11
setembro

Resumório! – A coluna do professor Tenório

​RESUMÓRIO

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ELE VEIO – Depois de um bom tempo e depois de ser chamado pela vereadora Jéssyca de líder por teleconferência, o deputado Diogo Moraes esteve em Santa Cruz do Capibaribe. Foi uma passagem rápida para participar de uma audiência pública, mas deu para conversar com o grupo Taboquinha. A julgar por uma foto em que todos aparecem sorrindo, a conversa foi muito agradável, ou a história foi daquelas que vence concurso de piadas. E olhe que não é muito comum uma foto com Zé Augusto, Fernando Aragão e Ernesto Maia sorrindo, todos juntos e shallow now.

CONVITES – Aconteceu, na tarde da última terça-feira, uma audiência pública para discutir a lei sancionada pelo Governo Federal que endurece punições aos transportes alternativos irregulares e as implicações na nossa região. Acredito que só não foi quem não pôde ou quem não quis, porque foram feitos milhões de convites. Só nas redes sociais eu vi uns dez, de deputados, de deputada, de prefeito, de pré-candidato a prefeito, de militantes, de funcionários públicos e até de xeleleu. Políticos de Santa Cruz e região estiveram presentes na audiência pública. Quando eles querem e se unem, as coisas se resolvem mais facilmente.

PATERNIDADE – Sobre a audiência pública, por um instante, houve dúvida quanto à paternidade da iniciativa. Houve também aposta sobre quem seriam os integrantes da mesa. Ficou claro que todos defendem a causa, resta saber quem será o parlamentar a colocar a mão na massa e enviar primeiro algum projeto de lei para ALEPE, regularizando a situação dos transportes alternativos no  estado.

CAMPANHA – O Ministério Público recomendou que o município de Santa Cruz realize uma ampla divulgação sobre a campanha de vacinação contra o sarampo. O MPPE só esqueceu de um detalhe, não tem como fazer  ampla campanha sem ter vacina. A quantidade recebida é insuficiente para a demanda e só está dando praticamente para doses de bloqueio.

A IMPORTÂNCIA – Vai ser agora que saberemos a importância de se ter dois deputados estaduais e lideranças políticas da sala e cozinha de governador, pois todos já solicitaram que Santa Cruz receba mais vacinas contra o sarampo. Até agora nada de resposta positiva, mas não é possível que uma cidade que recebe tantos turistas de diversas regiões, com mais de 100 casos notificados e um confirmado não mereça uma atenção normal do governo, no que diz respeito à saúde. Falo atenção normal mesmo, porque atenção especial faz tempo que não temos.

SEM VACINA – Como se não bastasse sermos os sem ponte, sem aterro sanitário, sem matadouro e sem água, agora somos também os sem vacina. Impressiona a quantidade de políticos nos representando, tentando, lutando, querendo e não conseguindo resolver boa parte de nossos problemas.

DOSE DUPLA – Em menos de uma semana, o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira, terá de se defender de duas broncas na justiça. A primeira foi a polêmica sobre abastecimento de água em sua casa e na casa de familiares com carros pipa destinados a prédios público. A segunda foi por exceder os gastos com a folha de pagamento de servidores. Tem um conhecido meme que diz: “dá em nada e se der é pouca coisa”. Não sei se aplica às ações do Ministério Público contra o prefeito, mas a verdade é que a coleção de denúncias e ações cresce mais do que o número de cabeleireiros, pizzarias e farmácias na cidade.

VIROU NOTÍCIA – Eu adoraria ter tempo para fazer um levantamento de quantos municípios do porte de Santa Cruz do Capibaribe, a entrega de vinte e cinco fardamentos vira notícia com ato de entrega e discurso.  Já vi esse mesmo filme com pijaminhas para creche, fardamento para guarda municipal e agora para os profissionais que trabalham no SAMU. É muito importante e necessária a entrega do material de trabalho, mas ato de entrega e discurso de autoridades é provinciano demais. E tem prefeito que ainda acha bacana se vestir de gari.

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“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

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As opiniões e informações aqui expressas são de responsabilidade de seu idealizador

10
setembro

Artigo – Por Adriano Oliveira

MORISMO VERSUS BOLSONARISMO

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A análise política e a compreensão de fenômenos sociais requerem explicação baseada na causalidade. O raciocínio causal é simples. Por exemplo: A gera B. Entretanto, geralmente, um fenômeno não pode ser explicado por equação social simples. B é consequência de A, em razão de que D e C estão presentes. Neste caso, estou diante de uma equação social complexa.

Morismo (M) e bolsonarismo (B) são dois fenômenos sociais. Ambos são produtos da Lava Jato (LJ). LJ, M e B criaram o antilulismo. Morismo e bolsonarismo foram fenômenos aliados. Portanto, não concorrentes. Mas hoje são concorrentes. Ambos não cabem no mesmo espaço ou a presença deles em um mesmo ambiente enfraquece um ou outro. Não existe possibilidade de ambos serem fortes em um mesmo espaço.

O morismo e o bolsonarismo são adversários do lulismo ou da esquerda. Na eleição presidencial vindoura, lulismo e esquerda estarão presentes no 2° turno da disputa presidencial. Nesse caso, quem será o adversário da esquerda? Pode ser o morismo ou o bolsonarismo. Ambos não podem estar no 2° turno, pois são concorrentes. Portanto, alguém tem que ceder, cooperar ou morrer.

O confronto ente morismo/bolsonarismo versus lulismo/esquerda impede, neste instante, o surgimento de um candidato do centro. A queda de popularidade do bolsonarismo ressuscita o lulismo e a esquerda. Mas também oferta mais robustez eleitoral ao morismo. Tenho a hipótese de que o fortalecimento de um candidato de centro só ocorrerá caso o morismo e o bolsonarismo morram. Vejam a morte de ambos como remoto. Por isto, afirmo, que é fortemente possível, uma disputa entre morismo ou bolsonarismo versus lulismo/esquerda em 2022.

Mas quem vencerá: morismo ou bolsonarismo? A última pesquisa do Datafolha revela que Sergio Moro tem aprovação de 54% dos eleitores e o presidente Jair Bolsonaro, 29%. Conclusão: o ministro tem mais popularidade do que o presidente. Mas isto significa que se a eleição fosse hoje, Sérgio Moro venceria Jair Bolsonaro? Não sei. Entretanto, é verossímil acreditar que Sérgio Moro é o adversário de Jair Bolsonaro.

Segundo o Datafolha, os eleitores de Moro são os eleitores de Bolsonaro. Isto é: ambos estão disputando os mesmos eleitores. Como ministro da Justiça, Moro tem sofrido ataques do presidente. Bolsonaro sabe que para ser reeleito, Moro precisa ir para algum lugar. Obviamente, este lugar, não pode ser a próxima disputa presidencial. Mas, se o morismo desaparecer ou não desejar disputar eleição, o dorismo surgirá?

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09
setembro

As Curtinhas de Romenyck Sttiffen

Movimentações

 

Reuniões: O jogo está sendo jogado, dentro do Grupo denominado Taboquinha, e nas duas últimas semanas ocorreram diversas reuniões visando 2020.

Na Fonte: Após o ex-vice-prefeito Dimas Dantas e o ex-vereador Natálio Arruda apontarem que o PP estaria de portas abertas para Fernando Aragão consolidar sua Pré-candidatura, informações de bastidores apontam que o Deputado Federal Eduardo da Fonte também já teria conversado com Aragão lhe dando as possíveis garantias para 2020.

Garantias: Nossa fonte nos garantiu que o Deputado Da Fonte teria oferecido a presidência do PP a Fernando Aragão, assim como condições de trabalho através de emendas e prioridade nas discussões com o Palácio do Campo das Princesas em relação ao pleito de 2020.

Chamar de seu: Na “teoria”, Fernando teria um partido para chamar de seu e um deputado federal que tem a segunda maior bancada na ALEPE e voz ativa nas discussões política do Estado. Contudo, na política sempre é preciso calma, pois nem sempre a teoria consegue sair do papel.

Tá conversando: Mas não apenas Fernando estaria se movimentando, apuramos informações que apesar de fazer um bom tempo sem vir a Santa Cruz do Capibaribe, o Deputado Estadual Diogo Moraes (PSB) estaria recebendo lideranças de nosso munícipio na capital pernambucana e o pleito de 2020 estaria como assunto principal, entre essas lideranças estariam na lista nomes que declararam apoio à pré-candidatura de Fernando.

Afunilou: Mesmo lançando sua pré-candidatura, José Augusto Maia (PTN) está fora da cabeça em 2020, no máximo colocará um filho na vice. A disputa interna hoje está entre Fernando Aragão e o Deputado Estadual Diogo Moraes, uma quebra de braço inimaginável em 2018.

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04
setembro

Resumório! – A coluna do professor Tenório

​RESUMÓRIO

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QUASE OUTRA VEZ – “Ainda não foi dessa vez que o deputado Diogo Moraes veio a Santa Cruz”. Começo o Resumório de hoje do mesmo jeito que comecei o da semana passada. Primeiro porque ele não veio mesmo e segundo pela possibilidade do deputado vir a Caruaru e mais uma vez não vir a Santa Cruz, como ocorreu há poucos dias. Provavelmente, ele estará na comitiva do Governador Paulo Câmara em mais uma edição do Todos por Pernambuco que acontecerá próxima sexta-feira (6) na cidade de Caruaru. Como não se tem informações de agenda do deputado em Santa Cruz, será uma quase vinda outra vez. Enquanto isso, as definições sobre a planejada, sonhada, desejada, almejada, idealizada, esperada e querida UNIÃO, permanecem indefinidas.

ADESÕES – ÉÉÉÉÉÉÉÉ HOOOOOOOOJEEEEE! Esta quarta-feira é dia de Resumório e dia de adesões. Mais uma vez, teremos uma coletiva de imprensa para anunciar o que já se sabe. Tomara que um dia, os nossos políticos consigam manter em segredo suas decisões até um pronunciamento oficial, pra dar um tom de suspense. Pelo menos a gente acompanha o como vai ser, já que sabemos o que vai ser. Boa sorte a Toddy e a Cleiton Barbosa no evento. Enquanto a união não vem, Fernando Aragão está fazendo a parte dele, fortalecendo seu nome através de muitas adesões.

NO REINO AZUL – Enquanto o principal pré-candidato vermelho segue se fortalecendo, o principal pré-candidato do reino azul, Joselito Pedro, aparentemente deu uma esfriada nas suas movimentações políticas. Há quem diga que esfriou e a tendência é congelar. Ainda é cedo para falar nisso e como não terá coletiva, não saberemos o desfecho dessa aventura congelante com tanta antecedência.

POLÍTICA E FUTEBOL – Aconteceu no último fim de semana mais uma edição do jogo entre políticos de Taquaritinga e Santa Cruz. Além da cabeleira do convidado especial, Mauro Xampu, outras coisas chamaram a atenção, como por exemplo, o pré-candidato a prefeito em Santa Cruz, Dimas Dantas, jogando na equipe de Taquaritinga do Norte. Não que ele seja a favor do contra, pode ser que não fosse bem-vindo no time que contava com o prefeito Edson Vieira.

A FÚRIA – Outro fato que chamou a atenção no futebol dos políticos foi a raiva do vice-prefeito Dida de Nam ao ser substituído, mesmo fazendo uma boa partida. É impressionante! O cara se destacando, com bons números e insistem em tirá-lo do jogo. Seria um presságio?

UPA – O vereador Carlinhos da Cohab jogou poucos minutos, passou mal e foi direto para UPA. Como apareceu depois para apresentar o programa Oposição e Ação e não fez nenhum vídeo, é sinal que tinha médico e o atendimento foi satisfatório. Fica aí a dica para tirar o vereador de combate, inventa um jogo e escala o homem de titular.

CPI – O presidente da CPI do Calçadão, Marlos Melo, ainda não está satisfeito com a lista de proprietários de boxes e lojas conseguida através de busca e apreensão. Segundo ele, as informações continuam incompletas. Se eu fosse o pessoal da prefeitura mandaria outra constando até o signo e o time do coração de cada proprietário só pra acabar logo de vez com essa peitica.

TORNEIRAS VAZIAS – Desde que nasci, duas coisas que nunca vi acabar, a crise no país e o racionamento de água em santa Cruz. Agora até o racionamento está em racionamento, digo isso porque apenas quatro bairros da cidade receberão água nas torneiras em regime de rodízio e no severo sistema de racionamento de sempre. Lembrei de uma campanha política que se dizia ironicamente que o prefeito Edson Vieira só faltava prometer red bull nas torneiras, de tão mirabolante que era o seu plano de governo. Hoje só nos restas mais promessas, lamentações e a certeza de que não conseguimos sair da década de oitenta, no quesito abastecimento de água. Falam em construção de chafariz e abastecimento com poucos carros pipa. Para quem reclama das filas em lotéricas e bancos, pode se preparar, pois corremos o risco de enfrentarmos mais uma fila, dessa vez com baldes e bacias nas mãos, como fiz na minha infância.

 

“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

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03
setembro

As Curtinhas de Romenyck Sttiffen

Perdendo força ou verdadeiro formato?

 

Lá no começo…: Quando o nome de Alan Carneiro surgiu, trazíamos que o mesmo lideraria um grupo encorpado. Onde esse grupo seria formado por vereadores, ex-vereadores, suplentes que se destacaram nas últimas eleições nos principais grupos da cidade, sendo agregado a novas caras de uma parte do empresariado da cidade e que estariam dispostos a serem protagonistas nas eleições de 2020.

