01
dezembro

Coluna


As curtinhas do Romenyck Stiffen

 

Passei ou não? (I): Como estamos chegando à semana de prova nas principais escolas de nosso município, é comum ouvir dos alunos a frase “Passei ou não professor?”. No caso dos alunos da rede pública ainda tem a progressão, onde o aluno passa podendo dever duas matérias.

 

Passei ou não? (II): Mas o que tem haver a curtinha anterior com a política de nosso município? Bem, vamos tentar destacar nesse espaço os nomes da nossa política local que foram destaques em 2014 e analisar quem passaria, ou não, se a política fosse uma sala de aula.

 

Ernesto Maia (I): O vereador do PSL começou o ano bem, tem potencial, conseguiu formar um grupo de estudo dentro da série Taboquinha, mas os “livros de estudo” não foram os ideais e os resultados das provas foram muito abaixo do esperado, decepcionando os colegas de classe. Podemos destacar que o mesmo seria reprovado.

 

Ernesto Maia (II): Para acompanhar os demais em 2016, terá que fazer um EJA (Educação de Jovens e Adultos) em 2015, aquele que você estuda dois anos em um. Se não for assim, seu futuro político está comprometido. Terá que se aperfeiçoar nas disciplinas “CPIs” e “Fernando Aragão”.

 

Dimas Dantas: Mesma situação do vereador Ernesto Maia, contudo não sei se o EJA de Dantas estaria na Escola José Augusto Maia como muitos falam. Acho que comprometeria seu currículo da escola anterior, a da coerência política. Merece ficar na mesma por muito tempo.

 

Fernando Aragão: Quase se prejudica no trabalho em grupo que fez com Ernesto Maia, mas no “conselho de classe” os eleitores Taboquinhas passaram o mesmo, principalmente pela desenvoltura em algumas matérias de peso: ética, compromisso, trabalho e passado limpo. Na “Escola Taboquinha”, dará uma dor de cabeça ao diretor!

 

Junior Gomes: Passará em progressão: foi bem na matéria administração da Câmara, mas nas disciplinas “postura política” e “instalação de CPIs”, foi péssimo.

 

Afrânio Marques: Uma coisa é certa para o aluno-professor: é melhor esperar o resultado da recuperação para comemorar a futura aprovação.

 

Toinho do Pará: Na escola voltada para realidade do homem do campo, ele está acima da média, fator que lhe faz dividir a liderança do “grêmio estudantil taboquinha” com o aluno da cidade.

 

José Augusto Maia (I): Passou de ano bem na série taboquinha, mas sabe que, para os próximos anos, existem alguns detalhes: Primeiro saber em que “sala de aula” ficará em 2015, pois a “escola” não está em sua boa estrutura e precisará de uma boa reforma. Enquanto isso, é necessário escolher uma boa sala.

 

José Augusto Maia (II): Continuará a frente do “grêmio estudantil”, mas terá que dividir a liderança com o aluno que veio da escola da zona rural. Sabe que, para conseguir algo mais, precisará dos alunos que fizeram trabalho em grupo separado, principalmente daquele aluno que é bom nas disciplinas: ética, compromisso, trabalho e passado limpo.

 

Diogo Moraes (I): Vem tendo aula na escola de referência do estado. Passou de ano, mas viu seu melhor diretor sair de cena. As disciplinas extras que chegam a “escola” não lhe rendem bom desempenho, ao contrário de uma “aluna sapequinha”, Narah Leandro (PSB), que chegou a escola com sua ajuda e está se sentido em casa.

 

Diogo Moraes (II): Se de um lado ele está observando a “menina sapeca” à vontade na escola de referencia do estado, do outro, quando tem tempo de visitar o “menino na escola municipal”, não tem tempo de saborear a merenda de qualidade.

 

Edson Vieira: É aquele “menino traquino” que só tira notas boas. Na terceira unidade, já havia passado de ano e pode queimar gordura na quarta unidade. Se nos próximos dois anos a “escola taboquinha” continuar com sua estrutura abalada, é só o menino fazer o “dever de casa” e, em 2016, sairá do fundamental para o ensino médio com tranquilidade.

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