou-se com Maria das Neves Souza Lima e com ela teve 6 filhos: Jóbia, Gildo, Geruza, Hélio, Flávio e Karla, todos de sobrenome: de Souza Lima.

Quando jovem Narcizo ingressou na vida pública, foi vereador por três mandatos, vice-prefeito e prefeito. Meu pai teve grande influência na minha carreira política, onde teve o orgulho de me ver prefeito de Toritama.

De inúmeras histórias que vivenciei ao seu lado, vou relatar a mais marcante, pena que só um pode contar, nesse caso eu. Estávamos juntos eu e meu pai no dia 18 de Fevereiro do ano 2018, por volta das 15 horas da tarde, na sala da nossa casa, eu em pé e ele no caixão, na parte inferior do caixão estava a bandeira de Toritama, representando o amor que ele tinha por esta terra. Eu estava com as minha pernas tremulas e os olhos cheios de lágrimas, porque estava chegando a hora de sua partida.

Na presença de alguns familiares e amigos, chegou uma senhora chamada Dona Doda esposa de Seu Deusdete, ele que por vários anos trabalhou na Panificadora Narcizo Lima. Ela pegou na minha mão e pediu para falar em particular comigo, na cozinha da minha casa, tirando-me de perto do corpo do meu pai (aqui confesso, que fiquei um pouco incomodado com aquela situação) mas, meu pai sempre me falou: atenda, escute, analise todas as situações, e quando isso me veio a mente, rapidamente atendi aquela solicitação.

Ela abriu a sua bolsa e tirou uma bandeira vermelha escrita em caixa-alta: Narcizo Nº 17, e mais uma foto de sua campanha que foi eleito prefeito no ano 1982, e disse “isso eu guardei com todo carinho do mundo, porque eu adorava este homem”. Meus olhos não paravam de lacrimejar, naquele momento veio a lembrança de grandes amigos que confeccionaram aquelas bandeiras, eu com apenas 9 anos, olhando eles cortar e estampar: Narcizo Nº 17. Algumas das pessoas que vinham na minha mente que de forma espontânea acreditavam naquele projeto vitorioso.

Depois de longos 36 anos, aquela bandeira chegou em minhas mãos, vou fazer um quadro e colocar a bandeira e essa incrível história que Dona Doda e Seu Deusdete me proporcionaram.Quero agradecer a esses dois incríveis seres humanos pelo enorme carinho que vocês tiveram e tem pelo meu querido pai, saibam que se depender de mim, essa história vai se perpetuar e passar por várias gerações, através dos meus filhos e amigos.

Dos ensinamentos do meu pai segui muitos e, aqui continuo praticando, ele sempre me ensinou que não chamasse ninguém por apelido, porque a coisa que o Ser Humano mais gosta de escutar, é o seu nome, é uma das coisa mais sublimes. Meu pai me batizou de Flávio de Souza Lima, conhecido por Flávio. Enfim, sinto muito meu pai, mas vou discordar do Senhor, e também podem me chamar de: O Filho de Narcizo de Toritama.

Por Flávio Lima

Imagem: Drone do Blog do Ney Lima

 

 

Parte dos comerciantes que trabalham no Calçadão de Feiras em Santa Cruz do Capibaribe estão sendo realocados de forma provisória. As informações foram divulgadas pelo portal Santa Cruz Online, no Facebook, neste domingo (18).

 

De acordo com a prefeitura da cidade, os boxes na área onde o teto cedeu deverão ser transferidos para a comercialização de produtos no estacionamento. O prazo previsto para conserto da estrutura é de dois meses. Os trabalhos deverão ser realizados pela empresa responsável pela instalação da cobertura.

 

O incidente no Calçadão Miguel Arraes de Alencar ocorreu no final da manhã desta sexta-feira (16), quando parte do teto cedeu durante chuvas e ventanias. No momento do incidente não havia feira e ninguém ficou ferido.

 

O Local foi construído com recursos do estado e do município há pouco mais de três anos e foi destinado a comerciantes que não adquiriram pontos de venda no Moda Center Santa Cruz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ex-prefeito de Toritama, Narcizo Celestino de Lima, morreu na manhã deste sábado (17), após dois meses lutando contra problemas cardíacos. Ele havia passado por uma cirurgia recentemente no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, onde veio a falecer após dois meses de internação.

 

Histórico

 

Narcizo Lima disputou a última eleição como Vice na chapa de Lucinha Pereira, a pedido do filho, o também ex-prefeito Flávio Lima, mas o desejo de Narcizo naquela ocasião era disputar uma vaga na câmara municipal de Toritama. Ele dizia que queria encerrar a carreira política como começou, vereador.

Mas o filho o convenceu a sair na chapa majoritária. Foi uma espécie de selar de vez a paz entre as famílias “Lima e Fuló (como é conhecida a família Pereira)”.

Pois na década de 80, houve um incidente que ocasionou uma briga entre Narcizo Lima e Doro de Fuló, deixando por um bom tempo essa rixa entre as famílias, no campo político, mas na última campanha eleitoral, os filhos de Narcizo Lima e Dorival José Pereira trataram de acabar de vez com essa rixa, colocando na chapa majoritária, Lucinha Pereira (irmã de Doro e herdeira política da família Fuló) e Narcizo Lima.

Em suas entrevistas e na própria campanha eleitoral, Narcizo dizia-se realizado e que nada mais lhe faltava, pois independente do resultado das urnas eletrônicas, ele já era um vencedor, não só pela sua trajetória política e de vida, mas por chegar naquele momento sem nenhum inimigo ou adversário.