Levantou a bandeira: Não faz tanto tempo que víamos nomes como o vereador Helinho Aragão, Capilé da palestina e o ex-vereador Luciano Bezerra levantarem no nome de Alan Carneiro. Nesse contexto, ainda se tinha a expectativa de que o ex-vereador Afrânio Marques poderia fazer parte da conjuntura, além de nomes como o suplente comandante Martins e aliados que hoje fazem parte do PDT, ainda falávamos que a sigla poderia recepcionar a candidatura de Alan.

Aos poucos: Nitidamente, percebemos que aos poucos alguns nomes foram abandonando o barco. Nos bastidores, a informação de que políticos e empresários que apoiam ou apoiavam a pré-campanha de Alan são como água e óleo e não se misturavam, ou seja, as ideias seriam totalmente incompatíveis e gerou forte desconforto.

O primeiro: A primeira entrevista do empresário Alan Carneiro foi suficiente para afastar de seus quadros o vereador Helinho Aragão ao apontar que o nome do parlamentar não seria ainda, “digamos”, o ideal para uma majoritária em 2020.

Estranhamente: O primeiro político a levantar o nome do jovem empresário para 2020 foi o ex-vereador Luciano Bezerra, mas estranhamente Bezerra saiu do cenário politico e o mesmo não toca mais em público na pré-candidatura de Alan Carneiro.

Relâmpago: Quando pensávamos que o ex-vereador professor Afrânio Marques, o suplente Comandante Martins e toda turma do PDT iriam declarar apoio ao Alan Carneiro, os mesmos resolveram demarcar território político e lançaram a pré-candidatura do professor a prefeito para 2020.

Resta um: Como um velho jogo de resta um, sobrou o vereador Capilé da Palestina, o mesmo comprou em público a briga pelo projeto de Alan, suportou críticas de todos os lados, mas a informação de bastidores é que o parlamentar estaria se sentindo desprestigiado no grupo, principalmente por alguns empresários que dão sustentação ao projeto e que seriam contra nomes com mandato politico ou que já tiveram mandato nos grupos tradicionais.

Alfinetadas: Segundo informações, algumas falas de membros do Grupo da Terceira Via, em algumas emissoras de rádio, estariam sendo vistas pelo parlamentar como verdadeiras alfinetadas e a porta de saída do grupo.

Certeza: Muitos da imprensa da cidade e dos bastidores politico do município, já dão como certo a saída de Capilé do grupo de sustentação a Alan e sua volta para o grupo Taboquinha seria questão de tempo.

Perdendo força?: Em pouco tempo observamos nomes da atual conjuntura politica de nosso município se afastar do jovem empresário Alan e isso é visto por alguns como se o mesmo estivesse com seu projeto perdendo força.

Verdadeiro formato?: Já para outros, a exclusão de figurinhas carimbadas de nossa politica do grupo liderado por Alan seria o verdadeiro formato do seu projeto que radicalmente seria formado por nomes novos para 2020, sem os “vícios” dos grupos atuais.

Ganha ou perde?: Só o futuro irá nos responder se a saída dos políticos, acima citados, do projeto de Alan irá fazer com que o mesmo tenha um ganho eleitoral ou não. Contudo, é nítido que o projeto ainda não foi pra rua de fato, não criou ainda uma identidade na população e alguns números internos apontam isso, falta ao novo grupo mais intensidade, pois bons nomes e potencial esse grupo que surge tem.

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28
agosto

Resumório! – A coluna do professor Tenório

RESUMÓRIO

 

QUASE – Ainda não foi dessa vez que o deputado Diogo Moraes veio a Santa Cruz, mas foi quase. Diogo esteve no último fim de semana na cidade de Caruaru prestigiando um evento católico. A procissão do bairro Santo Agostinho, que aconteceu no mesmo final de semana, fica para o próximo ano, pois será ano de eleição.

VIRÁ – Não será no mês de agosto, mas o deputado virá a Santa Cruz nos próximos dias, com a agenda 40. Como genuíno integrante do PSB, suponho que falará bastante nas ações do governo do estado e dirá que 2020 se resolve em 2020, aumentando ainda mais a expectativa de quem espera um veredicto que colocaria ponto final na eterna novela Taboquinha, especificamente no capítulo que trata da chapa majoritária.

CONTRÁRIOS – Já que Santa Cruz é a terra que o poste mija no cachorro e a banana come o macaco, não é de se estranhar um tio esperar pela bênção do sobrinho. Apesar de que Fernando Aragão espera pelo apoio de Diogo a sua candidatura, mas não espera de braços cruzados.

ADESÕES – Nos próximos dias, Fernando Aragão, que parece ao mesmo tempo com o Ministro Paulo Guedes e o Mestre dos Magos do desenho Caverna do Dragão, receberá o apoio de mais uma personalidade política de nossa cidade, um apoio de mãos limpas. Tem outro na agulha, mas esse ainda está pensando na melhor maneira de voltar atrás na palavra outra vez.

LIBERDADE VIRTUAL – Na eleição passada para deputado, se falava muito em “amor real” para insinuar que os apoios eram em troca de algo. Um dos possíveis apoios de Fernando parece que a única exigência será liberdade para postar o que quiser no próprio facebook. Você que não acompanha os bastidores da política pode até não acreditar, mas tem grupo político que determina exclusão de postagem em facebook para está no projeto.

VAI FALTAR VOTO – Um projeto político que restringe para subir no palanque quem tem ficha suja, problema na justica, bens bloqueados, voto a favor de aumento de salário para vereador e certas postagens em facebook, corre o sério risco de chegar a reta final faltando voto na urna, que é o que vale no final das contas.

ENQUETE MENTAL – O que acaba primeiro, a novela de Neymar no PSG ou a novela da chapa Taboquinha para majoritária 2020?

CPI – Na CPI do Calçadão, o vereador Carlinhos da Cohab propôs a convocação do secretário de Educação Joselito Pedro e do empresário Neto do Cotton. Coincidência ou não, são dois pré-candidatos a prefeito pelo grupo Boca Preta. Só faltou propor a convocação do vice-prefeito Dida de Nan e do secretário Dr. Nanau para “acanaiá” de vez o negócio. A proposta não foi bem vista pelo seu colega de bancada e de bairro, o presidente da CPI Marlos Melo, que não viu consistência nos argumentos para convocação.

NADA MUDOU – Eu quero é novidade! Muriçoca, buraco em rua, sindicância sem resultado, prefeito de Toritama construindo escola, presidente Jair Bolsonaro conversando besteira, indefinições para 2020, adesão, desunião, Palmeiras sendo eliminado, programa político no rádio e feira ruim tem dado na canela.

TÁ PEGANDO FOGO – Moradores de Poço Fundo tocaram fogo em todas as entradas para o açude em protesto pela retirada de água em excesso por parte de pipeiros. Um morador disse que procurou a prefeitura e nenhuma medida foi tomada. Uma coisa é certa, não haverá doação do G7 para combater essas queimadas. Se não resolverem o problema, quem pode sair queimado, além da mata, é o vice-prefeito Dida de Nan, natural daquele distrito.

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“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

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As opiniões aqui expressas são de responsabilidade de seu idealizador

26
agosto

Artigo – Por Adriano Oliveira

POR QUE CONTROLAR AS INSTITUIÇÕES?

 

O que tem me intrigado fortemente nos últimos dias são as declarações do presidente Bolsonaro em relação às instituições. Tal preocupação advém do seguinte problema: como as instituições funcionam? A resposta para esta indagação é fundamental para entendemos o papel das instituições no ambiente social.

A Lava Jato revelou o bom funcionamento das instituições. O sistema produtivo da política foi desvendado. A Lava Jato revelou o óbvio, confundiu corrupção com relações informais, agiu intencionalmente para condenar alguns atores, e espetacularizou a sua ação. Entretanto, não desprezo os méritos da Lava Jato.

Ao revelar o sistema produtivo da política, que não é, repito, necessariamente formado por atos de corrupção, a Lava Jato sugeriu que as instituições estavam funcionando. Contribuiu para que a opinião pública reconhecesse a independência da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. A chegada de Jair Bolsonaro ao poder e a nomeação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça renovaram a esperança de que as instituições continuariam a funcionar com independência e impessoalidade.

Inicialmente, o COAF foi para o Ministério da Justiça. O Congresso vetou a ida. O presidente Bolsonaro, após decisão do ministro Dias Toffoli de suspender a investigação do COAF em relação a Flavio Bolsonaro, defendeu a saída do responsável pelo COAF. Após sugestão de Paulo Guedes, o COAF foi para o Banco Central e o presidente da República aplaudiu.

Chefes da Receita Federal se rebelaram após declarações do presidente Bolsonaro.  Mudanças em cargos da Receita ocorreram. Na Polícia Federal, o presidente da República sugeriu um nome para a chefia da Polícia Federal fluminense. Os policiais resistem. O presidente da República declara que quem nomeia o diretor-geral da Polícia Federal é ele e não Sérgio Moro, o ministro da Justiça.

Até o instante, o presidente Bolsonaro não nomeou o procurador-geral da República. Ele já declarou que não escolherá, necessariamente, um integrante da lista tríplice. O chefe do Executivo deseja alguém aliado às suas ideias. O que pretende o presidente Bolsonaro? A hipótese inicial, repito, hipótese, é de que ele deseja controlar as instituições. Mas controlar para quê? O sucesso e as arbitrariedades da Lava Jato aconteceram em virtude da ausência de controle. Os fatos relatados me fazem indagar: será que em um governo Bolsonaro seria possível uma nova Lava Jato?

 

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22
agosto

As Curtinhas de Romenyck Sttiffen

Calmo demais!

 

Expectativas: Muitas expectativas foram criadas nos bastidores políticos de nossa cidade em relação às denominadas Terceiras Vias para disputa eleitoral de 2020, principalmente em relação à pré-candidatura do empresário Alan Carneiro que, ainda, tem chances reais de incomodar eleitoralmente os tradicionais grupos políticos do município.

Tome candidatura: Nos últimos dois meses, várias pré-candidaturas foram lançados como projetos políticos alternativos para cidade, entre eles: O empresário Alan Carneiro, o Professor e ex-vereador Afrânio Marques, o ex-vice-prefeito Dimas Dantas, além de um possível candidato do PSL que demonstra total interesse em uma candidatura própria.

Identidade: Que os tradicionais grupos políticos estão desgastados, isso é uma verdade. Contudo, estão desgastados ao ponto de surgir vários projetos políticos alternativos? Obvio que o cenário ainda está muito embaçado para visualizar 2020, mas não consigo observar uma identidade eleitoral, principalmente dos que estão saturados dos tradicionais, com tanto projeto politico no momento.

Tímido: Outra situação que nitidamente mostra as dificuldades dos grupos alternativos criarem uma identidade com o eleitorado é a forma tímida que estão agindo, pois tirando algumas ações esporádicas do empresário Alan Carneiro, não é percebido movimentações dos demais. Por exemplo: Dimas afirmou que será candidato apenas para debater, Afrânio foi visto em algumas entrevistas e o PSL pouco se tem notícias.

Cadê?: O eleitorado que está cansado dos grupos tradicionais precisa ver um choque de realidade, pois os exemplos ilustrados pelos grupos alternativos não surgiram do nada, por exemplo: o Prefeito Sérgio Menegelli teve uma postura incisiva em Colatina, Edilson Tavares da Mesma forma em Toritama e Bolsonaro começou a rodar o país a partir de 2014, é só pesquisar a história dos respectivos exemplos.

Mais do mesmo?: É necessário observar que deixar para mostrar um projeto politico para cidade apenas em ano eleitoral, sem debate de forma antecipada e incisiva com setores da sociedade é o mais do mesmo, os grupos tradicionais já fazem isso eleição após eleição.

Dica: Apenas uma dica aos grupos alternativos, Taboquinha e Boca Preta ainda tem um piso eleitoral muito forte e os resultados da última eleição, assim como pesquisas recentes mostram isso, os mesmo tem o luxo de escolher candidatura e apresentar projeto em 2020, já os novos grupos tem que criar uma identidade para alcançar os eleitores cansados da tradição do pastoril politico, mas até agora estão muito longe disso.

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21
agosto

Resumório! – A coluna do professor Tenório

RESUMÓRIO

 

LIXO, BURACO E MURIÇOCA – Um amigo meu diz que em Santa Cruz há mais de vinte anos é discutido na pauta política LIXO, BURACO e MURIÇOCA. Impressionante como já tivemos prefeitos que se orgulharam de suas gestões, esbanjaram premiações e a gente continua sofrendo com problemas de lixo, buraco e muriçoca. Ainda bem que a promessa do açude das porteiras e do distrito industrial foram substituídas por adutoras e esgotamento sanitário. Não sei em quantas eleições vão usar isso como pauta, mas quando essas obras ficarem prontas e servindo a população vai ser bom demais.

TINHA E NÃO TEM MAIS – Já escrevi aqui uma lista de coisas que tínhamos e não temos mais na cidade de Santa Cruz do Capibaribe. Por questão de justiça, vou atualizar a lista, retirando o campo municipal que, após mais de um ano, voltou a ser usado pelos peladeiros, mesmo faltando concluir alguns detalhes. Permanecem na lista pista de pouso, linha de ônibus, aterro sanitário, matadouro, ponte velha e o terminal rodoviário, porque é literalmente uma rodoviária em fase terminal.

ROTA INTERNACIONAL – Enquanto parte da população espera a definição das chapas com os pré-candidatos da majoritária 2020, fazendo apostas, projeções e debates acalorados, dois dos possíveis integrantes dessas chapas estavam numa viagem internacional e, certamente, não era discutindo projetos para cidade. Não adianta ter pressa. Na hora certa, as coisas acontecem. Eu, por exemplo, espero pelo saneamento de um trecho de rua há trinta e seis anos.

