29
agosto

“Lá não tava se tratando de doação; era um ato normal do movimento (MTST)” – afirma Joab do Oscarzão


Fotos: Thonny Hill

Em entrevista concedida na Polo FM, o vereador Joab do Oscarzão foi questionado sobre o processo de cassação de mandato enfrentado por ele, pelo prefeito Edson Vieira e pelo seu vice, Dida de Nan. O processo, que está prestes a ser julgado, o Ministério Público Eleitoral aponta que, em 24 de setembro de 2016 (uma semana antes da eleição), os três, então candidatos, estiveram presentes em um evento organizado pelo Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), na casa de recepções Glamour.

Conforme a denúncia, o público havia sido convocado expressamente para tratar de questões relativas a casas a serem construídas em terreno disponibilizado pela prefeitura, onde o próprio MP alega o beneficiamento político frente ao quadro de vantagem mínima entre as chapas na última eleição.

Questionado se eles haviam se beneficiado politicamente frente ao que foi dito no evento sobre tais terrenos, ele disse:

“Na verdade, estávamos em período eleitoral e, em período eleitoral, não se é proibido pedir votos. Estamos liberados a pedir votos. Um exemplo: Fernando Aragão, Edson Vieira e outros, quando vão à período eleitoral, tem seus projetos de campanha e lançam que vão resolver a questão da saúde, segurança, educação… A gente não fez nada mais do que isso, que a lei permite. Lá não tava se tratando de doação; era um ato normal e político da época, do movimento (MTST)” – disse.

O mesmo aproveitou para ratificar que, segundo o mesmo, a promessa de doação de terrenos não teria sido crucial e citou estar confiante quanto à questão.

“Estou confiante, o prefeito também e o nosso vice Dida de Nan também está confiante. Estamos só aguardando essa decisão e nossa confiança é grande na Justiça. Vamos deixar que se resolva e nossa confiança é grande. O nosso advogado é o mesmo do prefeito e do vice” – pontuou.

 

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Outro assunto: Diogo Moraes

O vereador também foi questionado se o mesmo votaria em Diogo Moraes para as próximas eleições. Reafirmando o que disse em outras oportunidades, o mesmo citou que teria apenas compromisso político apenas com o prefeito Edson Vieira.

“Politicamente falando, meu compromisso é só com o prefeito Edson Vieira, com o prefeito. No caso para estadual, eu falo como PSD, que está decidido em não votar em Diogo Moraes. O PSD é uma família, nos reunimos semanalmente, mensalmente, e estamos decididos que não vamos apoiar Diogo. Nada contra ele, mas todos sabem que política é uma via de mão dupla e quem nos apoiou em 2016 foi apenas o prefeito Edson Vieira. Não tivemos apoio de mais ninguém” – pontuou.

O mesmo citou que está com Edson em uma eventual disputa para federal em 2018 e reafirmou que não apoia Diogo, mas mantém seu alinhamento com o o governador Paulo Câmara (PSB).

“O PSD costuma ser grato e o governador paulo Câmara foi um dos que mais no apoiou” – disse.

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