Narcizo Lima que era fiel aliado e defensor do cidadão e político, José J. de Araújo (o idealizador da emancipação política de Toritama). Narcizo relatava com orgulho a sua trajetória política.

De menino de recados (como ele próprio se intitulava), passando pelos cargos de vereador, vice-prefeito e prefeito.

Narcizo Celestino de Lima, tinha 79 anos, casado com a Sra. Neves Lima, com quem teve 06 filhos: Jobia, Gerusa, Gildo, Hélio, Karla e Flávio.

Foi atleta fundador do Ipiranga Futebol Clube de Toritama, juntamente com seu irmão, José Paulo de Lima.

Na política foi Prefeito de Toritama de 1983 a 1988. Vice-prefeito de Celso Andrade de 1993 a 1996. Vereador de 1961 a 1965, 1966 a 1969 e 1973 a 1976.

Ficou marcada a sua administração dentre outras obras e ações, a construção de sete escolas públicas com recursos próprios.

Colaboração: Wendel Galdino

Município alegou que não recebeu notificação ou solicitação de ajuste sobre a obra

 

 

 

A prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe se pronunciou sobre a nota técnica enviada ao Blog do Ney Lima pela Secretaria de Planejamento do Governo do Estado, divulgada na tarde desta sexta-feira (16), após a queda de parte da cobertura do Calçadão de Feiras Miguel Arraes de Alencar.

A Secretaria de Planejamento do Estado aponta que uma visita técnica realizada no Calçadão de Feiras em dezembro de 2017 concluiu que o município pode ter que devolver mais de R$ 1,7 milhão de reais, caso não justifique supostas “inconstâncias” que teriam sido identificadas na obra.

Por meio de nota, a prefeitura afirma que “até o presente momento nenhum órgão da Prefeitura recebeu qualquer notificação ou solicitação de ajuste” e diz que “representantes do Governo do Estado estiveram em dezembro do ano passado realizando as últimas vistorias na obra para conclusão do seu parecer, inclusive foram acompanhados por engenheiros do município que se colocaram à disposição para qualquer informação adicional”.

A nota da prefeitura ainda levanta suspeitas de que a nota técnica do órgão do Governo do Estado teria sido encomendada por um parlamentar, sem citar o nome.

“… E como coincidências não existem, um fato que fecha essa história foi que por obra do destino, um servidor da prefeitura encontrava-se hoje na Secretaria de Planejamento do Estado quando um funcionário do alto escalão chegou e disse: “um parlamentar solicitou com urgência uma nota técnica sobre o Calçadão lá de Santa Cruz”, isso no início da tarde desta sexta-feira -16/2”, diz o trecho.

A nota da prefeitura finaliza dizendo que “que essa ação, é uma ação política, digna de pessoas que não tem a coragem de aparecer e se escondem nas trevas do poder”.

Confira a nota da Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe na íntegra

Nota à População
 
A Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe vem esclarecer informações que foram veiculadas em meios de comunicação sobre supostas “inconsistências” na prestação de contas das obras do Calçadão Miguel Arraes de Alencar. Primeiro, até o presente momento nenhum órgão da Prefeitura recebeu qualquer notificação ou solicitação de ajuste, fato esse que veio a público pela mídia e não via comunicação oficial.
 
Os representantes do Governo do Estado estiveram em dezembro do ano passado realizando as últimas vistorias na obra para conclusão do seu parecer, inclusive foram acompanhados por engenheiros do município que se colocaram à disposição para qualquer informação adicional. Na ocasião, ficou acertado que as equipes -município e do estado- ficariam em contato para finalizar todo o processo.
 
A Prefeitura ressalta ainda que todo processo de construção do Calçadão foi acompanhado por órgãos fiscalizadores e de controle, onde não detectaram nenhuma anormalidade em todo processo de licitação e execução da obra.
O fato que se estranha é que justamente quando acontece um incidente, o qual o poder público municipal já entrou em contato com a empresa responsável para que sejam feitas as providências necessárias e que a feira continue dentro de seu funcionamento normal, pois o Calçadão foi uma obra que justamente abrigou aqueles mais carentes que estavam jogados no antigo poeirão. Quando ocorreu o incidente, imediatamente vários setores foram mobilizados e fizeram os encaminhamentos necessários para que os danos fossem minimizados, enquanto isso, supostos “pais” da obra somem e se escondem em vez procurar colaborar com a situação.
 
Mas essas ações não param por aí. Conforme relatos do corpo técnico da Prefeitura, essa “vistoria” acontece de praxe durante o andamento da obra e não após a sua conclusão.
E como coincidências não existem, um fato que fecha essa história foi que por obra do destino, um servidor da prefeitura encontrava-se hoje na Secretaria de Planejamento do Estado quando um funcionário do alto escalão chegou e disse: “um parlamentar solicitou com urgência uma nota técnica sobre o Calçadão lá de Santa Cruz”, isso no início da tarde desta sexta-feira -16/2.
 
Fica mais do que claro que essa ação, é uma ação política, digna de pessoas que não tem a coragem de aparecer e se escondem nas trevas do poder. Mas reforçamos que fizemos tudo dentro da legalidade e casos surjam questionamentos – através de solicitação oficial que ainda não chegou – apresentaremos todas as informações necessárias, porque acima de tudo trabalhamos com a verdade, transparência e zelo com a coisa pública.
 
 
Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe
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