COMITIVAS – As comitivas políticas não perdem uma oportunidade de aparecerem num evento e encher a memória dos nossos celulares com milhares fotos. No último final de semana, a visitação foi na V Expogana, no Sítio Magana. Próximo final de semana, será na festa do Bairro Santo Agostinho. Já vou começar a liberar um espaço aqui no telefone para apreciar as fotografias de apertos de mãos e de abraços nas mesmas poses de todos os eventos e de todos os anos.

VISÃO VERMELHA – Parte da comitiva vermelha, saindo do Santo Agostinho e Pedra Branca, com destino à Magana, viu uma academia da saúde que foi inaugurada quase dentro de um córrego e nunca funcionou, viu uma avenida interditada há meses por uma pavimentação que nunca termina, viu a construção de uma creche paralisada, um lixão que já foi aterro sanitário e passou nas proximidades de um matadouro que já não existe mais.

VISÃO AZUL – Parte da comitiva azul, também com destino ao Sítio Magana, saiu do Santo Agostinho e viu a escola daquele bairro totalmente requalificada com uma quadra coberta, passou pela Rádio Vale e avistou uma praça no caminho da Malhada, uma belíssima escola recém-inaugurada, diversas ruas pavimentadas, asfalto no bairro São Miguel e o vestiário do campo da Magana.

COMITIVA VERDE – A comitiva da terceira via, que possivelmente será verde, não compareceu. Se tivesse ido, não sei o que teria visto além do Moda Center e seu Centro de Eventos. A turma esboçou uma peregrinação com Malhada e Barra da Cruz, mas deu uma parada nas visitas e produção de vídeo.

TÔ VENDO TUDO – Como de costume, cada um vê apenas o que lhe convém. Em alguns casos, o que se via não se vê mais e se vê demais o que antes não se via. Eu também fui à Expogana e tô vendo tudo, tô vendo tudo, mas não fico calado e conto tudo para vocês.

 

“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

 

As opiniões aqui expressas são de responsabilidade de seu idealizador

16
agosto

Artigo – Por Maurício Romão

NA PRÁTICA, A TEORIA É OUTRA

 

Um surpreendente resultado nas eleições para deputado federal em São Paulo no ano passado reavivou as discussões sobre a Lei 13.165/15, no tocante ao trecho em que deu nova redação ao art. 108 do Código Eleitoral.

A nova redação do art. 108 institui cláusula de desempenho individual (CDI) como barreira à ascensão de candidatos de baixa votação ao Legislativo, facultando entrada somente àqueles com votação igual ou superior a 10% do quociente eleitoral (QE).

Na mencionada eleição o PSL, catapultado pela candidatura presidencial, obteve, isoladamente, 4.409.549 votos, diante de um QE de 301.488 votos. O quociente partidário resultante foi de 14,62595, o que credenciava a sigla a eleger, de saída, 14 deputados federais e ainda disputar sobras de votos com 0,62595 de uma vaga, concorrendo com 188.716 votos excedentes.

Pois bem, nesse pleito, no preenchimento das 70 vagas a que São Paulo tem direito, foram disputadas 11 vagas por sobras de votos e o PSL abocanharia 3 delas (o método das maiores médias de partição de sobras tende a favorecer as grandes votações), totalizando 17 vagas conquistadas.

Acontece que 7 candidatos desses 17 previamente “eleitos” tinham votação inferior a 10% do QE, abaixo, portanto, de 30.149 votos. Então, ao cabo do pleito, o PSL elegeu oficialmente apenas 10 parlamentares dos 17 a que teria direito não vigorasse a Lei 13.165.

A lei reza que as vagas não preenchidas por inobservância do requisito mínimo de votação serão redistribuídas para os partidos ou coligações que apresentem maiores médias e que simultaneamente tenham candidatos com votações superiores aos 10% do QE.

Isso equivale, na prática, a fixar o quociente partidário do PSL em 10 vagas e encetar novas rodadas de repartição de sobras. Na configuração resultante, as vagas disputadas por sobras passaram de 11 para 15 e as 7 vagas suprimidas do PSL foram para o DEM (2), PSB, PCdoB, PR, Podemos e SD.

A questão como um todo é controversa. De um lado, evitou-se que um conjunto de candidatos com baixas votações ascendessem ao Legislativo, em detrimento de outros com votações mais expressivas. Ainda assim, se pode argumentar que o sistema em uso no Brasil não é o majoritário (o da “verdade eleitoral”), e sim o proporcional, que valoriza a votação no partido ou na coligação, não a votação individual de seus integrantes.

De outro lado, a vontade soberana do eleitor foi violada: ele consignou seu voto nominal e de legenda ao partido PSL, expressando seu sentimento de que gostaria de eleger candidatos deste partido, não do DEM, não do PSB, não do PR, etc. A escolha do eleitor foi desconsiderada.

E o que dizer da intervenção na proporcionalidade? Caso o PSL houvesse elegido 17 deputados como sua votação indicava, haveria uma razoável proporcionalidade entre votos recebidos pelo partido (21%) e vagas conquistadas (24%), que é o princípio que norteia o sistema proporcional. Com a supressão de 7 vagas, a proporção restou alterada: tendo 21% dos votos o partido ficou com apenas 14% das vagas.

É possível imaginar vários exemplos, como este de São Paulo, em que a intervenção na proporcionalidade é danosa para o sistema. Como lembra o ministro Gilmar Mendes, realçando um caso in extremis, é concebível, com a instituição da CDI, que um

“partido ou coligação que tenha obtido mais votos não preencha sequer uma vaga, considerando que nenhum candidato obteve a referida cláusula (grande pulverização de votos entre os candidatos do partido ou da coligação ou número espetacular de votos de legenda)” [“Reforma eleitoral: perspectivas atuais”, 2017, p. 27].

A eleição paulista de 2018, todavia, sai do campo das hipóteses e adentra no mundo real: um só partido deixou de eleger 7 parlamentares em uma mesma eleição e em um mesmo estado. O impacto da medida, antes irrelevante nas simulações (comprovado pelo TSE em simulações para os pleitos de 2012 e 2014), pode, na verdade, se tornar expressivo no mundo real.

O fato é que o assunto já foi parar no STF, mesmo antes da eleição de São Paulo. Com efeito, em março do ano passado o PEN, atual Patriotas, tendo posteriormente o PSL como amicus curiae, ajuizou na Corte Máxima ação direta de inconstitucionalidade (ADI), com pedido de medida cautelar, em face do artigo 4º, da Lei 13.165/15 e da nova redação do art. 108, já referidos.

Na peça jurídica o Patriotas argumentava, resumidamente, que a exigência de votação mínima contida na norma estatuída afrontava a democracia representativa, a soberania popular e o mecanismo proporcional de eleição. A matéria está pendente de julgamento pelo Pleno do STF.

Enfim, os artigos 108 e 109 da lei em comento, não obstante já albergando correções promovidas pelo próprio TSE (Resolução nº 23.456, de 15 de dezembro de 2015), quando submetidos à prática eleitoral, mostram dubiedades, omissões e contradições. Sobejam afrontas à evidência empírica, conforme atestam vários exemplos*.

Existe, todavia, uma maneira simples de evitar todas as possíveis inconsistências da aplicação da lei e, também, danos colaterais aos fundamentos do modelo proporcional.

Da feita que o propósito que embasa a CDI é impedir que candidatos de votações olímpicas possam eventualmente ter assento no Parlamento, então, pela lógica, todas as votações que estejam abaixo do limite da CDI devem ser expurgadas ex ante do sistema, após o cálculo normal do QE, não deixando brechas para eventuais ocorrências que se pretendem evitar*.

Extraídas tais votações, tem-se como resultado um novo quantitativo de votos válidos e um novo QE, ambos mais baixos que os originais. A alocação de cadeiras, então, se fará regularmente consoante o quociente partidário e a distribuição de sobras pelo método D’Hondt das maiores médias.

A única diferença agora é a de que o conjunto dos votos válidos nesta fase é composto por votações individuais sempre maiores que o limite da CDI, tornando possível a aplicação da lei sem contestações. Problema resolvido.

 

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14
agosto

As Curtinhas de Romenyck Sttiffen

Tudo calmo?

 

Bastidores: Assim como fizemos na semana passada, onde analisamos os bastidores do Grupo Taboquinha, essa semana analisaremos a pavimentação para as eleições de 2020 do Grupo Boca Preta.

Tudo calmo?: Pois é, após diversas trocas de farpas entre o vice-prefeito, Dida de Nan, e o Secretário de Educação, Joselito Pedro, nas principais emissoras de rádio da cidade, podemos observar uma calmaria no ninho Boca Preta, principalmente para o grande público.

Surtiu efeito: As diretas e indiretas trocadas entre os pré-candidatos a prefeito do grupo Boca Preta estavam atingindo e desgastando o prefeito Edson Vieira. O mesmo “conversou” com os pré-candidatos e o efeito de calmaria continua surtindo efeito.

Centralização: Diferente do grupo Taboquinha onde existe três lideranças em pé de igualdade e cada um quer falar mais alto, no grupo Boca Preta todos sabem que o poder está centralizado de forma inconteste, até o momento, nas mãos do prefeito Edson Vieira.

Só ele: Óbvio que haverá sequelas, que alguns sairão chateados e poderão cruzar os braços em 2020, mas todos sabem que Edson é quem irá escolher o candidato a prefeito do grupo e o favoritíssimo a ocupar o cargo é o secretário Joselito Pedro.

A preparação: Uma coisa é certa, mesmo sendo a única liderança, atualmente, de um grupo politico, a maior preparação de Edson não é a formação de uma chapa para 2020, mas se preparar para cair à ficha, independente de qualquer resultado, de que o mesmo não terá mais a caneta na mão em janeiro de 2021.

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14
agosto

Resumório! – A coluna do professor Tenório

​RESUMÓRIO

 

SUPLEMENTAÇÃO – O polêmico projeto de suplementação orçamentária para saúde que foi reprovado pela câmara de vereadores de Santa Cruz ficou mais polêmico ainda depois que a justiça determinou que a câmara coloque novamente em votação no prazo de sete dias. Na votação passada, a situação se absteve, pouco tempo depois da líder do governo dizer que se abster é um ato de covardia, três vereadores de oposição votaram a favor e os demais contra. Engraçado que votaram contra o projeto que eles tinham acabado de aprovar uma emenda. Colocaram uma emenda praticamente igual a outra emenda que havia sido reprovada.

A EMENDA – Nesse caso, se colocarem outra emenda semelhante vai ser a terceira vez. Já vale música no Fantástico e fica prestes a ganhar aquele meme do Teeetra que é tetra! Eu só lembro da música: “Na emenda, tem moça que quebra jura; na emenda, depois não pode reclamar; na emenda, os velhos tavam brincando; na emenda, depois deram pra brigar”.

O QUE VAI ACONTECER? – Vocês podem até não acreditar, mas hoje li uma matéria que um asteroide pode atingir a terra a qualquer momento. Eu estou mais curioso para saber como votará pela segunda vez cada vereador nesse projeto de suplementação do que a distância do asteroide da terra e a possibilidade de impacto. Quero saber se vão repetir a dose, se vão se abster mais uma vez, se vão ser contra o que foram a favor e se vão justificar que votaram contra porque a líder do governo não sabe tratar bem seus adversários e se o povo vai mais uma vez ser prejudicado na guerrinha de egos dos nossos representantes.

ENQUANTO ISSO – O mundo pegando fogo na política local e tem pré-candidato a prefeito passeando na Europa. Já está virando moda uma viagem internacional como forma de relaxamento para encarar a guera de uma campanha majoritária. Os pré-candidatos de outrora eram mais humildes. Será que o clima na Europa está igual ao da Malhadinha e do sítio Barra da Cruz?

SUMIDO – Quem anda ausente do cenário político local é o deputado estadual Diogo Moraes. No dia do show de Bell, na festa em comemoração a sua vitória, a vereadora Jéssyca disse a dois vereadores de oposição: “Aproveitem a companhia do deputado, porque depois vai demorar para vocês falarem com ele”. Num é que ela tinha razão!

NA SERRA – Apesar de não saber quando foi a última vez que o deputado foi a Taquaritinga do Norte, o prefeito Ivanildo Lero disse que consegue falar com ele. Arrumou um problemão, pois os vereadores e as lideranças de Santa Cruz vão acabar indo na Dália da Serra pedir o celular do prefeito emprestado para tentar contato com Diogo. Será que funciona por conta da altura da serra?

NÃO EXISTEM – As ações de pré-campanha de Helinho Aragão, antes de retirar seu nome do páreo, de José Augusto Maia, de Dimas e de Afrânio são como a linha do Equador, a gente sabe que existe, mas não conseguimos ver, pois é uma linha imaginária.

DICA DE LEITURA – Agora que me dei conta que em todo esse tempo de Resumório nunca indiquei um livro para leitura. Como professor, me sinto no dever e corrigirei essa falha agora. A primeira indicação é do escritor brasileiro radicado nos Estados Unidos Willyam Thums. O livro se chama “Por que Bolsonaro merece respeito, confiança & dignidade?”.

SPOILER – O livro está causando muita polêmica. Tem 190 páginas, sendo apenas duas de texto e as demais em branco. Trata-se de uma sátira que está devidamente explicada na sinopse. Muita gente está revoltada, porque comprou sem ler a descrição, assim como votou sem se informar devidamente. Isso só podia dá em merda, só não sabia que deveria ser dia sim e dia não.

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“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

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12
agosto

Artigo – Por Adriano Oliveira

SÉRGIO MORO: O ESTRATEGISTA?

