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abril

“Não é de nossa obrigação, de nenhuma prefeitura, procurar saber se a garagem da empresa existe ou não”, afirmou o prefeito Lero


Vereador de oposição afirmou que a prefeitura de Taquaritinga do Norte teria contratado uma suposta empresa fantasma

Na manhã desta segunda-feira (20), o prefeito Ivanildo Lero de Taquaritinga do Norte, participou do programa Cotidiano da Cidade após o vereador Borges (PSD) afirmar que a prefeitura havia supostamente contratado uma empresa fantasma para o aluguel de um caminhão coletor de lixo.

De acordo com o vereador Borges, foi realizada uma visita, com outros vereadores da oposição, ao endereço da empresa contratada, Ferreira Fernandes Construções e Serviços LTDA, na cidade de Sumé-PB, porém segundo o vereador, no endereço citado no contrato da empresa com a prefeitura, não existe a garagem da referida empresa.

“A firma Ferreira e Fernandes não tem em Sumé, não existe em canto nenhum do Brasil, é uma firma fantasma. O prefeito assinou o contrato irresponsável, assinou o contrato a uma firma que não existe de jeito nenhum,” afirmou o vereador Borges.

Segundo o prefeito de Taquaritinga do Norte, todos os documentos da empresa e do carro locado foram analisados pela equipe de licitação e pela diretoria de transportes.

“Não é de nossa obrigação, de nenhuma prefeitura ou empresa, procurar saber a parte física, a garagem da empresa, se existe ou não. Nossa obrigação é que a documentação da empresa, o seu CNPJ, sua inscrição, esteja tudo legalizado e está legalizado. Se o carro e toda a sua documentação está legalizado e está”, afirmou Lero.

De acordo com Lero, a empresa contratada prestou serviços à cidade por um período de quatro meses, sendo pago R$ 48 mil por esse período. A licitação previa um contrato com a empresa por o período de doze meses, porém o prefeito afirmou que devido a falta de receita no município, o contrato foi reincidido e o último pagamento foi realizado no dia 31 de Dezembro de 2019.

“Devido a nossa necessidade, nós contratamos outra empresa prestadora do serviço por dois meses, no valor de R$ 7.250,00 reais e pagamos R$ 14.500,00, desses dois meses que foram prestado o serviço. Eles dizem que depois que a gente reincidiu o contrato de R$12 mil, nós contratamos mais uma empresa por R$ 14.500,00, outra mentira deles,” completou o prefeito.

Segundo Lero, a oscilação de valores aconteceu por ter sido realizado uma nova licitação com uma empresa de valor inferior. Atualmente, de acordo com o prefeito, é pago R$ 7.300,00 pelo serviço a um cidadão de Pão de Açúcar, distrito do município.

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