 

Sérgio Moro construiu brilhante carreira como magistrado. Em razão da Lava Jato ganhou popularidade e entrou na lista de presidenciáveis. Quando juiz da Lava Jato foi duro, firme. Não perdia um momento para verbalizar as suas posições. Moro, assim como bem revela os diálogos entre atores divulgados pelo Intercept, foi um exímio estrategista na condução da Lava Jato.

Jair Bolsonaro fez a opção de colocar Sérgio Moro no Ministério da Justiça. Moro acreditou que a ida para o governo era escolha ótima. Talvez, o ex-magistrado tenha vislumbrado que o governo Bolsonaro era o trampolim adequado para a presidência da República ou o STF.

Moro no decurso da Lava Jato desprezou políticos e o STF. Quando juiz, Sérgio Moro não precisava dialogar para convencer o outro. Agir era o suficiente. Amigos ou colaboradores não são tão importantes no exercício da magistratura. Na política é. A atividade política requer diálogo, cooperação, concessão. Na política, o desprezo machuca.

Como ministro, Sérgio Moro frequentou o Congresso. Dialogou. Tentou aprovar, o quanto mais rápido, o seu projeto para a segurança pública. Até o instante, não conseguiu. E tende a não conseguir. O passado de Moro possibilita com que variados políticos não confiem nele. Quantas delações premiadas liberadas? Quantas conduções coercitivas? Certamente, atores lembram da fase áurea da Lava jato.

O presidente da República não gostou, segundo a imprensa, do chefe do COAF ter criticado a decisão do ministro Dias Toffoli. Para Bolsonaro, o COAF precisa de autorização judicial para investigar. Sérgio Moro, defensor do COAF sob a sua tutela, não opinou quanto ao posicionamento do presidente.

Recentemente, Jair Bolsonaro disse que não existe pressa para aprovação no Congresso do projeto de Sérgio Moro. O STF, em quase a sua totalidade, não autorizou a transferência do ex-presidente Lula para uma prisão no estado de São Paulo. O COAF está no Ministério da Economia e pode ir para o Banco Central.

Hoje, repito, hoje, Bolsonaro controla o futuro de Moro. Pode enviá-lo para qualquer lugar, inclusive para fora do governo. Mas Sérgio Moro ainda tem uma carta na manga, qual seja: a sua popularidade não declinou fortemente. Ela ainda tem o poder de causar algum estrago.

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12
agosto

Artigo – Por Maurício Romão

O TSE E O MODELO ELEITORAL DISTRITAL MISTO

 

O TSE entregou recentemente à presidência da Câmara dos Deputados uma proposta de “reforma política” em que sugere seja adotado no país novo sistema de voto, espelhado no modelo eleitoral distrital misto alemão.

 Já nos exórdios da proposta, elaborada sob a coordenação do ministro Luís Roberto Barroso, o TSE deixa claro que aproveitava conteúdos de projetos similares em estágios avançados de trâmite no Congresso Nacional, com o fito de abreviar ritos processuais na Casa, posto que intentava fosse o novo sistema eleitoral implantado já nas eleições municipais de 2020.

 O modelo distrital misto, como se sabe, conjuga os sistemas majoritário e proporcional de representação, em que o eleitor vota duas vezes: uma, no candidato de sua escolha no distrito, pelo sistema majoritário, e outra, no partido de sua preferência, pelo sistema proporcional de lista fechada.

O modelo misto sugerido pelo TSE seria adotado no Brasil para as eleições proporcionais de deputado federal, deputado estadual e vereador dos municípios com mais de 200.000 eleitores. Para os municípios com menos de 200.000 eleitores, prevaleceria o sistema proporcional de lista fechada e o eleitor registraria apenas o voto no partido.

O projeto do TSE é muito bem elaborado, didaticamente apresentado, traz sempre justificativas para pontos relevantes, sejam aqueles em que inova, sejam aqueles em que há divergências com os projetos sobre a mesma temática em tramitação no Congresso. Ademais, é patente a preocupação com o aperfeiçoamento do processo eleitoral brasileiro e a observância de aspectos relevantes e sensíveis à democracia.

A proposta do órgão eleitoral, todavia, é passível de, pelo menos, 10 críticas: (1) tributa ao modelo de voto em uso no país as mazelas do seu sistema político-eleitoral; (2) trata reforma política como se fora mudança de sistema eleitoral; (3) adiciona mais uma variante de modelos tradicionais ao rol dos experimentos submetidos ao Congresso; (4) minimiza as desvantagens do sistema sugerido; (5) dá pouco peso aos avanços da reforma eleitoral de 2017; (6) subestima o timing de tramitação de projetos na Câmara dos Deputados; (7) desconsidera a extrema complexidade do modelo; (8) discrimina partidos pequenos e minorias na distribuição de vagas parlamentares aos candidatos; (9) aplica sistemas de voto diferentes aos municípios, em função do seu tamanho e (10) trata distintamente eleitores de uma mesma circunscrição eleitoral.

(1) O TSE se associou ao pensamento difundido pelo estamento político de imputar ao modelo proporcional em vigência a responsabilidade por grande parte dos problemas contemporâneos do Brasil, passando a mensagem de que a simples substituição do mecanismo livraria o país de seus angustiantes dramas econômicos e políticos. Nada mais desconectado da realidade.

(2) O debate sobre reforma política nas seis legislaturas passadas foi focado na tentativa de substituir o sistema de voto do país (em vigência há 74 anos). Daí resultou que reforma política, praticamente, passou a ser identificada com mudança de sistema eleitoral: se a legislatura terminasse sem conseguir trocar de sistema, não teria havido reforma política. Tudo isso não obstante as relevantes mudanças nas legislações eleitoral e partidária acontecidas desde a revisão constitucional de 1993, derivadas do próprio Congresso, e depois do Judiciário. O TSE referenda essa associação indevida.

(3) No laboratório de experimentos de sistemas eleitorais em que se transformou o Congresso nas últimas legislaturas, apareceu de tudo: desde as mutações no proporcional (misto, misto em dois turnos, misto flexível, lista fechada, esta nas versões bloqueada, flexível e livre), passando por aquelas perpetradas no majoritário-distrital (puro, misto e proporcional) e desembocando no majoritário-distritão (convencional, misto e proporcional). O TSE traz mais uma proveta de testes a esse extravagante rol experimental.

(4) Em um mapeamento internacional de atributos desejáveis dos sistemas eleitorais (Jairo Nicolau) constata-se que alguns atributos são satisfeitos por uns sistemas, e não por outros, e nenhum sistema satisfaz a todos os atributos. Então, os sistemas eleitorais se nivelam, cada qual tem seus méritos e deméritos. Ademais, já se sabe que “nenhum sistema de voto é justo, perfeito, ideal” (“Teorema da Impossibilidade de Arrow”), assim como não existe nenhum método de divisão proporcional justo ou perfeito (“Teorema da impossibilidade de Balinsky e Young”). Então, migrar de um sistema para outro envolve ganhos e perdas. O TSE apenas enfatizou os ganhos da migração.

(5) Houve importantes transformações no sistema eleitoral na reforma de 2017: cláusula de desempenho para partidos e para candidatos; abertura para todos partidos disputarem sobras de voto; janela partidária; proibição de empresas doarem recursos para campanhas e para partidos; tetos de gastos em campanhas; instituição de fundo de financiamento de campanhas e o fim das coligações proporcionais, a maior distorção do sistema em uso no país. O TSE não valorizou esses avanços (não houve troca de sistema de voto, portanto, não houve reforma política…).

(6) No intuito de abreviar prazos de tramitação de sua proposta para implementá-la em 2020, o TSE usa extensivamente projeto já aprovado no Senado (PLS 86/2017, do senador José Serra), e com parecer favorável, porém não votado, na CCJC da Câmara dos Deputados. Entretanto, para vigorar em 2020, tal projeto precisaria ser discutido, votado e aprovado até setembro deste ano. Impossível. Até porque o Congresso está todo mobilizado para a Reforma da Previdência.

(7) Os modelos eleitorais mistos, nas modalidades paralela e, em especial, a de correção, são sempre complexos, posto que operam com dois sistemas de voto e o eleitor vota duas vezes. A simplicidade (inteligibilidade) requerida dos mecanismos eleitorais está longe de ser atendida em tal configuração. A versão do TSE não foge à regra, e ainda adiciona mais complicação ao dividir municípios por tamanho de eleitorado e estabelecer mecanismos de voto diferentes para cada grupo, ou quando permite voto semi-flexível na lista partidária.

(8) No mecanismo do TSE de repartir vagas entre candidatos, havendo mais eleitos nos distritos do que vagas obtidas na vertente proporcional, os partidos com menores votações é que abdicarão das vagas que lhes foram concedidas nas rodadas de distribuição, mas ainda não alocadas. Essa sistemática é uma discriminação às agremiações de menor densidade eleitoral e tende a prejudicar a representação de minorias, conforme reconhece o próprio TSE.

(9) Como nas cidades de mais de 200 mil eleitores o modelo de voto para vereador será o distrital misto e nas demais prevalecerá o proporcional de lista pré-ordenada, vai haver problemas de entendimento do processo por parte do eleitor. Basta imaginar, por exemplo, uma região metropolitana em que a capital vota nos modelos majoritário e proporcional, duas vezes, portanto, e as cidades menores de sua circunvizinhança e conurbação votam só uma vez, e em apenas uma vertente, a proporcional.

(10) Dêem-se alguns números à proposta de distritalização do TSE. O Estado de Pernambuco, por exemplo, seria dividido em 12 distritos de aproximadamente 548 mil eleitores para o cargo de deputado federal (há 25 cadeiras para este cargo) e em 24 distritos de cerca de 274 mil eleitores para deputado estadual (onde estão em disputa 49 cadeiras). O TSE adverte que os distritos estaduais devem estar contidos nos limites dos distritos federais. Então, a capital, Recife, pelo seu tamanho, comportaria dois distritos para federal e quatro para estadual. A simultaneidade da eleição para os dois cargos vai gerar situações estranhas, para dizer o mínimo: um eleitor recifense vota, na mesma hora e no mesmo lugar, num candidato a federal que representa uma área de abrangência duas vezes maior do que a área do seu candidato a estadual. Ademais, o eleitor pertence, a um só tempo, a dois distritos…

O TSE faria melhor se esperasse maturar os efeitos da reforma eleitoral de 2017 e atentasse para o que recomenda as Nações Unidas, no seu Manual de Concepções de Sistemas Eleitorais, p.159, ad litteram:

“A experiência comparativa de reformas em sistemas eleitorais, até o presente, sugere que mudanças moderadas, com base no que funciona bem nos modelos vigentes, é bem melhor do que mudança para sistemas novos e desconhecidos”.

 

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07
agosto

Resumório! – A coluna do professor Tenório

​RESUMÓRIO

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ANUNCIAÇÃO – O vereador, por enquanto pré-candidato a prefeito e ex-quase presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, Helinho Aragão, convidou a imprensa e população em geral para um pronunciamento sobre seu futuro político. Qual será a anunciação que ele pretende fazer eu não sei, mas pela tiração de onda dos companheiros vereadores, não foi a melhor estratégia.

A ESCOLHA – Mais de uma pessoa me perguntou qual seria o posicionamento de Helinho. Eu prefiro resumir o que acontece do que entrar no ramo da adivinhação. Mas se é para especular, ele não fez uma convocação para anunciar a pré-candidatura, porque já falou que era pré-candidato; não vai para a terceira via, porque saiu de lá quase antes de ir; se não declarar apoio a Fernando Aragão será um susto para muita gente e motivo de risada para mais gente ainda.

PÁGINAS E ANDANÇAS – Recentemente, Alan Carneiro e Joselito Pedro criaram páginas no facebook para interagir com a população. As semelhanças entre ambos só aumentam. Eles e Fernando Aragão estão andando e conversando com o povo. Se o parâmetro for esse, a pré-candidatura de Helinho sempre foi de faz de conta. Mas tanta coisa na política é de faz de conta que uma a mais ou a menos não fará diferença.

PAI E FILHO – O ex-monte de coisa, Zeus Augusto Maia, esboçou uma pré-candidatura a prefeito. Pouquíssimo tempo depois, seu filho mais velho declarou simpatia por uma chapa com Diogo Moraes e um irmão como vice. Não entendi nada. Ou ele não votaria no próprio pai ou política está fora das pautas dos almoços em família.

PRÉ-CANDIDATURAS E MURIÇOCAS – O número de pré-candidaturas a prefeito em Santa Cruz do Capibaribe para 2020 parece que atingiu a cota máxima. Daqui para frente a tendência é só diminuir. Quem dera que com as muriçocas fosse assim também, aparecesse um monte e depois ficassem pouquíssimas.

HERÓI – Teve um Resumório que eu falei que se Nanau conseguisse extinguir as filas para marcação de consultas e exames lá na calçada da Secretaria de Saúde e acabar com as muriçocas, ele mereceria uma estátua. Hoje em dia, se ele sobreviver ao bombardeio da oposição e conseguir manter a prestação dos serviços básicos de saúde já está de bom tamanho e merece pelo menos um quadro com as duas orelhas aparecendo na foto.

DÚVIDAS – Não bastasse a população não saber até hoje, com convicção, quem é o responsável pela ponte velha, os vereadores de situação e oposição deixam a população confusa também sobre o porquê da não aprovação da suplementação de gastos para pasta da saúde. Pra completar, o fim de semana foi marcado por inúmeros vídeos nas redes sociais do vereador Carlinhos da Cohab e do Secretário Nanau sobre o fechamento do hospital municipal. Um dizendo que fechou e o outro dizendo que não fechou.

NADA MUDOU – Conversando com um leitor da coluna, ele disse que é usuário da UPA e não viu nenhuma diferença nos atendimentos após a polêmica votação da suplementação. Também não viu diferença no atendimento depois de uns vídeos do prefeito dizendo que conseguiu não sei quantos milhões para a saúde. Segundo o leitor, com ou sem suplementação, com ou sem milhões de emendas parlamentares, você chega na UPA, é atendido e leva uma injeção do mesmo jeito de sempre. Pode chegar lá apenas com uma dor na consciência que o procedimento é igual.

24 HORAS – É preciso comemorar. Já são vinte quatro horas sem o presidente Jair Bolsonaro falar uma bobagem nas redes sociais ou em entrevista. A mudança é lenta e gradativa. Se para pior ou melhor, só o tempo dirá.

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“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

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05
agosto

As Curtinhas de Romenyck Sttiffen

A corrida maluca dos taboquinhas!

 

A corrida: Estamos há quase um ano para o pleito eleitoral de 2020 e como já escrevemos em curtinhas anteriores, as peças do tabuleiro de xadrez estão sendo movimentadas. Contudo, essa corrida pré-eleitoral está parecendo mais a corrida maluca da Hanna-Barbera.

A maioria quer: A corrida dos pré-candidatos do grupo Taboquinha é a mais engraçada, pois nos bastidores do grupo, a maioria da cúpula prefere o nome do Deputado Estadual Diogo Moraes (PSB). Contudo, raros são os que têm coragem de externar em público e o pior, o deputado não fala nada e muito menos aparece na cidade.

O homem anda: Por outro lado, enquanto é fritado politicamente pela maioria da cúpula de seu grupo, Fernando Aragão continua andando e tentando convencer o povo que ainda há esperança. Contudo, nem sempre o povo escolhe o candidato que irá disputar às eleições e de onde esse aval é dado as esperanças estão cada vez menores.

Todos sabem: Todos sabem que nem José Augusto Maia e muito menos seus filhos irão ser candidato a prefeito. Contudo, mesmo afirmando que é necessária união através de um nome de consenso, os Maias afirmam que em breve Zé irá lançar seu nome para prefeito, agitando assim seus eleitores mais fiéis, mas de olho na vice para Augusto ou Tallys Maia.

Cadê o tempo?: O mundo pegando fogo, os carros disputando o pódio e o vereador Helinho Aragão (PTB) sem saber se acelera ou não, perdendo todo tempo possível da corrida interna dos Taboquinhas.

Sem diferença: Para quem pensa que no Grupo Boca preta e nas denominadas terceiras vias a situação está diferente da corrida maluca das taboquinhas, então pode ter certeza que desconhece os bastidores de nossa politica, aguardem nossas próximas curtinhas.

Quase esqueço: Sem muitas novidades, é necessário lembrar que poucos estão debatendo as necessidades de nossa cidade e os que estão tentando fazer nem de longe estão perto do que precisamos.

 

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05
agosto

Artigo – Por Adriano Oliveira

BOLSONARO E 2022

 

As declarações do presidente Bolsonaro sugerem que ele deseja o radicalismo e quer ser reconhecido como um presidente da República de direita. E por que o atual presidente está radical e faz questão de ser de direita? O presidente é candidato à reeleição e já escolheu o seu adversário.

Na vindoura eleição presidencial, Jair Bolsonaro quer continuar sendo o representante principal do antilulismo. O presidente acredita que o lulismo e o PT continuarão a ser os seus principais concorrentes. Hipótese plausível. Pois o radicalismo de Bolsonaro evidencia que o seu governo tem um lado. E o PT tem outro. A eleição de 2022 poderá ser Bolsonaro versus o candidato do PT.

O atual chefe do Executivo quer, em 2022, comparar eras. Na era petista existiu corrupção e na era bolsonarista, não.  Na era da esquerda, todos eram coitadinhos. Existia liberdade demais. Na era bolsonarista, não existem coitados, todos são tratados da mesma forma, e existe ordem. A narrativa estratégica do presidente-candidato já está posta. Entretanto, em qual ambiente a vindoura eleição presidencial será disputada? A resposta para esta pergunta sugerirá o efeito da estratégia de Jair Bolsonaro. Se será um efeito ótimo, subótimo ou péssimo para o presidente-candidato.

Antes de 2022, existirão eleições municipais. Qual será o desempenho do bolsonarismo? Em variadas disputas, a nacionalização tende ocorrer: bolsonarismo versus lulismo ou esquerda. O bolsonarismo elegerá mais prefeitos e vereadores do que os partidos de esquerda? Conquistará prefeituras de capitais? Conseguirá ter prefeitos eleitos no Nordeste? O desempenho do bolsonarismo na disputa municipal sugerirá a sua força na futura eleição presidencial.

A reforma da Previdência deve ser aprovada. O programa Médicos pelo Brasil pode conquistar eleitores nas classes C, D e E. Um crescimento econômico razoável tem condições de ocorrer. Privatizações estão previstas, as quais tendem a trazer investimentos e euforia no mercado. Existem indicadores otimistas para a economia brasileira.  Mas eles trarão aumento da oferta de emprego e da renda? A aprovação do governo Bolsonaro terá crescimento considerável?

A imprevisibilidade verbal do presidente da República e o Intercept Brasil representam riscos para o atual governo. Tais riscos podem gerar o impeachment do presidente. Ressalto, entretanto, que tal possibilidade é remota. Mas nunca deve ser descartada. Portanto, em qual ambiente a vindoura eleição presidencial será disputada?

Observo riscos na estratégia do presidente-candidato. Não desprezo a seguinte hipótese: eleitores antilulistas que escolheram Jair Bolsonaro em 2018, procurarem, em razão do discurso radical e de direita do presidente, um candidato do centro em 2022. E quem seria este competidor? A depender do desempenho do PSDB em 2020, João Dória tende, hoje, a ser o escolhido. Mas para tal, o governador de São Paulo precisa caminhar para o centro.

 

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01
agosto

Artigo – Por Adriano Oliveira

As Eleições de 2020

 

A próxima eleição municipal trará recados para a disputa eleitoral de 2022. Os resultados da eleição de 2020 pode condicionar ou causar o sucesso eleitoral de partidos e competidores em 2022. As escolhas dos eleitores em 2020 podem representar variáveis preditivas para o desempenho dos variados competidores na disputa para os cargos de presidente da República e governo do Estado.

Em 2020, não existirão coligações na disputa para o Legislativo. Tenho a hipótese de que mais partidos disponibilizarão ao eleitor competidores para disputar as prefeituras. Isto significa que o fim das coligações na disputa legislativa gerará um maior número de candidatos a prefeito. Por consequência, gestores candidatos à reeleição terão dificuldades em construir alianças. E em cidades com dois turnos, o grau de dificuldade será elevado.

A eleição municipal vindoura será marcada pela nacionalização. Inerente a esta, estará o conflito entre bolsonarismo versus lulismo ou esquerda. A nacionalização ocorrerá em cidades médias ou grandes. Isto não significa que ela não existirá em municípios pequenos. A avaliação do gestor continuará a importar para a previsão do resultado da eleição. Entretanto, ela pode perder força em razão da nacionalização.

A eleição em 2020 significará a antecipação da disputa eleitoral de 2022? Como não existirão coligações na disputa legislativa, os partidos com maior número de vereadores eleitos poderão ter mais competidores com chances de vencer a disputa eleitoral para variados cargos em 2022. Imagine o PT ou o PSB com um grande número de vereadores eleitos em municípios do Nordeste. Se isto ocorrer, estas agremiações adquirem força eleitoral para 2022. E se o PSL conquistar um grande número de prefeituras no Sul e Sudeste? O bolsonarismo cresce e reforça as chances de reeleição do presidente Bolsonaro em 2022.

Existe forte expectativa para o desempenho eleitoral do PSDB, PSL e PT. Se o PSDB tiver um pífio desempenho em 2020, quais serão as chances de João Dória na disputa presidencial vindoura? E se o PT mais partidos da esquerda, como o PSB, tiverem uma expressiva votação no Nordeste? Caso o PSL eleja um maior número de prefeitos e vereadores do que o PSDB, o presidente Bolsonaro será o favorito a vencer a eleição presidencial? Não desprezo, contudo, os acasos, o desempenho da economia e a personalização eleitoral para a previsão da eleição de 2022.

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31
julho

Resumório! – A coluna do professor Tenório

​RESUMÓRIO

 

EMP – Mais uma edição do Estilo Moda Pernambuco foi concluída com sucesso de público e de críticas. O fato de ser ano pré-eleitoral e um grupo de empresários está dentro do projeto do Alan Carneiro para 2020 contribuiu para aguçar o olhar crítico dos políticos e seus fiéis seguidores. Não é possível que o pessoal tenha desaprendido a fazer o vento. O problema na desorganização da entrada no primeiro dia, gente vindo de outras cidades não conseguindo entrar, algumas reclamações nas redes sociais e político carente de ser citado pelo cerimonial não tiraram o brilho do evento. Quando se entra para política, até a quantidade de colheres de açúcar que se coloca no cafezinho é monitorada. Os empresários que estão entrando de vez na política precisam aprender a adoçar o café na medida certa e conviver com as críticas.

ALMA LAVADA – O Secretário de Comunicação da prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe, Geraldo Moura, deve ter ficado de alma lavada. Este ano, convites e pulseirinhas para o EMP deram mais trabalho do que as do São João da Moda.

SORTUDO – A pulseirinha para assistir os desfiles do EMP 2019 estava mais difícil do que as do dia de Gustavo Lima no São João da Moda. Um colega meu que ganhou a pulseirinha do EMP disse que iria plastificar e colocar numa moldura de tão rara.

IMPORTANTE – A cidade de São Joaquim do Monte já foi pauta diversas vezes no Resumório por ser uma das cidades mais importantes do mundo da política. Em ano eleitoral, a feira e a procissão de lá recebem mais políticos do que Brasília em dia de votação importante. A comprovação do tamanho da importância de São Joaquim do Monte aconteceu há poucos dias com uma publicação do prefeito Joãozinho Tenório nas redes sociais. Joãozinho Eu disse que teve seu telefone hackeado. Será que foi a mesma turma lá de Araraquara? Fico imaginando a lista dos telefones que seriam invadidos: Ministro Sérgio Moro, Presidente Jair Bolsonaro, Prefeito de São Joaquim do Monte… De qualquer forma, enquanto durar essa moda de hackear telefone, os segredos mais profundos e as conversas mais íntimas deixem pra falar pessoalmente feito Ernesto Maia e o prefeito Edson Vieira.

A FOTO – As redes sociais foram bombardeadas esta semana por uma foto caricata, digna de um pulitzer na categoria política local. A foto do encontro casual entre Ernesto Maia e Edson Vieira na praça de alimentação de um shopping da capital pernambucana já rendeu vários memes e um magote de críticas dos eleitores apaixonados. Segundo uma internauta, essa foto tá girando mais do que aquela do Toyota com a mudança em cima.

MAIS UMA VITÓRIA – Fernando Aragão obtém mais uma vitória na justiça ao ser absolvido da acusação de propaganda eleitoral antecipada. Sua pré-campanha segue firme e forte, independentemente da bagunça que está o grupo Taboquinha. De acordo com uma leitora do Resumório, Fernando está igual ao porquinho que construiu a casa de tijolos e sabe que o lobo pode soprar e soprar que não vai derrubar. O problema é que nessa história existem dois lobos e cada um com o fôlego maior que o outro.

ELE VEM AÍ – Informações de bastidores apontam que o deputado estadual Diogo Moraes, antes de ser comparado ao Queiroz, virá aparar as arestas do grupo Taboquinha. Vai ser em agosto e não será a gosto de Deus, como diz o ditado. Como disse uma vez a vereadora Jéssyca Cavalcanti, aproveitem a companhia, porque não é sempre que se terá a oportunidade. A vinda será providencial, pois tem eleitor e militante do vermelho que está quase dizendo que ele é um parlamentar ausente.

MAIS COM MENOS – A prestação de contas do São João da Moda saiu e foi tão surpreendente quanto o evento. Economia total de 25% em relação ao ano passado e economia do gasto da prefeitura de 50%. Ou seja, a prefeitura gastou metade do que gastou ano passado e fez uma festa maior. Não sei como, só sei que o governo fez uma festa maior e com menos dinheiro.

POLÊMICAS – Bolsonaro tuitando, dando entrevista ou a câmara de vereadores de Santa Cruz votando projeto de suplementação é polêmica na certa. Por aqui só nos resta aguardar o resultado do jogo de empurra, empurra entre governistas e vereadores de oposição sobre o projeto de suplementação que foi reprovado na câmara e afetará os serviços de saúde no município.

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“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

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24
julho

Resumório! – A coluna do professor Tenório

​RESUMÓRIO

 

PRÉ-CANDIDATURAS – O número de pré-candidaturas a prefeito em Santa Cruz do Capibaribe não para de crescer. Tem de toda fragrância, a gosto do freguês. Tem sabor tradicional, nas cores vermelho e azul. Tem modelo novo, se bem que anda meio travestido de práticas velhas. Tem a despretensiosa, que só quer conversar. Tem a que diz que é, mas não é e a que diz que não é, mas será. Tem o que diz que é e nem ele mesmo acredita, pois faz questão de não aparecer. Tem o favorito e o esquecido que precisa melhorar a saúde para poder entrar, de fato, na disputa. Tem o que fica só no desejo, não pode e já indica o substituto para compor a chapa. Tem quem queira só respeito e quem não abre nem para um trem carregado com um emprego no governo do estado e um sobrinho pregando união juntamente com o Apóstolo Paulo. Conforme falei, tem para todo gosto. Se você não consegue identificar quem é Dida, Joselito, Fernando Aragão, Helinho, Zé Augusto, Dimas Dantas, Nanau, Afrânio Marques ou Alan Carneiro nessa história, precisa acompanhar mais de perto os bastidores de nossa política. Eles colocaram o nome à disposição e não escondem o desejo de ser o próximo prefeito de Santa Cruz.

IMPOSSÍVEL – Além desses nomes citados anteriormente, outras pré-candidaturas ainda podem surgir. Imagine um mundo perfeito, onde todos esses pré-candidatos estariam unidos e lutando não por grupos ou projetos pessoais, mas pelo bem coletivo. Quantas ideia e projetos não seriam criados e colocados em prática? Como diziam na minha infância para ilustrar uma situação impossível: “só no dia que galinha criar dente”. E nesse mesmo dia, que as galinhas criarão dentes, teremos ponte desinterditada, campo de peladeiros inaugurado, matadouro reaberto e lixão voltando a ser aterro sanitário. Palmeiras com mundial, político sem babão e o trecho da Rua 5 que dá acesso ao Bairro Rio Verde saneado.

(IN) POSSÍVEL – Outra situação possível, mas pouco provável de acontecer é o cumprimento da promessa feita pelo ex-prefeito de Taquaritinga do Norte, Jânio Arruda, aos integrantes do Programa Rádio Debate da Polo FM. Jânio prometeu enviar o nome das mais de três ruas que ele calçou em Pão de Açúcar. Tem também a promessa feita por Roberto Asfora, de enviar uma foto com toda a oposição do Brejo da Madre de Deus unida para 2020. A gente até finge que esquece, mas lembra o tempo todo.

FAÇANHAS – Das pré-candidaturas existentes, uma das mais faladas é a de Alan Carneiro. Entre as razões, podemos citar a visita do prefeito de Colatina, aquele que até hoje não sabe o nome de Santa Cruz do Capibaribe, mas repercutiu muito sua passagem por aqui. Depois porque recebeu uma cantada do PSL e um fora do PDT local na mesma semana. Agora a maior façanha de Alan Carneiro, caso seja eleito perfeito de Santa Cruz, vai ser unir Jéssyca Cavalcanti e Ernesto Maia num mesmo propósito. Não quero nem pensar na leveza da Câmara de Vereadores e do Programa Oposição e Ação com esses dois alinhando o discurso contra o governo municipal.

NA MESMA LINHA – Seguindo a tendência das múltiplas candidaturas de Santa Cruz, Taquaritinga do Norte já vai com pelo menos quatro pré-candidaturas. A dos dois principais grupos, a da terceira via e a do presidente da câmara, Professor Jurandir. Esse negócio parece que vicia feito série de tv e redes sociais.

ROBÓTICA – Vocês podem não acreditar, mas na Câmara de Vereadores de Santa Cruz vai ter um curso de robótica para população. Não sabia? Deseja fazer o curso? Lamento por você. As inscrições foram abertas e esgotadas entre a tarde de um dia em que a Casa José Vieira de Araújo estava fechada e a manhã seguinte quando acabou de abrir. Um colega meu disse que no intervalo de uma ida da sala para cozinha tomar uma água já não tinha mais vagas. Ouvi rumores que o número de vagas e a documentação necessária para inscrição eram tão desconhecidos quanto os candidatos a vice de Alan, Joselito e Fernando Aragão.

DESCONHECIDO – Também desconhecida é a razão do remanejamento de uma emenda parlamentar do deputado estadual Diogo Moraes no valor de cem mil reais que inicialmente seria destinada para aquisição de uma ambulância para Santa Cruz, mas foi direcionada para cidade do Recife. Parece um carma as histórias com ambulâncias aqui. Uma hora é entrega de ambulâncias novinhas sendo usadas, outra hora é emenda remanejada para outra cidade. É preciso muita saúde para suportar as consequências desses rompimentos políticos.

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18
julho

Artigo – Por Adriano Oliveira

O FUTURO DO PRESIDENTE

 

Qual será o futuro do governo Bolsonaro? A recente pesquisa divulgada pelo Datafolha sugere cenários. Segundo o Datafolha, o governo Bolsonaro é aprovado por 33% dos eleitores; 33% o reprovam. E 31% consideram o governo como regular. O dado relevante da pesquisa é: para qual lugar irão os eleitores que hoje avaliam o governo Bolsonaro como regular?

O regular representa uma avaliação neutra do eleitor. Pesquisas qualitativas sugerem que o eleitor do “regular” é o que ainda está cético com o governo e deseja avaliá-lo em um breve futuro. Isto é: Bolsonaro precisa de mais tempo para ser avaliado. Pois bem. É neste aspecto que estão as oportunidades e os riscos do governo Bolsonaro.

Se a eleição presidencial fosse hoje, o presidente Bolsonaro estaria no 2° turno. Certamente, disputaria com um candidato da esquerda. O Datafolha revelou que 42% dos eleitores consideram a prisão do ex-presidente Lula como injusta. No Nordeste, são 56%. Isto significa que o lulismo continua a ameaçar e amedrontar o incipiente bolsonarismo.

Até setembro, a reforma da Previdência tende a fazer parte da agenda midiática. A tramitação da reforma gera paciência e esperança em parcela do eleitorado para com o atual governo. Enquanto ela não for aprovada por completo, os eleitores que hoje estão avaliando o governo como regular, toleram a gestão. Entretanto, após a reforma da Previdência, o desemprego diminuirá? A renda crescerá? Caso não, a reprovação do governo Bolsonaro poderá aumentar.

Um dado relevante: 61% dos eleitores, segundo o Datafolha, afirmam que o governo Bolsonaro fez menos do que eles esperavam. Este dado sugere que a aprovação do governo Bolsonaro precisa crescer para o presidente ser favorito na eleição em 2022. Recuperação econômica e políticas sociais focalizadas são vetores que têm o poder de gerar o crescimento da popularidade do governo Bolsonaro.

Os vazamentos do Intercept afetarão negativamente a avaliação do governo Bolsonaro? Caso a popularidade de Sérgio Moro continue a declinar, e ele permanecer no governo, o ex-magistrado pode contaminar negativamente a gestão do presidente. Entretanto, o ator estratégico do atual governo continua a ser Paulo Guedes, o ministro da Economia que após a reforma da Previdência precisará gerar renda e emprego para o eleitor. Caso não, sairá do governo, ou a popularidade de Bolsonaro deve declinar ou ficar estável.

 

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17
julho

Resumório! – A coluna do professor Tenório

RESUMÓRIO

 

THE BEST – Santa Cruz recebeu a visita do prefeito de Colatina (ES), Sérgio Meneguelli, que gerou uma ciumeira sem tamanho nos políticos da cidade. O prefeito é acompanhado nas redes sociais por mais de um milhão de pessoas, recebeu prêmios daqueles que jumento não ganha e tem um estilo que divide opiniões. Uns acham um excelente gestor, outros um excelente ator.

DEFEITOS – Na entrevista de Sérgio Meneguelli, na Rádio Polo FM, uma enxurrada de elogios dos ouvintes deixou políticos e militante locais preocupados. Uma ouvinte foi até o estúdio para conhecer o prefeito e se decepcionou com o tamanho dele, foi logo dizendo: “Pensei que ele fosse mais alto”. De imediato, foi o defeito que acharam. Durante o resto do dia, buscou-se informações e defeitos sobre sua gestão em Colatina capazes de inviabilizar qualquer processo de canonização. Certamente, os defeitos encontrados jamais foram praticados pelos políticos que aqui habitam e são defendidos.

PROPOSTAS – Durante a entrevista, muitos ouvintes da região querendo que ele se candidatasse em suas respectivas cidades. O Meneguelli saiu daqui com eleitores de umas trinta cidades o querendo como candidato e, acreditem vocês ou não, com proposta de casamento. Já no término da entrevista, na frente da rádio, um dos ouvintes que acham que ele é melhor ator do que prefeito foi logo dizendo: “Isso é um santo, quero que ele case com minha filha”.

DIFERENÇAS – A política nossa de cada dia é diferente na cidade que não se sabe quem é responsável pela requalificação de uma ponte interditada. O Meneguelli, que foi considerado um Edilson Tavares melhorado, sem a arrogância, pinta pontes e prédios públicos em Colatina e é ovacionado. Anos atrás, Alessandra Vieira pintou um meio fio por aqui e o resultado foi bem diferente. O best of the best disse que ficou chateado quando atrasou uns minutos e encontrou seu gabinete com lâmpadas acesas e ar condicionado ligado. Chamou a atenção da assessoria que isso era gasto de dinheiro público. Por aqui já se economizou nesses quesitos, mas foi quando os professores estiveram na prefeitura.

A DÁLIA DA SERRA – Não pensem que desunião em grupo político é exclusividade de Santa Cruz. A situação em Taquaritinga do Norte não é muito diferente daqui. O Festival Café Cultural foi uma festa linda. Joana cantando “tô fazendo falta, tô fazendo falta” e a turma calabar cantando junto. Não sei se era pensando em Geovane, que entregou a liderança do governo, se era pensando no deputado Diogo Moraes, que não apareceu para prestigiar o evento ou se era apenas por gostarem da canção mesmo. Só sei que perder o apoio de um vereador e a ausência de um grande aliado faz falta e não passa despercebido, mesmo no meio de uma bela festa.

(IN)DEFINIÇÕES – E segue a peleja pela definição dos pré-candidatos para majoritária em 2020. O nome do deputado Diogo Moraes ganhou força nos últimos dias. Como ele não coloca um ponto final na história, os fernandistas pregam o otimismo, mas a gente sabe que ficam preocupados. Quem não lembra que Alessandra teve sua candidatura negada por meses? Joselito continua disparado na preferência, pelo menos na de grande parte das pessoas que circulam o prefeito Edson Vieira. Joselito, que desmaiou uma vez num debate de Edson Vieira, não pode se dar a esse luxo de passar mal em campanha por bobagem, pois o dossiê de seus segredos mais profundos provavelmente já está sendo preparado.

E DIDA? – O que Dida de Nam fará diante de tudo isso não sei. O Jovem, meu amigo Canalha, disse que se fosse Dida, sairia candidato apulso, ganharia a eleição, traria o Safadão e botava ele pra decorar o nome completo para falar no início da música e o apelido para falar no final. E ainda mudaria o ‘vai Safadão´ para ‘vai Dida’. A sugestão é boa feito o inglês do Eduardo Bolsonaro, cabe a Dida seguir ou não.

NOTIFICADO – Fernando Aragão foi notificado pela Justiça Eleitoral por supostamente estar praticando propaganda eleitoral extemporânea. Já pensou se ele pagasse uma multa e ainda não fosse escolhido o candidato do grupo? Seria muita falta de sorte. Essa possibilidade é muito remota, pois o pré-candidato e seus militantes estão tranquilos. De novidade, só Fernando chamando o prefeito de “Sr. Edson Vieira”. Como podemos ver, vídeo em redes sociais, canecos distribuídos em festas e insinuações que Adélio Bispo estava a serviço de partido político não dão em nada!

EVOLUÇÃO – Estamos evoluindo, num processo bem lento e gradativo, mas estamos. Liberaram o tráfego de veículos na passagem molhada que servirá como alternativa enquanto não resolvem a situação da ponte velha e não fizeram festa de inauguração. Apesar de já ter escutado gente reclamando que ficou estreita, tem muita pedra solta no caminho e liberaram antes de espalhar umas metralhas, será um importante paliativo para atenuar o problema do comércio e da população como um todo. 

INVOLUÇÃO – Já tivemos campanhas políticas que se falava em construção de viaduto. A alegria é verdadeira, mas se alegrar com a construção de uma passagem molhada não é sinal de que estamos evoluindo tanto assim.

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10
julho

Resumório! – A coluna do professor Tenório

RESUMÓRIO

 

O SEMESTRE – Chegamos na metade do ano, novidade eu não tenho, mas tenho ‘velhidades’:  Em poucos dias teremos mais alguém declarando a pré-candidatura a prefeito e a estreia de mais um programa institucional de grupo político no rádio. Será o quarto programa de rádio de grupo político. A receita é antiga, mas pelo jeito funciona.

ÚLTIMAS DA PONTE – Brevemente, não falaremos mais aqui da interdição da ponte velha. Assim como Dida de Nam, que só quer respeito de seu grupo político, nós só queríamos a solução ou pelo menos um paliativo. Ninguém assumiu claramente a responsabilidade pela requalificação, mas o governo do estado iniciou processo de licitação para o projeto e a prefeitura está fazendo uma passagem molhada para atenuar o problema.

COISA MAR LINDA – Não tive ainda o prazer de ver, mas acredito que a passagem molhada será a coisa ‘mar’ linda do mundo! Digo isso porque a super, hiper, ultra, mega, arqui e colossal obra já foi vistoriada e devidamente fotografada por prefeito, secretário, empresário, deputada, xeleléu, assessores, curiosos e não sei mais quem. Já é quase um ponto turístico da cidade.

CRITÉRIOS – A terceira via mais forte da história política de Santa Cruz surge toda melindrosa. Tem uns critérios para poder conversar politicamente. Não querem papo com político ficha suja, com bens bloqueados ou que tenha processo judicial de forma contundente. É nobre, porém ousado. Não sei se é a melhor estratégia para vencer eleição. Daqui a pouco só vão querer apoios de quem tem primeira comunhão, de quem não tem cárie, de quem peça a bênção ao pai e a mãe antes de dormir, não fale palavrão em público, não exagere em fast food e passe pouco tempo em redes sociais. Como a maioria do grupo é composta por empresários, cheque voltado, problema com ministério do trabalho ou fazenda deve ficar de fora dos critérios.

PROIBIÇÃO – Acredite se quiser, mas a gestão de vanguarda, elogiada nos quatro cantos do agreste e que serve de modelo para discurso de muita gente, proibiu a criação de grupo de WhatsApp ou similares com participação de pais e integrantes das gestões das escolas municipais. Com as justificativas não tão consistentes, a impressão deixada é a de coibir qualquer possibilidade de crítica ao trabalho realizado pela administração de Toritama.

REBELDIA – Na terra do jeans, rebeldia é participar de grupo de zap com pai de aluno ou reclamar de juro alto em empréstimo para requalificar a feira. Como sabemos, problemas toda gestão tem, mas dessa vez até eu queria gravar a pregação para saber o que padre da cidade pensa sobre tudo isso.

AQUECIMENTO – 2020 se aproximando e já tivemos uma pequena demonstração de como vai ser a pisadinha na eleição. Se o pessoal pede voto a deus e o mundo para enquete de blog e para finalista do The Voice Student, imagine quando for para pedir voto para eles?

NOVO VOCÁBULO – Muito mistério ainda envolve a definição das chapas que disputarão o Palácio Braz de Lira em 2020. Na incessante busca pela definição dos nomes, a ‘euquipe’ do Resumório foi surpreendida com uma nova palavra incorporada ao vocabulário de nossa política. Perguntado a um possível pré-candidato sobre suas condições de saúde para uma disputa, ele logo retrucou: “Você está me achando ‘adiogado’ é?”. Não sei se o termo também se aplica a quem não atende telefone ou está meio sumido, só sei que nunca tinha escutado o termo ‘ADIOGADO’.

SEM TEMPO – Outro pré-candidato já recusou convites, no plural mesmo, para dar entrevista em programa de rádio. Parece que anda meio sem tempo na agenda. Eu acho, mas só acho que uma campanha majoritária exige, no mínimo, uma agenda mais flexível.

A AGENDA – Por falar em tempo na agenda, o pré-candidato Joselito Pedro aparenta ter uma agenda bem disponível para participar de eventos do governo, procissão e dar entrevista em programas de rádio. Porém quando é para atender uma convocação da Câmara de Vereadores, a agenda lota. Eu ia dar uma sugestão a Júnior Gomes, que seria deixar o Secretário de Educação escolher o dia que quisesse para ir à câmara. Não darei a sugestão, porque nem assim se consegue uma flexibilização na agenda do pré preferido.

UNIDOS – Percebi pelas movimentações de bastidores que os Maias estão mais unidos do que uns dias atrás. Pode até ser que seja apenas por alguns interesses em comum. Uma coisa é certa, quando os dois principais jogadores do clã Maia estão juntos, não tem ‘mãos limpas’ nem ‘gosto de quero mais’ que dê conta.

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09
julho

As Curtinhas de Romenyck Sttiffen

REFERÊNCIA POSITIVA, MAS…

 

Referência: O prefeito de Toritama, Edilson Tavares (MDB), é utilizado como referência por diversos políticos de grupos de oposições que almejam chegar ao poder nas cidades vizinhas da Capital do Jeans. De forma constante as ações dos gestores do Polo das Confecções são comparadas as de Edilson.

Vídeos: Para termos uma ideia do que estamos descrevendo, recentemente o vereador de oposição Carlinhos da COHAB e o ex-vereador Fernando Aragão foram a Toritama gravar um vídeo para mostrar como estão às condições do transporte escolar da referida cidade comparando com as condições Santa Cruz do Capibaribe.

Vídeos: Assim como os políticos de oposição de Santa Cruz do Capibaribe, o presidente da Câmara de Taquaritinga do Norte, Professor Jurandir, também gravou um vídeo em Toritama para mostrar a qualidade do calçamento da Capital do Jeans, comparando o mesmo com os da Dália da Serra.

É possível: As terceiras vias que surgem na Região do Polo de confecções do Agreste, visando quebrar a hegemonia política de décadas em suas cidades, também utilizam a chegada de Edilson ao poder e o seu governo de forma positiva, pois é necessário mostrar que podem também fazer diferente.

Só flores?: Mas tudo indica que nem só de flores viverá o prefeito de Toritama, com os grupos de oposições das demais cidades mostrando que o governo Edilson Tavares é uma vitrine positiva e podem fazer iguais em seus municípios, os grupos de situações começam apontar fragilidades da gestão do chefe do executivo da capital do jeans, podendo aumentar a voz da oposição em Toritama.

Comparações (I): Recentemente, em seu programa institucional, o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira (PSDB), comparou o salário de algumas categorias de funcionários públicos de Santa Cruz do Capibaribe com os de Toritama, apontando valorização aos funcionários da Capital das Confecções.

Comparações (II): Em conversa reservada com um membro do governo municipal de Taquaritinga do Norte, o mesmo afirmou que os números da educação da Dália da Serra crescem a cada levantamento em comparação direta ao da Capital do Jeans, alfinetando que na Dália da Serra o canal de comunicação da comunidade escolar pode ser feita através das redes sociais e contribuiu e muito para os números conquistados nos últimos anos e que não teria nada a esconder nas escolas. Recentemente a prefeitura de Toritama proibiu grupos de WhatsApp com os pais/mães/responsáveis e professores.

Propagação: Como podemos observar as ações do prefeito Edilson Tavares em Toritama serão fortemente propagadas na região, sendo utilizadas como exemplos a quem interessar. Contudo, suas fragilidades serão fortemente potencializadas ao mesmo tom de suas ações.

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09
julho

Artigo – Por Adriano Oliveira

PARA ALÉM DA CORRUPÇÃO

 

A prisão de um militar portando drogas em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) não permite a politização. O flagrante é grave e requer esclarecimentos. Mas não apenas isto. O Brasil precisa ir além do bolsonarismo e do lulismo. Infelizmente, as pessoas insistem em continuar nesta dicotomia enfadonha.

Em razão da Operação Lava Jato, a corrupção passou a ser, em 2015, o principal problema do Brasil, conforme variadas pesquisas de opinião revelaram à época. A Lava Jato possibilitou que a agenda da corrupção estivesse na opinião pública. Foi a Lava Jato que reforçou e ampliou o antilulismo e que permite a sobrevivência do lulismo e do bolsonarismo.

Enquanto a Lava Jato “corria” atrás dos corruptos, o tráfico de drogas e as milícias estavam em pleno funcionamento e expansão. A Lava Jato e o conflito entre bolsonaristas e lulistas fizeram com que os principais desafios do Brasil fossem esquecidos. A Lava Jato inseriu na agenda dois raciocínios simplistas: a derrota do lulismo era a salvação do Brasil; e as derrotas eleitorais do PT e de outros partidos tradicionais representavam o fim da corrupção pública.

O desenfreado combate à corrupção, apesar de saudável, em parte, fez com que tráfico de drogas, milícias e desigualdade social fossem esquecidos da agenda política. O enfrentamento à corrupção predominou. Erro grave. Como revelei em Tese de Doutorado intitulada “Tráfico de drogas e Crime organizado: peças e mecanismos”, defendida em 2006, o comércio de drogas constrói estados paralelos, os quais foram combatidos, em particular no Estado fluminense, por milícias. Estas, por sua vez, são formadas ou apoiadas por agentes do Estado. O mais agravante: não existe forte presença de tráfico de drogas e de milícias sem a cooperação de atores estatais.

A criminalidade organizada presente no sistema penitenciário. Os assaltos a bancos. A interação entre organizações criminosas que atuam na região Norte e em outros países. Alta frequência de homicídios. Estes são desafios imediatos do governo Federal. Não basta ter como única agenda a corrupção. É preciso ir além.

Não fiquei surpreso quando membros do governo Bolsonaro e atores da oposição politizaram o evento “Cocaína no avião da FAB”. Qualquer fenômeno hoje é “explicado”, infelizmente, pela dicotomia lulismo versus bolsonarismo. E, enquanto isto, a mexicanização avança sobre a sociedade brasileira. Incluso, claro, as instituições, dentre as quais, as Forças Armadas.

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04
julho

As Curtinhas de Romenyck Sttiffen

Giro na região!

 

Plano de mídia: A Terceira Via de Santa Cruz do Capibaribe está com um plano de mídia que dará suporte as suas ações, a partir desse mês de julho. Em conversa com o vereador Capilé da palestina, o mesmo afirmou que “as ações do grupo ganharão as ruas da cidade e serão sentidas nas redes sociais e nos meios de comunicação do município”.

Rádio: Nesse plano de mídia não poderia faltar um programa de rádio semanal, que terá início nesse mês de julho, na Rádio Comunidade FM. O mesmo ocorrerá todos os sábados, das 11h ao meio dia, sendo intitulado de “Cidade da Gente”.

Complicação: Informações de bastidores apontam que em Jataúba existe uma tentativa de aproximação entre o empresário Boy, líder da terceira via, e o Mamão. Contudo, alguns pontos estariam atrapalhando essa possível aproximação e o principal complicador estaria na resistência de alguns membros da terceira via em relação ao nome do referido politico ao grupo.

Fortalecimento: Apesar da resistência por parte de alguns membros da terceira via ao nome de Mamão, a simbologia da junção dos grupos da oposição em Jataúba em nome do empresário Boy, fortaleceria ainda mais o favoritismo do mesmo para 2020.

Deixando a liderança?: Não é a primeira vez que o Vereador Geovane cogita deixar a liderança do Governo na Câmara de Taquaritinga do Norte. Contudo, informações de bastidores apontam que o acúmulo de insatisfações com algumas posturas, ou falta da mesma, por parte do prefeito Lero estaria pesando para decisão de Geovane em deixar a referida liderança.

Fragilidade: A possível saída de Geovane da liderança do governo simbolizará a fragilidade política de Lero em relação à câmara de vereadores. Durante a legislatura o prefeito perdeu o vereador Jurandir, é notório que sua relação com Eraldo da Pedra Preta não é de alinhamento, e informações de bastidores apontam que a insatisfação de Geovane se estende para outros membros da bancada de situação o que pode piorar com a possível decisão da entrega da atual liderança de governo na casa.

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03
julho

Resumório! – A coluna do professor Tenório

RESUMÓRIO

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A SEMANA – Mais uma semana se passou, o São João da Moda acabou em paz, Alan Carneiro recebeu o título de cidadão e disse que é pré-candidato, a polícia encontrou os assaltantes do mercadinho, o Brasil venceu a Argentina e está na Final da Copa América. Muita coisa aconteceu, só não resolveram a questão da ponte velha.

MAIS CRÍTICAS – Quando digo que fiz uma listinha das críticas ao São João da Moda as pessoas pensam que é brincadeira. Brincadeira mesmo é o pessoal da oposição falando de dificuldade de estacionamento, camarote da Rota do Mar, preço de bebida e ausência de político de peso na festa. O povo queria era atração de peso e não políticos de peso.

PROBLEMAS – Eu pensando que iam falar do camarote da acessibilidade que estava muito longe e com uma tenda da polícia na frente ou que o terreno público da AME foi feito de estacionamento privado, com parente de político tomando conta. Enfim, não faltará o que falar daqui para frente. Lembrando que o povo quer saber dos pré-candidatos a prefeito se a partir de 2021 o São João vai ser assim ou na Avenida 29 de dezembro com pé de serra no ‘Forró da Ema’ e no ‘Quengão’.

EX-FORASTEIRO – Como já tinha sido adiantado pelo Blog do Ney Lima, Alan Carneiro Maia recebeu o título de cidadão santa-cruzense e lançou sua pré-candidatura. Fez charminho para falar com a imprensa, já deu entrevista em rádio de fora, mas botou o bloco na rua.

NOME E SOBRENOME – Não estranhem, o nome dele tem Maia mesmo. Por que não opta por usar publicamente eu não sei, talvez não veja com bons olhos. Só sei que caso ele vença a eleição próximo ano, será mais um Maia no poder.

REPERCUSSÃO NACIONAL – Mais uma vez Santa Cruz do Capibaribe vira pauta nacional com assalto a um mercadinho que ocasionou a morte de um policial e oito envolvidos no crime. Saudade de quando a cidade tinha repercussão nacional positiva, mesmo sendo sobre armadilhas para capturar o mosquito da dengue.

A PONTE – Vocês podem achar que estou tirando onda, mas é verdade, ainda não se sabe se o responsável pela ponte é o prefeito ou o governo do estado. As declarações de representantes de ambos os lados continuaram e ninguém dá o braço a torcer. Dizem até que vem uma representante do governo estadual sexta-feira falar sobre o assunto e, possivelmente, dizer que a responsabilidade é do município. O problema é que se trata da mesma pessoal que se reuniu na capital com representantes do município e teria sinalizado que a responsabilidade seria do governo do estado.

VÍDEOS E REUNIÕES – Enquanto não se define de quem é a responsabilidade, vídeos e reuniões foram feitas durante a semana. Um vídeo chamou a atenção e foi bem criticado, porque diz que a ponte está interditada por falta de responsabilidade, falta de planejamento e falta de honestidade. Isso não consta nos laudos técnicos, mas tudo bem. Sabemos que a desonestidade é capaz de corroer ferro e desgastar concreto, mas não foi o caso da ponte. Pelo menos melhorem o fundo musical e o slogan.

PADASTROS – E se ninguém quer assumir a paternidade da ponte, empresários e entidades podem adotá-la. Realizaram estudos sobre impacto no comércio e levaram sugestões ao governo municipal para atenuar e resolver o problema. Como não chove muito na nossa região, a volta das travessias com canoas está descartada. A criação de uma passagem molhada nas imediações da ponte está em análise. É um começo.

PROBLEMAS MAIORES – Mas esqueçamos do São João, Alan, tragédia e ponte velha, a maior preocupação de muitos agora é que resolvam o problema do whatsapp, instagram e facebook. Para muita gente, as redes sociais hoje são como uma parte do corpo. Isso deve ter sido algum hacker argentino para aliviar a zoação com o Messi e a seleção Argentina após a eliminação para o Brasil na Copa América.

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“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

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26
junho

Resumório! – A coluna do professor Tenório

RESUMÓRIO

 

VIVA SÃO JOÃO! – O São João da Moda 2019 passou por uns perrengues e perigou não acontecer. Como o São João não é goleiro ou juiz de futebol, a gente já pode começar elogiando antes de acabar. Sucesso de público, excelente estrutura, organização e, até o momento, segurança. A gente vai na mesma vibe da galera, por enquanto elogia e curte. Depois que acabar…

AS CRÍTICAS – Algumas críticas ao São João da Moda 2019 são muito curiosas e confirmam o sucesso do evento, como por exemplo, a mulher que reclamou da roupa das bailarinas do cantor Leonardo. Certamente, ela não viu os figurinos do Forró do Baixinho. Muitas críticas a atração Alok, mas a Arena da Moda estava lotada na apresentação dele. O mesmo se aplica para quem defende atrações só do genuíno forró. Algumas pessoas reclamaram da qualidade do som. Como estou fazendo uma listinha das reclamações, ou estou “moco” ou não entendo nada de som, pois essa eu não percebi. O rodízio na cor das pulseirinhas também foi falado, mas entra como estratégia de segurança, não como problema.

O CONSELHO – Teve vereador reclamando da logística para estacionar o carro no entorno da Arena da Moda. Sem perder tempo, teve vereadora dizendo que lhe daria o nome de um taxista. Mais barato do que os flanelinhas estão cobrando e dá para beber sossegado, segundo ela.

COINCIDÊNCIAS – Ano passado, o vice-prefeito Dida de Nam foi barrado nos camarotes do São João da Moda. Este ano, ouviu o cantor Wesley ‘amigo de Edson’ Safadão mandar alô para Joselito três vezes e viu o Secretário de Educação acompanhar o show no palco ao lado do prefeito. Mas Dida e Nanau podem ficar sossegados, tudo não deve passar de meras coincidências. Eu acredito!

CONTENSÃO DE CIÚMES – Para minimizar a ciumeira de Dida, disseram, confesso que não ouvi, que Jorge de Altinho teria mandado um alô para ele. Se a ideia é mesmo um prêmio de consolação para Dida, não deveria, mas vou ajudar. É só escrever o nome do vice-prefeito num papel e colocar no bolso de uma das grandes atrações que ainda vai se apresentar no São João da Moda. Fingir um barramento de Joselito nos camarotes também poderia ajudar.

DESIGUAL – A disputa de pré-candidatura a prefeito entre Nanau, Dida e Joselito está tão desigual que se o cantor de forró fosse Joselito em vez de Dida, o Secretário de Educação é quem teria cantado com o Safadão no lugar do prefeito.

SE FOSSE ELE – Se Dida de Nam fosse o preferido do prefeito para disputar a majoritária em 2020, ele faria o show de abertura de Safadão ou Gustavo Lima e seria citado pelos artistas. Se brincar, ainda faria uma participação especial em alguma das músicas.

MADE IN SANTA CRUZ – Se eu não tivesse acompanhado o formato dos shows de Alok  na região, diria que o daqui foi feito exclusivamente para Santa Cruz. Pareceu demais com os nossos comícios. O palco cheio de crianças como os comícios de Edson Vieira e um tal de levanta e baixa feito Zé Augusto gosta de fazer. Segundo os internautas, a semelhança do show dele com o São João foi o monte de fogos de artifício usado na apresentação.

CANTOR – Sei que depois de meu prêmio de pior cantor no São João da Polo FM não tenho moral para falar de quem canta ruim, mas como não ligo para essas formalidades, não posso deixar de registrar minha decepção com o prefeito Edson Vieira. Na abertura do São João das Moda, ele cantou com Leonardo um pouco melhor do que eu na Polo. Como ele é fã declarado de Wesley Safadão, pensei que ele fosse cantar muito bem, com uma apresentação digna de virar as três cadeiras do The Voice. Mas foi pior do que com Leonardo. Vou dar um desconto pela emoção de cantar ao lado do ídolo, mas, assim como eu, precisa melhorar muito para não passar vergonha.

PRÉ-CANDIDATURAS – 2020 se aproximando e, como de costume, um monte de gente começa aparecer como possíveis candidatos. Tem um que além de bonito é meu amigão. Como ele é desenrolado nessas questões políticas, tenho certeza que se aceitar convite para ser vice na majoritária vai impor algumas condições: Receber abraços das grandes atrações do São João da Moda e não ter o nome menor do que o de secretários em placas de inauguração são algumas delas.

MENTIRA – Uma semana se passou e ainda não há consenso sobre de quem é o responsável pela Ponte Velha. Quem estará mentindo, os azuis ou os vermelhos? Para nunca mais existir essa dúvida, quem consertar e, naturalmente, assumir a paternidade, deveria pintá-la todinha de azul ou vermelho, conforme o caso. A gente faz de conta que a lei do ex-vereador Afrânio Marques, que trata sobre pintura de equipamentos públicos com as cores da bandeira da cidade não existe. Afinal, são tantas as leis daquela câmara que só existem no papel que uma a mais ou a menos não faria tanta diferença.

RESSARCIMENTO – Eu sei que não acontece, mas se fosse verdade aquela lenda urbana que diz que candidatos bancam o combustível das motos e carros nas movimentações políticas seria justo o pessoal que está rodando muito mais por causa da interdição da ponte pegar o vale combustível e não ir para as carreatas ou motorreatas. Seria um justo ressarcimento.

AINDA SOBRE A PONTE – Um amigo meu que mora na Palestina disse que está mais fácil chegar em Tamandaré num dia de chuva do que sair da Palestina para o centro da cidade. Segundo ele, o arrodeio é grande!

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“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

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19
junho

Resumório! – A coluna do professor Tenório

​RESUMÓRIO

 

BLOQUEADO – Havia um tempo em que só se bloqueavam os bens de nossos políticos. Agora além dos bens deles, bloquearam a passagem de veículos pela conhecida “Ponte velha”. A interdição está dando o que falar, não só pelos congestionamentos gerados ou pelo aumento do consumo de combustível para quem precisa dar um arrodeio de uns três quilômetros todo dia, mas pelo fato de ninguém querer ser o pai da obra que precisa ser feita. A bronca agora é descobrir quem vai bancar o conserto ou construção de outra ponte.

A PATERNIDADE – Pessoas ligadas ao prefeito afirmam que a responsabilidade é totalmente do Governo do Estado de Pernambuco e pessoas ligadas ao Governo do Estado de Pernambuco afirmam que a responsabilidade é da Prefeitura. Por mim, que usava o caminho da ponte todo dia, já que demora levantar a documentação que comprova de quem é a responsabilidade, isso deveria ser decidido no par ou ímpar, numa melhor de três entre Edson Vieira e Diogo Moraes. Na pior das hipóteses, na pedra, papel e tesoura ou no palitinho. Se ambos alegarem não ter habilidade nos jogos propostos, poderíamos ceder e sugerir que se resolva numa partida de sinuca, num jogo de baralho, de dominó ou até mesmo de ludo. Tudo em nome da celeridade.

O TEMPO – Não importa de quem é a responsabilidade, o mais importante é resolver o problema da ponte. Só posso começar a pegar no pé de verdade e disparar o cronômetro de quanto tempo a obra vai demorar para ficar pronta depois que decidirem de quem é a responsabilidade. Um amigo meu está muito preocupado com o trânsito das feiras de dezembro, caso a ponte ainda esteja interditada. Depois que eu vi cada um querendo não ser o pai da futura obra, estou preocupado com o vencimento da minha CNH que é em 2023 e precisarei ir ao Detran.

APOSTAS – Com relação à conclusão das obras da ponte que não têm prazo para começar, já estão rolando inúmeras apostas. A mais comum é assim, você diz um mês e um ano, quem mais se aproximar da data de conclusão vence. Na bolsa de apostas, a data mais mencionada é setembro de 2020, coincidentemente, período eleitoral. Já fica encaminhada uma proposta de campanha, o povo adora uma promessa política.

O PREÇO – Ouvi numa mala que estão doidos para saber se a responsabilidade é mesmo da prefeitura e qual o valor da obra para já separar quais atrações do São João da Moda dariam para custear os serviços na ponte. Por essas e outras que a gente nunca fica sem assunto para o Resumório. Tem gente rodando por dia três quilômetros a mais na ida para o trabalho e três quilômetros na volta e a preocupação da galera é com grupo político e valor de São João.

UNIÃO – Eu sei que tudo nesta cidade gira em torno de política, mas já que falam tanto em união dos grupos, por que não se unem para agilizar essa situação? Daqui que fique pronta, muita lama ainda vai passar debaixo da ponte.

NO ESCURO – Informações de grupos de whatsapp apontaram que a energia do PSF do bairro Bela Vista foi cortada. No mesmo grupo, apresentou-se comprovante de pagamento da conta e criticou-se a CELPE. Realmente, estamos vivendo a era em que o poste mija no cachorro.

TRATAMENTO VIP – O Sindicato dos Enfermeiros no Estado de Pernambuco realizou uma assembleia geral com os enfermeiros de Santa Cruz do Capibaribe na manhã desta quarta-feira (19). Eles foram para prefeitura e de acordo com as informações, não se desligou ar condicionado e ninguém precisou beber água no canudinho. Esse tratamento vip parece que foi só com os professores mesmo.

O FURO – O Blog do Ney Lima antecipou com exclusividade as articulações para o lançamento da pré-candidatura a prefeito em 2020 de Alan Carneiro. Assim como Moro, Alan nem confirma nem nega todas as informações. O pessoal lá do Blog adivinhava um monte de atrações para os festejos juninos quanto mais uma pré-candidatura a prefeito.

PRIMEIRO PASSO – De acordo com as informações do Blog e verso da canção, ‘toda caminhada começa com o primeiro passo’. O primeiro passo de Alan será se tornar cidadão santa-cruzense, título já aprovado na Câmara de Vereadores com solenidade prevista para o fim de junho, especificamente num dia sem atração de peso no São João da Moda. Depois de ser um cidadão santa-cruzense, não mais um forasteiro, como dizem alguns não simpatizantes de seu projeto, ele dirá que vai para disputa.

FORRÓ DO BAIXINHO – O prefeito de Brejo da Madre de Deus, Hilário Paulo, sempre demonstrou através de suas ações uma certa inspiração no prefeito de Santa Cruz, Edson Vieira. Mais uma prova disso, foi o Forró do Baixinho que Hilário realizou provavelmente inspirado no Forró do Menino. Não sei se ele mantém seu forró por onze anos como Edson, nem sei se ele manterá o figurino da família igualzinho também nos futuros eventos. Só sei que apenas os bons exemplos devem ser seguidos, isso aprendi desde quando eu era baixinho.

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“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

 

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18
junho

Artigo – Por Adriano Oliveira

A LAVA JATO É CONFIÁVEL?

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Desde o início da meritória Operação Lava Jato mostrei que ela produzia crises política e econômica em razão da sua pressa em combater a corrupção. As operações policiais e os vazamentos de delações eram sistemáticas. Conduções coercitivas eram realizadas com frequência e criticadas por juristas e magistrados.

Em recente livro, “Qual foi a influência da Lava Jato no comportamento do eleitor: Do lulismo ao bolsonarismo”, revelei como a Lava Jato contribuiu para o impeachment de Dilma Rousseff e a construção do antilulismo, o qual possibilitou a existência do incipiente bolsonarismo. A Lava Jato foi e é variável desestabilizadora do sistema político e influencia eleitores.

Eu desconfiava, mas não tinha provas, de que a Lava Jato tinha intencionalidade. Aliás, três intenções. A primeira delas, o efetivo combate à corrupção. A segunda, a prisão de um ex-presidente da República. E a terceira, influir na última eleição presidencial. Cada intenção surgiu no decorrer da trajetória da Lava Jato.

Os três objetivos da Lava Jato foram contemplados. Contudo, indago: em nome do enfrentamento à desigualdade social, devemos tolerar atos de corrupção? Em defesa do enfrentamento da corrupção, devemos tolerar o desrespeito às regras do jogo? Quando um magistrado reclama de um procurador da República quanto à frequência de operações policiais, ele está interferindo na decisão do Ministério Público. Quando um juiz orienta quanto às provas a serem coletadas também.

É estranho, procuradores, agentes titulares da denúncia penal, às vésperas de uma denúncia, desconfiar dela em razão da inexistência de provas objetivas contra um réu. É mais estranho que procuradores debatam sobre a possibilidade de entrevista de um ex-presidente da República durante a campanha eleitoral e ainda reconheçam a possível influência dela na escolha dos eleitores.

Aliás, a preocupação com a repercussão da possível entrevista do ex-presidente Lula é a prova cabal de que a Lava Jato interferiu na decisão dos eleitores. E mostra que ela tinha um alvo a ser combatido, qual seja: o ex-presidente Lula. A ida do líder da Lava Jato para o ministério da Justiça é mais uma evidência de que a Lava Jato não desejava que o PT, ou melhor, Lula, voltasse ao poder. A Lava Jato merece aplausos quando a sua intenção é enfrentar a corrupção. E merece desconfiança, quando a sua intenção vai além disto.

 

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